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E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antigüidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. Os que realizam essa "façanha", por sua vez, são mandados para um lugar especial: O Acampamento Meio-Sangue, um campo de treinamento, o lugar mais seguro para uma criança semi-deusa, .
Ou pelo menos era, até Cronos começar a planejar sua volta.
O Titã está recrutando novos montros, colocando o mundo em perigo. A profecia está prestes à se cumprir, e Cronos tem um trunfo - ou finge ter - em seu poder : A Caixa de Pandora, feita por Hefesto, e que contém todos os males do mundo.

Escolhas serão feitas, partidos serão tomados. E, o mais importante: a profecia será realizada. 

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 Jacob Archibald - Ares'

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Número de Mensagens : 154
Data de inscrição : 17/06/2009

MensagemAssunto: Jacob Archibald - Ares'   Ter Set 22, 2009 6:16 pm

Dados do Player:

Nome do player: Ana
Comunicadores/E-mail: acmdut@yahoo.com.br
Idade: 13
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Bryce Parkinson, meio-sangue.

Dados do Personagem:

Nome: Jacob Archibald
Data de Nascimento: 02/12/1991
Idade: 17
Local de Nascimento: San Antonio, Texas.
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Ares
Características Psicológicas: Corajoso, destemido, busca sempre o que quer, lutador. Carismático, amigo e gentil. Não é tímido, mas sim reservado. Se dá bem com as pessoas, mas não chama de amigo ninguém.
Características Físicas: Cabelos pretos, curtos. Musculoso, alto, magro. Pele bronzeada.
Artista Utilizado: Taylor Lautner
Breve introdução a Biografia: Minha vida. É complicada. Mas em algum momento temos que parar. Dar um Stop e lembrar dela. A maioria das pessoas diria “não é tão diferente da sua vida”. Esse não é meu caso. Eu não sou normal, eu não sou maioria, e sim minoria de minoria.

Biografia:
Ainda duvido que eu realmente tenha nascido ali. Mas sou fraco o suficiente para continuar acreditando nas mentiras amorosas de minha mãe. Segundo ela, eu nasci em San Antonio, eu acho estranho, mas... sei lá. Talvez seja apenas porquê nos mudamos. Sempre estávamos mudando de cidade, de ano em ano. E eu mudava de escola, de semestre em semestre, mesmo que eu não fosse expulso ou algo do gênero. Sim, eu nunca fui bom aluno. Demorou até sair o diagnóstico que eu era disléxico. E tudo começou há muito tempo. Na quarta série.

Eu estava mais uma vez isolado do mundo, sentado como sempre na mesa mais longe de todo o refeitório. Estava chovendo, eu me lembro claramente. Uns garotos retardados populares sempre tiravam sarro de mim, pelo motivo mais básico. “Seu idiota, nem sabe escrever o próprio nome direito!!!” “Você deveria sair daqui, seu esquisito mongol!”. Eu já estava estressado, esquentado com isso. Foi a primeira e única vez que fiz aquilo, sei que foi errado mas realmente não me arrependo de ter quebrado uma bandeja de madeira na cabeça do James, o garoto mais porre do mundo. Ele mereceu, entende?

Bem que podia parar por aí, os amigos retardados dele deveriam sair correndo e pronto. Mas não terminou. Fomos brigar na chuva, não sei o que me deu na cabeça. Eu já estava com raiva, aqueles garotos mereciam morrer. Mas nunca seria capaz de matar alguém, convenhamos. Estava trovejando, todos já ensopados de chuva. Eu bati em alguns garotos, admito envergonhadamente. Mas digamos que era alguma coisa como “lei da seleção natural”. O mais forte ganha, no caso eu. Todos já estávamos cansados de nos bater, quando... um bicho. Meio leão, mas me lembrava uma cabra... Quimera, era o nome. Deu um coice no garoto, e depois em mim. Quando o diretor estava chegando, eu olhei de novo para ela e não estava mais lá.
Não preciso contar o que aconteceu depois. Fomos para a sala da diretoria, o garoto, eu e nossos pais estavam chegando. No caso minha mãe e os pais dele.
- Ele é um monstro! Eu voei uns 100 metros! Ele é louco, maluco, deve ser expulso! Ele deu um soco na minha barriga, dá para ver o roxo, oh! – ele disse, levantando sua blusa e mostrando uma coisa nada agradável, a sua barriga gorda com um machucado... meio roxo, meio azul, multicolor.
- Abaixa isso, não preciso ver o resultado da sua dieta. – disse rindo.
- Calados. – Disse o diretor – Ok. Jacob, você bateu nele?
Eu deveria dizer não. Mas era inútil, ia sair daquela escola em dois meses mesmo.
- Sim, e ele voou 5 metros, também quebrei a bandeja do refeitório na cabeça de James Adams, fomos brigar na chuva, e...
Quando eu ia criar coragem para falar da quimera, a bendita entra. Minha mãe. Ela é a melhor pessoa do mundo. Sempre está do meu lado, é a mulher mais simpática e compreende tudo que eu falo, sem só olhar para as paredes e dizer “Sim, pode fazer, não, não pode, claro, claro.”
- Jake! Você está bem, aleluia! – ela me abraçou, eu retribui com um sorriso.
E aí... fui expulso. Ela até disse que não se repetiria e tudo mais, mas isso não era importante: fui expulso.

Então fomos para a fazenda do vovô, em Rocksprings. Iríamos passar o final da estação lá. Contei para minha mãe sobre a quimera, ela ficou perplexa. Disse que eu devia ter levado uma batida na cabeça e vi coisas, mas eu sabia que verdadeiramente ela entendia a verdade, que eu tinha levado um coice de um ser mitológico. Eu vi, com meus dois olhos.


Eu estava jogando baseball com meu avô, coisa que adorava fazer. Então, do nada, apareceu uma coisa realmente estranha. Parecia uma aranha gigante, mas não me lembro disso. Eram oito pernas, só me lembro disso. Quimera, agora aranha gigante? What the hell? E as fronteiras me empurraram com tudo, eu voei geral. Caí longe. Desmaiei.
...

Quando acordei, estava em um carro, estacionado ao lado de um pinheiro. Minha mãe de fora, falando com um homem cadeirante. Meu avô roncando no banco da frente.

Tentei levantar, minha cabeça estava latejando.
- AAHRGH! – gritei de dor.
Meu avô acordou e todos viraram-se pra mim.
- Jake... bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue. Você vai ficar uns tempos aqui.

Minha mãe começou a chorar, digo, berrar. Sim, nunca vi uma criatura chorar tanto, nem em novela mexicana. Ela me abraçou, com o meu avô e me disse para me comportar. Sai do carro, olhando tudo surpreso. O cadeirante me levou até o acampamento, mais adentro. O lugar era esplêndido. Tinha um cheiro de eucalipto e erva doce, lá nunca chovia e a temperatura era adorável,nem frio nem quente. Ele me mostrou os chalés eram 12. Cada um com um nome dos olimpianos. E aí minha ficha começou a cair. Ele me contou que as crianças que estavam ali não eram normais, não eram como as outras. E elas eram como eu, minoria de minoria, especiais. Me contou muito sobre as lendas gregas. Lendas? Realidade. Sim, os deuses estão vivos. E saem por aí,se apaixonando... por mulheres como minha mãe.

De noite fomos para o refeitório, tinha cheiro de comida, claro. Eu ainda não era determinado, é como chamam os meio-sangues que sabem a filiação.

Então fiquei no chalé de Hermes, onde os indeterminados ficam. De manhã, tarde e noite, as refeições, na mesa do nosso chalé sempre estão cheias de indeterminados, então tinha que achar um buraco para me sentar. A gente escolhe a bebida que quiser, claro que não sou um maluco de pedir bebida alcoólica como os filhos do Sr. D. Dionísio, claro. Em geral peço alguma coisa como refrigerante de limão florescente. É legal, meu copo brilha. Parece um acampamento infinitas estrelas, tudo do bom e do melhor, gosto dessa comodicade. Temos aulas de um bando de coisas, tem corridas de bigas, o pessoal é legal, Apesar de que eu não tenho nenhum amigo. São mais colegas, pessoinhas felizes que vivem ali. É bom não ser o único estranho, o garoto maluco. Fico no acampamento todo ano, eu gosto. É um lugar maravilhoso, onde eu sempre estarei.

Demorou para eu ser determinado. Nem sei como foi isso direito, sei que sou filho de Ares. Deve ter alguma coisa a ver com a minha mãe. Não sei, vai ver esse pessoal é da Cia, sei lá. Mas eu sinto que minha mãe tem alguma coisa a ver com isso. Quando me mudei de chalé, consegui um beliche, amém.

Mando cartas para minha mãe. Sim, não sobreviveria sem isso. Desde tudo isso, estou aqui, no acampamento Meio-Sangue.
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