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E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antigüidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. Os que realizam essa "façanha", por sua vez, são mandados para um lugar especial: O Acampamento Meio-Sangue, um campo de treinamento, o lugar mais seguro para uma criança semi-deusa, .
Ou pelo menos era, até Cronos começar a planejar sua volta.
O Titã está recrutando novos montros, colocando o mundo em perigo. A profecia está prestes à se cumprir, e Cronos tem um trunfo - ou finge ter - em seu poder : A Caixa de Pandora, feita por Hefesto, e que contém todos os males do mundo.

Escolhas serão feitas, partidos serão tomados. E, o mais importante: a profecia será realizada. 

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 Ian Brown - Afrodite's

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AutorMensagem
Chaos
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Número de Mensagens : 176
Data de inscrição : 17/03/2009

MensagemAssunto: Ian Brown - Afrodite''s   Dom Maio 17, 2009 8:41 pm

Dados do Player:

Nome do player: Ninna o/
Comunicadores/E-mail: ninnabreu_xp@hotmail.com
Idade: 13 o/
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Nico di Angelo (meio-sangue), Apolo e Hefesto (deuses)

Dados do Personagem:

Nome: Ian Brown
Data de Nascimento: 23/02/1991
Idade: Dezoito anos
Local de Nascimento: Vancouver, Canadá
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Afrodite
Características Psicológicas: Egocêntrico e vaidoso, óbvio. É mulherengo, amoroso e leal. Exatamente por ser leal que seus relacionamentos costumam não durar muito. Ele não quer trair a namorada, e por isso a deixa para poder ficar com outra.
É uma pessoa inteligente, apesar do défict de atenção e sua dislexia, características apresentadas por todos os meio-sangues.
É divertido e não usa o sarcasmo para isso.
Seu linguajar varia muito... depende da pessoa, do local e do momento. Ele pode ser bastante agressivo, e outras vezes é muito amável.
Características Físicas: Vide avatar (Y)
Artista Utilizado: Dustin Milligan [AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!]
Breve introdução a Biografia:

Nasci e cresci em Vancouver. Ou pensei ter nascido lá. Descobrir que na verdade você é algo a mais pode ter seus altos e baixos.

Meu pai e eu éramos pessoas comuns, (ok, nem tão comuns), que morávamos em um apartamento de apenas um quarto, sem água quente.

Então, ele me contou que sou filho de Afrodite. É... a deusa grega. Eu fiquei espantado, mas depois tive que concordar. Sou especial, baby.

Sempre fui o centro das atenções, isso é ótimo, se quer mesmo saber. Não me julgue... eu posso, tenho o direito de me achar. Afinal, sou um meio-sangue.


Biografia:

“No dia vinte e seis de fevereiro de mil novecentos e noventa e um a campainha qualquer de uma casa qualquer toca na cidade de Vancouver, no Canadá. Um homem alto, magro, de maxilar quadrado e olhos azuis, com a barba ainda por fazer e de pijamas listrados vai abrir a porta, perguntando-se porque alguém tocaria sua campainha às duas da manhã de uma terça-feira chuvosa.

Ao abrir a porta, observa que não há ninguém ali. Ninguém estava parado em frente a sua porta esperando algo como abrigo ou alimento... Tinha apenas o nada. Então, enquanto olhava para os lados, bateu um vento forte, e algo tocou sua canela, machucando-o. Desviou seu olhar para baixo para saber o que teria lhe causado tamanha dor. Lá encontrou um pequeno berço, feito de ouro, com detalhes reluzentes. Dentro dele havia um misterioso bebê. Muito bonito, rosadinho e de cabelos castanhos e olhos tão azuis quanto os seus.

O homem, ainda assustado, pega o bebê por impulso, quase que automaticamente. Afinal, não poderia deixar uma criança morrer de frio em frente a sua casa, poderia? Óbvio que não!

Colocara o berço que continha a criança em cima do sofá, para poder fechar a porta que até então continuava aberta. Após trancar a porta, voltou-se para o bebê que acabara de aparecer em sua vida. Era mesmo muito bonito. Ele sorria, e brincava com as próprias mãos. Parecia ser um recém-nascido. De, no máximo, três dias. O homem pegou o bebezinho no colo e passou a niná-lo. Fazia “shhh” e brincava com sua mãozinha, até o bebê adormecer.

Uma cena comum. Um homem comum segurando um bebê comum em uma sala comum fazendo-o dormir. Exceto pelo pequeno fato de o bebê não ser tão comum e não parecer ser filho do homem comum. Mas, o homem lembrou-se com pesar de nove meses atrás... quando conhecera uma mulher tão linda que o encantara apenas com o olhar. Ocorreu em sua viagem à Grécia. Seu nome era Afrodite. De início, ele achou que fora uma grande piada. Ou, talvez apenas uma homenagem. Mas, no fim ele aceitou... ela era mesmo a deusa da mitologia grega. Então... seria aquele bebê lindo seu filho? Poderia ser...

‘Nossa!’ pensou ele ‘Eu tenho um filho!’. Era realmente uma grande novidade. Principalmente pelo fato de seu filho ser um meio-deus... Seria assim que se falava? Meio-humano quem sabe... Não. Chace preferiu chamá-lo apenas de Ian. Acreditava que seria muito mais fácil apresentá-lo como Ian do que como um meio-sangue, (pode ser esse o nome que se dá). Pois é... a vida de Chace mudou consideravelmente após aquela terça-feira chuvosa do ano de mil novecentos e noventa e um.”

Isso que você acabou de ler é a história que meu pai, Chace, me contava para explicar o motivo de que não ter uma mãe. E ele contava dessa forma, não mudei uma palavra sequer. Eu acreditava nessa história, contando-a a todos os meus amigos. Eles riam de mim, fazendo-me parar de acreditar aos dez ano de idade.

Meu pai quem me levava para a escola, de carro. Era um Chevrolet antigo, de duas portas, com a tinta desbotando. Eu não posso negar que tinha vergonha de andar naquele carro velho. Acreditava que merecia andar em um carro muito melhor. Mas, é verdade. Só que não tínhamos dinheiro para um carro muito melhor. Nosso apartamento também era pobre. Apenas um quarto, um banheiro, uma sala e uma cozinha minúsculos. Eu dividia o quarto com meu pai, mas muitas vezes tinha que dormir no sofá por causa de suas “namoradas” que iam passar a noite.

Ninguém nos visitava, além das supostas “namoradas” de papai. Minha avó havia falecido antes de eu completar dois anos e meu avô brigou com meu pai por ele ter me aceitado tão bem. Papai não tem irmãos e nem amigos. E eu não levava meus amigos em casa por vergonha. Eu que ia às casas deles.

Meu pai dizia que eu parecia uma garota, passando horas me arrumando, escolhendo as roupas certas, penteando o cabelo até ficar legal... O que posso dizer? Sou vaidoso. Meu pai era desleixado demais. Sua barba ia crescendo por semanas até ele finalmente ter vontade de apará-las. Suas roupas eram largas e ele não ligava muito para o cabelo. Ainda assim as mulheres o achavam lindo. Dizia que ele exalava a essência masculina. Estranhas, falei. Chace escrevia matérias para jornais, mas era demetido todo mês.
Na escola era complicado para mim. Eu era meio diferente, por ser disléxico e ter um grande défict de atenção. Minha beleza me salvava. Eu não era o melhor aluno, se quer saber. Um dia meu pai teve a idéia de me colocar em aulas de grego antigo. Sim, meu pai é problemático. Mas, até que deu certo para mim... eu era o primeiro da turma. As garotas me amavam. Mas isso porque eu sou mesmo o centro das atenções. Adoro isso, inclusive. Eu era um membro popular daquela escola. Digamos até que importante...

Quando fiz dezessete anos meu pai me contou que aquela história que ele me contava era verdade. No primeiro momento eu fiquei chocado. A seriedade de meu pai era enorme, mostrando que era verdade. Mas, depois eu comecei a rir, pois poderia ser apenas uma grande brincadeira vinda de meu pai. Pode acontecer, entende? Principalmente vindo de meu pai. Mas, com o tempo... notei que não era brincadeira. Eu realmente tinha os sentidos mais aguçados e minha dislexia e meu déficit me mostravam ainda mais o que eu era. Eu era um meio-sangue.

Meu pai contou sobre o acampamento meio-sangue... Disse que eu teria que ir para lá. E como eu vou para lá?? Ninguém me explicou nada disso. Oras! Eu fiquei meio confuso, aliás, muito confuso com as histórias que se sucederam depois disso. Sátiros, monstros, ninfas! É MUITA COISA!! Entende? Tudo bem... eu passei meio que livre disse por mais um ano.

No meu aniversário de dezoito anos um sátiro (sim! Um sátiro!!) apareceu na porta da minha casa. Ia me levar ao acampamento. Uhu! Que divertido! (Ironia ativa). Não sei... é que eu me acostumei com a vida comum. Mas, é claro que eu tinha que ser mais do que um reles mortal! Afinal, olha para mim! Sou lindo... Todos me amam! Não quero me gabar, mas é a pura verdade.

E agora, aqui estou eu... Agora, com licença, preciso ver algo importante. É, o espelho.
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