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E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antigüidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. Os que realizam essa "façanha", por sua vez, são mandados para um lugar especial: O Acampamento Meio-Sangue, um campo de treinamento, o lugar mais seguro para uma criança semi-deusa, .
Ou pelo menos era, até Cronos começar a planejar sua volta.
O Titã está recrutando novos montros, colocando o mundo em perigo. A profecia está prestes à se cumprir, e Cronos tem um trunfo - ou finge ter - em seu poder : A Caixa de Pandora, feita por Hefesto, e que contém todos os males do mundo.

Escolhas serão feitas, partidos serão tomados. E, o mais importante: a profecia será realizada. 

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 Inscrições - Meio-sangues

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AutorMensagem
Summer Depailler
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Número de Mensagens : 31
Data de inscrição : 14/05/2009

MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Dom Maio 17, 2009 12:01 am

Dados do Player:

Nome do player: Lore
Comunicadores/E-mail: lore_kf94 [tanto MSN quanto Y!M]
Idade: 14
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Silena Beauregard e Helen Harper(meio-sangue), Bernard Hill(sátiro) e Ártemis(deusa)

Dados do Personagem:

Nome:Summer Depailler
Data de Nascimento:11/11/1991
Local de Nascimento: Cannes, França
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Hera, mas ninguém sabe disso.
Características Psicológicas: Tem tudo para ser filha de Ares, mas ao contrário disso, é sua quase prima e surpreendentemente, não é por parte dos três grandes, e sim por conta da Hera.
Não é extremamente má, mas não baixe a guarda com ela, ela pode te surpreender, assim como a mãe, não é muito fã da Afrodite e nem de seus filhos, e sabe reconhecer um muito bem, é inteligente e com raciocínio rápido, só educada quando quer, quando não quer, não está muito aí para quem possa estar magoando, é lógico, com ele é diferente. Mas ninguém precisa saber disso, aliás, nem ela ainda admitiu isso ainda, é uma pessoa muito teimosa, e quando acha que está certa, ela está e vai manter sua opinião até que se prove o contrário.
Digamos que ela guarda sua simpatia, alegria, mente diabólica, planos mirabolantes,lealdade para aquelas pessoas que ela realmente gosta. Mas também pode usar tudo isso com alguém que ela não gosta, afinal, ela sabe quando vai precisar dessas pessoas.
Características Físicas: vide avatar.
Artista Utilizado:Angela Lindvall
Breve introdução a Biografia:

Biografia:



Words are flowing out like endless rain into a paper cup,

Eu nunca fui normal, não pelo simples fato de déficit de atenção ou pela dislexia, mas pelo simples fato de eu ter isso dentro de mim, pelo simples fato de saber que você não é e nunca será igual a pessoas comuns, quando você vê algo acontecer, quando você vê um acidente, você sabe, não foi normal.

They slither while they pass they slip away across the universe.

Enquanto os humanos se contentam com isso e deixam passar, algo nisso te intriga, algo a incomoda e a faz querer saber o que realmente causa tudo isso, com o tempo você descobre, tudo que você acreditava não existir mais, te surpreende, tudo se volta pra você como uma onda de verdade que sempre esteve ali, mas você era cega demais para ver.

Pools of sorrow, waves of joy are drifting through my opened mind,

Quando meu pai faleceu, eu tinha cinco anos de idade, para mim, um simples acidente de avião, onde ele, meu estúpido cachorro e mais 74 pessoas explodiram pelos ares, é, um simples acidente que causou em mim um grande buraco, como conseqüência fui morar com meus avós, mas o acidente simples não ficou esquecido, ficou somente em uma parte de minha memória onde ele logo seria resgatado, assim que me fosse útil novamente.

Possessing and caressing me.

Até que esse dia chegasse, a época eu até duvidava que chegaria, eu morava com meus avôs paternos, eles eram boas pessoas, eu sentia pena deles quando fazia eles quebrarem a cara, mas afinal de contas, não sou uma obra de arte, apesar de ser muito bonita, para ser mostrada, apreciada e para impressionar, não gosto de ser usada, se eles queriam impressionar os amigos deles que usassem outro bode expiatório.
Toda minha simpatia era reservada a quem eu queria, meus avôs a tinham, mas isso não se estendia muito aos amigos deles, justamente pelo motivo já citado, mas, depois de uma vida já tendo criado seu filho e tendo que criar a neta que não se molda de jeito nenhum a maneira deles, eles tomaram a pior decisão da vida deles, aquela que resultaria em nunca mais ver a neta, nunca.
Eles prometeram, todo verão eu voltaria para lá, mas com meus dez anos de idade eu sabia, eu não iria mais querer voltar para lá, eu tinha perdido as pessoas que mais me entendiam, meu pai e meu estúpido cachorro, apesar de estúpido eu o adorava também, nem as palavras me entendiam, como já bem dito, elas flutuam como uma chuva sem fim dentro de um copo de papel, quando meus avôs tomaram essa atitude, eu soube, ninguém me entendia, pelo menos não ali.
Quando eu fiz quinze anos de idade, eu já tinha mudado de mais de dez internatos, é a famosa lei de Murphy, quando tem que dar errado, dará, e comigo nada dava certo, em nenhum momento eu voltei para casa dos meus avôs, não só pela minha vontade, como da deles, aparentemente, eles compartilhavam da mesma opinião que eu, foi bom enquanto durou, mas, não dava mais.
Eu, sinceramente falando, não me cansava ou importava de ficar mudando e mudando, era bom, sempre respirar novos ares, sempre ter novos amigos, eu ainda cometi o erro de pensar que nada mudaria meu mundo.

Nothing's gonna change my world,

E esse, antes de outro que acontecerá mais a frente, foi o pior erro da minha vida, afinal, descobrir que deuses existem é uma reviravolta na sua vida, principalmente quando você percebe que, aquele acidente, guardado em sua mente esperando ser usado, pode, aos poucos começar a ser solucionado, afinal, eles tinham sido mortos por um deus, e esse deus iria pagar, custe o que custar.
O pior foi descobrir que talvez esse deus que tenha matado meu pai, possa ser meu parente, o pior não é que vou matar um parente, o pior é saber que o sangue dele pode correr nas minha veias, mas, isso realmente não acontecerá, Zeus nunca cometeria esse erro.

Images of broken light which dance before me like a million eyes,

Logo depois que tomei consciência da realidade, e abriram meus olhos para essa, tudo foi muito rápido, sátiros, fúrias, cães infernais, minotauros, a ficção entrando na realidade, a ficção entrando na minha realidade.
Tom, um sátiro que me abriu os olhos, tinha a “incumbência” de me levar a salvo para um tal de Acampamento Meio-Sangue, eu realmente o tinha em alta conta comigo, mas apesar de saber que lá seria um lugar que me entendiam, eu sabia também que não era ainda o lugar para mim, afinal, eles com certeza não devem ter vontade de matar Zeus, e justamente por ter Tom lá em cima comigo, eu ainda o dei uma chance, eu fui com ele até Londres, mas, mas eu não podia ir em frente, eu não queria ir pra frente.
Desculpe Tom, mas a vida tem seus altos e baixos, uma missão a menos na sua lista não fará diferença.
Assim, lá estava eu, uma jovem de quinze anos, sendo perseguida por monstros, sozinha em Londres, tudo que eu queria, em circunstâncias que eu nunca imaginei possíveis.

They call me on and on across the universe.

Tudo que eu sabia era correr e correr, sem destino em mente, sem saber se eu teria um amanhã, mas ainda assim feliz, se eu morresse, eu veria meu pai, e esse sim foi o pior erro que cometi, há há, achar que iria morrer e achar papai, antes eu teria que vingá-lo, eu tinha que achar forças, eu tinha que fazer algo, mesmo que esse algo envolvesse correr e correr até ter uma idéia decente.
Mas é lógico, eu não contava que eles apareceriam em minha vida, foi de uma grande ajuda, quando topei com eles eu soube, tinha encontrado meu lugar, tinha achado aliados, estaria acompanhada de pessoas com o mesmo sentimento que eu, vingança.

Thoughts meander like a restless wind inside a letter box,
They tumble blindly as they make their way across the universe


Eu não sou de toda má, mas ninguém mexe comigo e sai ileso, ninguém.
Apesar de estar com eles, eu ainda não sabia muita coisa, Luke me explicou muito e com o tempo se tornou meu melhor amigo, não tinham muitos ali que teriam capacidade de ocupar esse cargo, não que eu os subestime, só que, bom, só que com Luke é diferente, sempre foi.
Mas, as dúvidas continuavam e continuavam, quem era minha mãe?
Por que Zeus tinha matado meu pai? E meu cachorro idiota
Por qual motivo, eu, representava um perigo para ele naquela época?

Jai guru deva, Om.

Hera.
Era difícil pensar que por conta de Hera eu representava um perigo pra ele, aliás, para ela também, ninguém poderia saber que alguém como ela tinha tido filhos.
Há há, uma vez filha única, sempre filha única.
Não me pergunte como eu sei que ela é minha mãe, eu só...sei...Tá ok, o Luke me disse, mas ele nunca me disse como descobriu, mesmo que eu sempre pergunte.

Nothing's gonna change my world,

Apesar de toda a reviravolta, de todas as descobertas, nada mudaria meu mundo, não, nada mudaria aquele mundo ao qual eu dei “au revoir” no dia em que saí de Cannes, as lembranças sempre estarão lá, intactas.

*Summer se juntou a Luke aos quinze anos de idade, estando com eles a três anos.



*Trechos da música Across the Universe- The Beatles
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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Dom Maio 17, 2009 12:39 am

Aceita, Lore! Só espero que a Ayla poste o Luke logo u_u Divirta-se!
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Ian Brown
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Idade : 26

MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Dom Maio 17, 2009 7:35 pm

Dados do Player:

Nome do player: Ninna o/
Comunicadores/E-mail: ninnabreu_xp@hotmail.com
Idade: 13 o/
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Nico di Angelo (meio-sangue), Apolo e Hefesto (deuses)

Dados do Personagem:

Nome: Ian Brown
Data de Nascimento: 23/02/1991
Idade: Dezoito anos
Local de Nascimento: Vancouver, Canadá
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Afrodite
Características Psicológicas: Egocêntrico e vaidoso, óbvio. É mulherengo, amoroso e leal. Exatamente por ser leal que seus relacionamentos costumam não durar muito. Ele não quer trair a namorada, e por isso a deixa para poder ficar com outra.
É uma pessoa inteligente, apesar do défict de atenção e sua dislexia, características apresentadas por todos os meio-sangues.
É divertido e não usa o sarcasmo para isso.
Seu linguajar varia muito... depende da pessoa, do local e do momento. Ele pode ser bastante agressivo, e outras vezes é muito amável.
Características Físicas: Vide avatar (Y)
Artista Utilizado: Dustin Milligan [AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!]
Breve introdução a Biografia:

Nasci e cresci em Vancouver. Ou pensei ter nascido lá. Descobrir que na verdade você é algo a mais pode ter seus altos e baixos.

Meu pai e eu éramos pessoas comuns, (ok, nem tão comuns), que morávamos em um apartamento de apenas um quarto, sem água quente.

Então, ele me contou que sou filho de Afrodite. É... a deusa grega. Eu fiquei espantado, mas depois tive que concordar. Sou especial, baby.

Sempre fui o centro das atenções, isso é ótimo, se quer mesmo saber. Não me julgue... eu posso, tenho o direito de me achar. Afinal, sou um meio-sangue.


Biografia:

“No dia vinte e seis de fevereiro de mil novecentos e noventa e um a campainha qualquer de uma casa qualquer toca na cidade de Vancouver, no Canadá. Um homem alto, magro, de maxilar quadrado e olhos azuis, com a barba ainda por fazer e de pijamas listrados vai abrir a porta, perguntando-se porque alguém tocaria sua campainha às duas da manhã de uma terça-feira chuvosa.

Ao abrir a porta, observa que não há ninguém ali. Ninguém estava parado em frente a sua porta esperando algo como abrigo ou alimento... Tinha apenas o nada. Então, enquanto olhava para os lados, bateu um vento forte, e algo tocou sua canela, machucando-o. Desviou seu olhar para baixo para saber o que teria lhe causado tamanha dor. Lá encontrou um pequeno berço, feito de ouro, com detalhes reluzentes. Dentro dele havia um misterioso bebê. Muito bonito, rosadinho e de cabelos castanhos e olhos tão azuis quanto os seus.

O homem, ainda assustado, pega o bebê por impulso, quase que automaticamente. Afinal, não poderia deixar uma criança morrer de frio em frente a sua casa, poderia? Óbvio que não!

Colocara o berço que continha a criança em cima do sofá, para poder fechar a porta que até então continuava aberta. Após trancar a porta, voltou-se para o bebê que acabara de aparecer em sua vida. Era mesmo muito bonito. Ele sorria, e brincava com as próprias mãos. Parecia ser um recém-nascido. De, no máximo, três dias. O homem pegou o bebezinho no colo e passou a niná-lo. Fazia “shhh” e brincava com sua mãozinha, até o bebê adormecer.

Uma cena comum. Um homem comum segurando um bebê comum em uma sala comum fazendo-o dormir. Exceto pelo pequeno fato de o bebê não ser tão comum e não parecer ser filho do homem comum. Mas, o homem lembrou-se com pesar de nove meses atrás... quando conhecera uma mulher tão linda que o encantara apenas com o olhar. Ocorreu em sua viagem à Grécia. Seu nome era Afrodite. De início, ele achou que fora uma grande piada. Ou, talvez apenas uma homenagem. Mas, no fim ele aceitou... ela era mesmo a deusa da mitologia grega. Então... seria aquele bebê lindo seu filho? Poderia ser...

‘Nossa!’ pensou ele ‘Eu tenho um filho!’. Era realmente uma grande novidade. Principalmente pelo fato de seu filho ser um meio-deus... Seria assim que se falava? Meio-humano quem sabe... Não. Chace preferiu chamá-lo apenas de Ian. Acreditava que seria muito mais fácil apresentá-lo como Ian do que como um meio-sangue, (pode ser esse o nome que se dá). Pois é... a vida de Chace mudou consideravelmente após aquela terça-feira chuvosa do ano de mil novecentos e noventa e um.”

Isso que você acabou de ler é a história que meu pai, Chace, me contava para explicar o motivo de que não ter uma mãe. E ele contava dessa forma, não mudei uma palavra sequer. Eu acreditava nessa história, contando-a a todos os meus amigos. Eles riam de mim, fazendo-me parar de acreditar aos dez ano de idade.

Meu pai quem me levava para a escola, de carro. Era um Chevrolet antigo, de duas portas, com a tinta desbotando. Eu não posso negar que tinha vergonha de andar naquele carro velho. Acreditava que merecia andar em um carro muito melhor. Mas, é verdade. Só que não tínhamos dinheiro para um carro muito melhor. Nosso apartamento também era pobre. Apenas um quarto, um banheiro, uma sala e uma cozinha minúsculos. Eu dividia o quarto com meu pai, mas muitas vezes tinha que dormir no sofá por causa de suas “namoradas” que iam passar a noite.

Ninguém nos visitava, além das supostas “namoradas” de papai. Minha avó havia falecido antes de eu completar dois anos e meu avô brigou com meu pai por ele ter me aceitado tão bem. Papai não tem irmãos e nem amigos. E eu não levava meus amigos em casa por vergonha. Eu que ia às casas deles.

Meu pai dizia que eu parecia uma garota, passando horas me arrumando, escolhendo as roupas certas, penteando o cabelo até ficar legal... O que posso dizer? Sou vaidoso. Meu pai era desleixado demais. Sua barba ia crescendo por semanas até ele finalmente ter vontade de apará-las. Suas roupas eram largas e ele não ligava muito para o cabelo. Ainda assim as mulheres o achavam lindo. Dizia que ele exalava a essência masculina. Estranhas, falei. Chace escrevia matérias para jornais, mas era demetido todo mês.
Na escola era complicado para mim. Eu era meio diferente, por ser disléxico e ter um grande défict de atenção. Minha beleza me salvava. Eu não era o melhor aluno, se quer saber. Um dia meu pai teve a idéia de me colocar em aulas de grego antigo. Sim, meu pai é problemático. Mas, até que deu certo para mim... eu era o primeiro da turma. As garotas me amavam. Mas isso porque eu sou mesmo o centro das atenções. Adoro isso, inclusive. Eu era um membro popular daquela escola. Digamos até que importante...

Quando fiz dezessete anos meu pai me contou que aquela história que ele me contava era verdade. No primeiro momento eu fiquei chocado. A seriedade de meu pai era enorme, mostrando que era verdade. Mas, depois eu comecei a rir, pois poderia ser apenas uma grande brincadeira vinda de meu pai. Pode acontecer, entende? Principalmente vindo de meu pai. Mas, com o tempo... notei que não era brincadeira. Eu realmente tinha os sentidos mais aguçados e minha dislexia e meu déficit me mostravam ainda mais o que eu era. Eu era um meio-sangue.

Meu pai contou sobre o acampamento meio-sangue... Disse que eu teria que ir para lá. E como eu vou para lá?? Ninguém me explicou nada disso. Oras! Eu fiquei meio confuso, aliás, muito confuso com as histórias que se sucederam depois disso. Sátiros, monstros, ninfas! É MUITA COISA!! Entende? Tudo bem... eu passei meio que livre disse por mais um ano.

No meu aniversário de dezoito anos um sátiro (sim! Um sátiro!!) apareceu na porta da minha casa. Ia me levar ao acampamento. Uhu! Que divertido! (Ironia ativa). Não sei... é que eu me acostumei com a vida comum. Mas, é claro que eu tinha que ser mais do que um reles mortal! Afinal, olha para mim! Sou lindo... Todos me amam! Não quero me gabar, mas é a pura verdade.

E agora, aqui estou eu... Agora, com licença, preciso ver algo importante. É, o espelho.
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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Dom Maio 17, 2009 8:40 pm

Aceita, Ninna! Divirta-se com o DUSTIIIIIIIIIIIIIN!
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Kieran Fox
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qua Maio 20, 2009 9:08 pm

Dados do Player:

Nome do player:Djuli ;D
Comunicadores/E-mail: djuli_saphira@hotmail.com
Idade:19.
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Kieran Fox {meio-sangue}

Dados do Personagem:

Nome:Kieran Jeremy Fox.
Data de Nascimento:08/11/1991
Idade:17 anos.
Local de Nascimento:Eudora - Kansas {USA}
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Deméter.
Características Psicológicas:Kieran é o tipo de cara complicado de entender, mas muito fácil de se lidar; sempre pronto para viver algum tipo de aventura sem sequer se dar conta do perigo que corre, ele é sem dúvidas, aquele que vai xingar um monstro na frente dele e agir como se isso fosse a coisa mais comum do mundo e, quando o monstro se zangar, ainda terá a audácia de se sentir ofendido com a raiva do outro. Vive falando coisas sem sequer imaginar o perigo que corre com suas pérolas inconsequentes, hábito esse que já lhe causou grandes problemas, como na vez que ele afirmou categoricamente que Ares "tem um senso de direção horrível e ainda por cima é feio!" bem ao alcança do ouvido dos filhos do deus; não foi por mal, mas a verdade é que as palavras escapam da boca de Kieran. Ótimo amigo, fiel até a última fibra de seu corpo. Tem um carinho especial por pinheiros de grande porte e não é difícil vê-lo observar, quase hipnotizado, Thalia, ao fim de tarde. Em fato, ele parece levar tudo como se fosse um grande jogo, o que Kieran quer é se divertir. Por outro lado, ele também é extremamente centrado (quem podia imaginar que aquele cara com um comportamento quase autista demais da conta na verdade calcula muito bem das idéias?). Em resumo: ele é feliz, pô! Sonhador? Sim. Doido? Talvez. Dispensável? JAMAIS!


Características Físicas:

Olhos: Castanho-esverdeados.
Pele: Branca.
Cabelo: Castanho e cacheado, muito embora os cachos só apareçam quando Kieran deixa o cabelo muito comprido.
Estatura: 1,67m
Peso: 64kg.
Constituição física: Pouco mais forte que os garotos normais de sua idade.

Artista Utilizado:.
Breve introdução a Biografia:

Não acho que minha vida foi assim tão emocionante, eu sou só um dos filhos de Deméter, os monstros não parece ligar muito para plantas... Na verdade, eles nunca me perseguiram, exatamente... É, é isso, até agora têm sido um saco mesmo ._.


Biografia:

Kieran nasceu em uma pequena cidade do Kansas. Não, não era aquela cidade bem desenvolvida que se espera dos Estados Unidos; Eudora é muitos mais um amontoado de casas perdido entre fazendas de trigo que qualquer outra coisa, daí talvez o motivo de Jeremy (pai) ver naquela mulher nova na região, algo de tão atraente. Deméter era uma deusa, mas ninguém do vilarejo jamais ousaria falar isso, para eles, era só uma mulher que gostava de plantar e que nutria certa simpatia por um fazendeiro da região. De onde ela viera? Sabe-se lá, mas quando veio, veio para ficar... Ficar, mas por pouco tempo...

Jeremy e Deméter (que na época se apresentara como Susan) tiveram uma bela temporada de verão juntos, ocasião em que a moça engravidara, para completa alegria de seu "namorado", que logo se ofereceu para assumir a paternidade da criança. Jerry estava pronto para estabelecer uma família, já a deusa... Bem, de qualquer modo, nunca daria certo, não com um mortal... Ela foi embora com o fim da safra de trigo daquele ano, prometendo que algum dia voltaria. E voltou, somente meses depois, trazendo consigo um filho, uma notícia e uma responsabilidade.

Por não ser filho de um deus muito importante, Kieran cresceu com certo conforto com relação à monstros; desde pequeno, sempre fora alertado sobre quem verdadeiramente era e sabia muito bem como se esquivar dos possíveis perigos que sua posição proporcionava.

A verdade era que Kieran nunca enfrentara um monstro na vida, daí talvez sua atual ânsia em fazê-lo. Durante todo o tempo em que esteve fora do acampamento, falou com sua mãe somente uma vez. Aliás, só como registro: ele pisou no Acampamento Meio-sangue pela primeira vez quando tinha 13 anos e, no dia, tudo ocorrera tão tranquilamente que o próprio garoto se sentiu ignorado

"Cara, nem os monstros tão aí pra mim... Nem sei se isso é sorte, viu?"

Em sua estada no acampamento, descobriu que era muito mais divertido permanecer nele o ano todo, descobriu também que podia se comunicar com plantas e que era, sem dúvida nenhuma, uma revelação quando o assunto era corrida: estava entre os mais rápidos do acampamento.

"É, é bacana... Só que seria mais interessante se tivesse milk-shake por aqui..."

aegats*

Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qua Maio 20, 2009 10:06 pm

Kieran gosta de pinheiros, Thalia gosta de Kieran ual*

SKAOSKOSKS

aceita amórl, pode jogar \o
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James Parker
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Data de inscrição : 20/05/2009
Idade : 19

MensagemAssunto: james Parker   Qui Maio 21, 2009 7:21 pm

Chaos to meio perdido então pode se que eu fiz tudo errado então corrigi:

Dados do Player

Nome do player: Gabriel.
Idade: 11.
Personagens (cite, inclusive, suas espécies):Nenhum.

Dados do Personagem:

Nome: James Parker.
Data de Nascimento: 14/12/1997
Idade: 11.
Local de Nascimento: Washington, D.C., Estados Unidos da América.
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Atena.
Características Psicológicas: Inteligente, perspicaz, determinado, charmoso, elegante, corajoso, líder-nato, criativo e justo.
Características Físicas: Cabelo bagunçado com franja caindo nos olhos, cabelo loiro escuro com tons de ruivo claro. Olhos castanhos. Magro, atlético e com estatura mediana para sua idade. Pele clara.
Artista Utilizado: Thomas Sangster.
Breve introdução a Biografia:
Meu pai é advogado, minha mãe: Deusa. Isso mesmo, Deusa, da Sabedoria aliás. Eu vivia em Washington, com meu pai apenas, em uma casa enorme, com um chão todo de mármore, vidraças imensas é um belo jardim de oliveiras. O jardim era cheio de corujas. Sem dúvida meu pai queria me contar minha verdadeira identidade, indiretamente é claro. Mas uma coisa dessas eu nunca imaginara. Um passado que começara na cabeça do Deus dos Deuses em meio a guerra, que passara pela cidade-irmã de Washington, Atenas. Que passou por Roma, pelo Edifício Empire State até chegar a um jovem estudante de direito apaixonado, que teve um filho. Porém a resposta de todas as coisas estranhas da minha vida, como quando eu ficava com as corujas conversando... Não veio em um passe de mágica, tudo começou num dia chuvoso de Outubro...

BIOGRAFIA

Eu e Jaden estávamos silenciosos. Meu pai ao nosso lado, também quieto. Nossa TV 56"" polegadas tinha uma imagem ótima, mas mesmo assim não piscávamos. O Raymond James Stadium lotado de fãs com a cara pintada e dedões de espuma sacudindo as arquibancadas. Era o Super Bowl 2009. Pittsburgh Steelers contra o Arizona Cardinals. Emocionante. Olhei para meu pai, ele sorria. Meu pai é muito parecido comigo, loiro, com franja, olhos castanhos, atlético, mas seu sorriso é mais contagiante. Acha que isso é um bom truque para conquistar o voto do júri, por isso resolveu ser advogado. Meu pai gritou interrompendo o silêncio, o jogo acabara 27 para Pittsburgh Steelers e 23 para o Arizona Cardinals. Eu gritei junto a ele e nos abraçamos. Olhei para Jaden e nos saudamos batendo as mãos. Jaden era meu melhor amigo. Ele entrou na escola esse ano letivo e quis ser meu amigo a partir daí. Uma amizade repentina que só depois eu compreendi. Ele é baixinho e magrelo. Sua pele é muito clara, seus cabelos são loiros muito claros e seus olhos são da mesma cor indefinida, uma espécie de amarelo bem claro com um pouco de caramelo. Ele SEMPRE está de calça moletom, tênis de skate enormes, casacos de times de basquete e um boné de um laranja-choque bizarro. Olhei pela janela, chovia muito lá fora, as corujas no único trecho onde a chuva não alcança no jardim. Desci a imensa escada de mármore da minha casa correndo, destranquei a porta da frente e cheguei ao jardim dianteiro da casa. Em poucos segundos minha camiseta do Pittsburgh Steelers ficou ensopada. Olhei para a rua e gritei o nome do time para quem quisesse ouvir, estava feliz demais para pensar que muitos vizinhos poderiam estar fazendo outras coisas e me grito atrapalha-se ou chamasse atenção (só não sei por que não estavam assistindo o Super Bowl, mas do mesmo jeito). Meu grande errro. Ficar assim tão despreocupado, com um grito. Mas o problema não foi apenas o grito, foi cheiro. Tudo bem eu levantei os braços suados para comemorar, mas não foi daí que eles sentiram o cheiro, também, mas foi de tudo. Tudo mesmo, cada milímetro do meu corpo chegava com diferentes odores às ventas do monstro. Em uma questão de segundos vinha correndo em minha direção um bicho enorme, não exatamente um bicho. Corpo de leão, uma cauda cheia de espinhos com um ferrão na ponta e grandes asas parecendo a de morcegos. Com certeza não era um bicho. E o mais estranho era que envolto a uma juba parafinada o rosto era de um homem. Me lembrava um surfista o que combinava com a juba loira. Era todo bronzeado, tinha olhos azuis e orelhas pontudas, mas na boca tinha três fileiras de dentes. Vi que Jaden estava abrindo a porta da casa para vir me socorrer. O que era aquilo, um surto de coragem? Ele era sempre muito preocupado com pequenos detalhes que lhe assombravam e quando aparece um monstro estranho ele age como se aquilo fosse normal e inofensivo para ele e um perigo mortal para mim? Do mesmo jeito agradeci ao destino por ele ter aparecido, porque pelo jeito ele tinha uma solução. Correu desajeitado em minha direção. Porém o monstro era mais rápida e nem adiantava eu correr para me proteger. Sabia que ele me caçaria até o fim e ela era mais rápida que eu. Eu só lembrava de uma criatura daquelas de um lugar, do livro “Mitologia Grega: Séculos de Tradição” que papai tinha na biblioteca dele. Não podia ser uma Mantícora, afinal elas não existem, mas isso era só o que eu pensava. Estava paralisado de medo. Quando ela ia me atacar, seus dentes já preparados para uma mordida, ela explodiu em uma poeira esverdeada que sujou o jardim e a calçada. Vi que Jaden havia esfaqueado-a com um mini-punhal de bronze. Meu pai chegou ao jardim com uma maleta de couro preto que ele adorava. Jaden agarrou a mala quando meu pai a arremessou tirou uma moeda esquisita do bolso tacou na rua e pronunciou algo em uma língua estranha: “Stêthi, ô hárma diabolês!” que não sei como eu entendi que significava alguma coisa parecida com “Pare, Carruagem da Danação”. No lugar onde ele jogara a moeda apareceu um taxi que parecia ser feito de fumaça. Jaden abriu a porta de trás e entrou com a maleta de meu pai fazendo sinal para que eu entrasse junto. Eu só tinha uma resposta:
-O que está acontecendo?
-Entre logo depois eu explico.
-Explique agora!
-Jack, ficar aqui é perigoso, tem a ver com sua mãe se despeça do seu pai e entre logo no carro!
Seu tom era sério demais então resolvi obedecer, acenei para o meu pai no jardim disse que lhe amava e entrei no taxi. Uma velha esquisita dirigindo o taxi perguntou aonde iríamos e Jaden respondeu que era para um tal de Acampamento Meio-Sangue. Depois percebi que não era uma velha eram três sentadas apertadas em um mesmo banco. Jaden começou a me contar sobre todos os segredos que meu pai guardara de mim até agora. Sobre minha mãe ser Atena, por exemplo. Contou tudo sobre o Acampamento Meio-Sangue e tudo mais, mas eu só comecei a acreditar quando ele começou a abaixar as calças (confesso que nesse momento pensei que ele fosse tarado) e me mostrar suas pernas de bode. Fui muito bem recebido quando cheguei ao Acampamento e comecei a entender melhor tudo de estranho que já acontecera comigo, por exemplo, o fato de eu falar com corujas. Nas férias de primavera conheci todos os meus irmãos do chalé seis e estou aqui no acampamento até hoje 21/05/09. Quando esvaziei a maleta que meu pai tinha me dado encontrei lá coisas que eu adorava. Meu taco de beisebol, alguns áudios-book (não leio livro, pois tenho dislexia), um tabuleiro de War, entre outros. Lá também encontrei coisas que não conhecia como, por exemplo, uma camiseta azul com uma estampa de uma mulher, minha mãe é claro em uma carruagem ao lado de uma oliveira. Atrás da camiseta estava escrito “Chalé 6 Atena” em cima do desenho de uma coruja. Também encontrei um apito na maleta e quando o assoprei minhas sete corujas vieram voando de Washington até o Acampamento e hoje moram num lugar que preparamos a elas no Chalé 6.

Minha vida antes do domingo de Super Bowl

Minha vida era normal antes daquele domingo, na verdade [i] quase [i] normal. Eu não tenho déficit de atenção como os outros meio-sangues (muito tempo depois Quíron me explicou que foi porque eu praticava esportes desde pequeno, assim meus reflexos aumentaram o que me ajuda também em campos de batalha, e desse jeito meu déficit foi reduzido em 99%) o que já me ajuda muito, mas eu tenho dislexia. Então meu pai me colocou em uma escola onde tinha um professor a minha disposição para ler as fichas e provas para mim. Assim não tinha problema e eu ia bem na escola. Sem me achar, melhor que os outros alunos até. Eu tinha muitos amigos, mas o mais confiável era o Jaden. Adorava esportes e era muito bom em beisebol. Adorava áudios-book e jogas de estratégia. Baralho jogava toda semana. Tinha uma rotina cheia, muitas festas e tudo mais. Enfim, era agitado, conversava muito na aula, meu pai era muito rico, eu vivia bem, mas exceto pela falta de meu pai, tudo ficou muito melhor quando vim para o acampamento até o sucesso com as garotas... Mesmo nem tendo tantas da minha idade...

Resumo geral de sua vida(3ª pessoa):

Nasceu em Washington D.C., onde viveu até seus onze anos e meio quando foi para o acampamento meio-sangue.Morava com o pai, um advogado muito rico e tinha 7 corujas como animais de estimação. Desde de pequeno já conversa com elas.É muito esportista e aventureiro. Seu pai e ele viajam muito, principalmente para lugares exóticos como Tanzânia , Ucrânia e Romênia, mas também para lugares como Nova Iorque, Paris e Londres. Seu pai têm uma empresa que vende azeite e azeitonas e com uma ajuda indireta de Atena os alimentos da empresa são maravilhosos. Adora cinema e é muito bom de beisebol. Participou de muitos campeonatos interescolares de beisebol e seu colégio ganhou todos.Adora jogos de estratégia como War, por exemplo e talento para isso. Não evita brigas, mas as faz do modo mais justo possível. Sonha em ser advogado, casar com outra meio-sangue e ter uma família grande.
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qui Maio 21, 2009 9:45 pm

bio aprovada =D

bom jogo, Gabriel o/
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Lily Ramsey
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Dom Maio 24, 2009 1:22 pm

Dados do Player:

Nome do player: Luli *-*
Comunicadores/E-mail:
whaat.the.hell@hotmail.com [MSN]
eunemtenhoym [Y!M]
Idade: 14 8)
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Coooooof. Percy Jackson, Athilya Abnara, Robert Crawford [meio-sangues], Zeus e Athena.

Dados do Personagem:

Nome: Lily Hazel Ramsey
Data de Nascimento: 15/10/1991
Idade: 17
Local de Nascimento: Milão, Itália.
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Athena love*
Características Psicológicas: teimosa, impetuosa, falante, inteligente, sarcástica. Fala o que pensa, e nem liga para isso. Tem uma excelente memória. Enxerida. Adora ler e escrever, e sonha em ser uma escritora de sucesso, como JK Rowling ou Anne Rice. Constantemente, usa falas de livros para se expressar, e fica indignada quando nem todo mundo entende. Tenta entender as coisas racionalmente, mas às vezes é muito impulsiva e passional. Adora ouvir música, vivendo com seu iPod nos ouvidos.
Características Físicas: loira, com olhos azuis. Magra, pele clara, altura mediana.
Artista Utilizado: Emily Osment Amanda Bynes o/

Breve introdução a Biografia:

Quando você é uma filha de Athena, as pessoas sempre pensam que você será extamente como sua mãe: calculista, extremamente inteligente, racional. Infelizmente, eu não sou assim – e não acho que gostaria de ser. Tenho muito de meu pai em mim, e fico feliz com isso, assim eu não sou mais “ah, aquela garota, filha de Athena.”

Biografia:


Oxford, Inglaterra

- Lily, apresse-se. – chamou meu pai, mais uma vez.

Eu suspirei.

- Certo, papai, já estou indo – gritei, enquanto enfiava meu laptop, iPod e carregador cuidadosamente na bagagem de mão. Encaro meu quarto pela última vez, e prendo a respiração.

Apesar de ser uma campista de ano inteiro no Acampamento Meio-Sangue, sempre passo as férias de inverno com meu pai, em Oxford.

Meu pai conheceu minha mãe na Itália, enquanto ele estava com o “ano sabático” – que ele tira às vezes. O ano sabático é quando algum professor universitário (no caso, o meu pai) tira um ano de “férias”, para fazer uma pesquisa ou escrever um livro. Isso acontece, geralmente, a cada cinco anos, então, desde que nasci, meu pai tirou três anos sabáticos.

Bem, esse é o único lado bom de ser professor universitário, acho. Meu pai ensina arquitetura em Oxford, e é considerado um especialista na sua área.

Ele me disse que conheceu minha mãe enquanto pesquisava sobre as antigas construções do Império Romano.

Sem querer menosprezar o trabalho do meu pai (e o interesse de uma de minhas irmãs mais novas, Annabeth), mas eu acho arquitetura antiga tão... chata. Sério, são prédios velhos, que graça isso pode ter?

- LILY HAZEL RAMSEY! – meu pai grita, e eu jogo as mochilas nas costas.


Acampamento Meio-Sangue, Long Island


Okay, cá estou eu de novo. O Chalé não parece ter mudado nada – exatamente como eu deixei, três semanas atrás. Suspirei, desabando em minha cama – que está decorada com fotos de toda a Europa, das viagens que fiz com papai.

Encaixei mais alguns livros que comprei na Inglaterra na prateleira lotada, e liguei meu iPod, apoiando os All-Stars na cabeceira da cama. Sem querer, me lembrei do dia que meu pai me contou quem minha mãe era, e consequentemente, quem eu era.

Confesso que achei irônico que, apesar de ser disléxica, hiperativa e ter déficit de atenção, eu gostasse tanto de ler. Sempre tentei superar minhas “dificuldades”, e obtive algum sucesso. Agora, as letras não flutuavam tanto para fora das páginas, e eu conseguia ler alguma coisa um tanto mais rápido do que os outros.

Eu não gostei de ter que ficar grande parte do ano longe da Inglaterra, nem do meu potencial de ser perseguida por monstros, nem de – admito – ter ganhado irmãos inesperados.

Contudo, eu me acostumei com a ideia de não ser mais filha única por parte de mãe, e com o clima tão diferente daqui.

Mas, quando me disseram sobre a futura guerra civil entre deuses e titãs, eu meio que surtei, e comecei a ler cada vez mais sobre mitologia, e comecei a imaginar como seria se essa guerra realmente acontecesse.

Acredite, não vai ser bonito.

- Lily, você voltou! – uma de minhas irmãs exclamou, e eu sorri.

Apesar de tudo, sempre voltarei para cá. O Acampamento virou uma espécie de segunda casa para mim, apesar de nem todo mundo ser legal.

Quer um exemplo? Nicholas Harper, de Apolo. Helen, a irmã dele, é um doce, e eu a adoro. Mas eu não consigo suportar o irmão dela. Não sei o motivo; talvez porque, como todos de Apolo, como aquele Robert, seja prepotente e convencido.

- É. Eu não consigo ficar muito tempo longe daqui, não é?

O que é a mais pura verdade.
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Audrey Harrison
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Ter Maio 26, 2009 11:45 am

Dados do Player:

Nome do player: Karla
Comunicadores/E-mail: karla.r.costa@hotmail.com [MSN]
Idade: 12 anos
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Audrey Harrison [meio-sangue]

Dados do Personagem:

Nome: Audrey Harrison
Data de Nascimento: 18 de setembro de 1995
Idade: 13 anos
Local de Nascimento: Portland, Oregon - USA
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Hermes love*
Características Psicológicas: Sincera, teimosa, sarcástica, folgada, impaciente. Odeia mentiras, e só mente quando é necessário (tipo quando alguém pergunta se foi ela quem roubou uns dracmas da loja do acampamento). Como seus irmãos, adoooora roubar, mesmo sem ser necessário, mas só rouba coisas que não têm grande valor para vítima. Adora ler, principalmente livros de fantasia, e adora a mitologia grega (tanto que teve um ataque histérico de felicidade quando soube que os mitos eram reais). Normalmente, não pensa muito antes de falar, o que acaba, ás vezes, magoando os outros.
Características Físicas: Cabelos ruivos, lisos e mal-cortados, olhos verdes, pele muito clara, baixa para a idade.
Artista Utilizado: Hayley Williams love*
Breve introdução a Biografia:

De início, achei que ser um meio-sangue seria legal. Divertido. Afinal, meu pai é um deus. Ele poderia me salvar de todos os monstros, certo? Errado. Ser meio-sangue é perigoso, doloroso demais. Ás vezes, dá vontade de deixar que um monstro me mate de vez, pra acabar com o sofrimento. E quanto ao meu pai? Por que ele não nos dá atenção? Tipo, concordo que ele tem filhos demais pra cuidar e tal, mas isso não é desculpa. Ás vezes tenho a impressão que os deuses não são deuses. São monstros.

Biografia:


- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – ouviu-se um berro, vindo de dentro da Casa Grande. Uma garota ruiva surgiu na porta da casa, ainda gritando e pulando em volta da mesa onde o Sr D. e Quíron jogavam pinochle.

Quando a garota finalmente se controlou (algo que demorou pra acontecer, acredite), se sentou sem pedir licença na cadeira que estava sobrando, e bebeu descaradamente um gole da Diet Coke de Dionisio, respirou fundo e olhou para Quíron.

- É sério tudo aquilo do filme de orientação? - perguntou, os olhos verdes brilhando com a possibilidade de ser uma meio-sangue. A garota adorava mitologia grega, apesar de não acreditar que ela era real. Mas agora, basicamente, seu sonho estava se realizando.

- É, é sério, sim - respondeu Quíron, ainda olhando a ruiva com receio de que ela fosse dar uma cambalhota ou algo do tipo.

- Que le-GAL! - disse Audrey, dando mais um grande gole na Diet Coke, enquanto sr D. a olhava com raiva. Arrancou a lata da mão da menina, e deu um gole.

- Olhe aqui, garota. É melhor você me respeitar, ou você pode começar a imitar um golfinho, pra pegar prática. - falou o deus, furioso.

Audrey ignorou sr D., continuando a se dirigir a Quíron.

- Então, que é meu pai. Ou minha mãe, tando faz. - perguntou, na esperança que fosse Zeus, ou Hera, ou alguém realmente poderoso. A menina era orfã, então não fazia a menor idéia se era semideusa por parte de pai ou mãe.

- Este é o grande problema. Não sabemos, até que seu pai, ou sua mãe, nos avise. Enquanto isso, ficará no chalé 11. - respondeu Quíron.

- Hermes, certo?

- Exatamente.

- Certo, mas não é mais prático fazer um teste de DNA ou algo do tipo?

- Esses humanos, acham que tudo pode ser resolvido com um bando de aparelhos - resmungou sr D.

- Não, não é. - Quíron fitou a garota por um momento, avaliando seu sorriso malicioso, e as som,brancelhas arqueadas. Já tinha uma boa idéia de quem era o pai da garota. - Então é melhor ir logo para o chalé 11.

Audrey se levantou da cadeira e olhou o acampamento á sua volta. Mal podia acreditar que passaria a morar naquele lugar maravilhoso.

- Ok então, Mister Pônei. - falou a ruiva.

A menina pegou a latinha de Diet Coke de Dionisio e partiu para o chalé 11, bebendo calmamente. Enquanto andava, ainda pôde ouvir Quíron e sr D conversando:

- Hermes? - questionou Quíron.

- Como é que esses jovens dizem mesmo? É... Pode crer, mano.
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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Ter Maio 26, 2009 1:03 pm

Hey, Karla! Olha só... você não deu muitos detalhes da vida da sua personagem antes do Acampamento. Como era a relação dela com a mãe? Ela tinha algum irmão mortal? Tem algum trauma? Além disso, a Hayley Williams não tem aparência de 12 anos, dear. :S

Então, quando você re-escrever sua bio, posta de novo, que eu aceito, okay?

Qualquer coisa, adiciona no msn: whaat.the.hell@hotmail.com

Agora, eu não sei se posso aceitar minha própria bio, entãããão...

edit da Karol: bio aceita, Lu, VOCÊ SABE x.x
então, Karla, é o que a Lu falou. Conte-nos um pouco sobre como a Audrey vivia antes de ir para o acampamento, como chegou lá, se tinha parentes, amigos, etc etc etc. Não se abstrai a vida normal quando se vem para a colina ;D

agora, sugestõesinhas:

a artista que você escolheu tem 20 anos. Até dá pra ela fazer alguém de 15 ou 16, mas abaixo é forçar um pouco. então, aumenta a idade aí ou troca de pessoa.
se ainda for usar a Hayley, mencione que ela pintou o cabelo, ou, se nasceu assim, o porque e tals, já que a cor não é comum o/

bjos
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Audrey Harrison
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Ter Maio 26, 2009 4:08 pm

Ér, eu sabia que tava faltando alguma coisa >.< Enfim, valeu pelas dicas :D Outra bio :



Dados do Player:

Nome do player: Karla
Comunicadores/E-mail: karla.r.costa@hotmail.com
Idade: 12 anos (pirralha :*)
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Audrey Harrison [meio-sangue]

Dados do Personagem:

Nome: Audrey Harrison
Data de Nascimento: 18 de setembro de 1992
Idade: 16 anos
Local de Nascimento: Portland, Oregon - USA
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Hermes
Características Psicológicas: Sincera, teimosa, sarcástica, folgada, impaciente. Odeia mentiras, e só mente quando é necessário (tipo quando alguém pergunta se foi ela quem roubou uns dracmas da loja do acampamento). Como seus irmãos, adoooora roubar, mesmo sem ser necessário, mas só rouba coisas que não têm grande valor para vítima. Adora ler, principalmente livros de fantasia, e adora a mitologia grega (tanto que teve um ataque histérico de felicidade quando soube que os mitos eram reais). Normalmente, não pensa muito antes de falar, o que acaba, ás vezes, magoando os outros.
Características Físicas:Cabelos ruivos (que parecem artificiais, mas não são), lisos e mal-cortados, olhos verdes, pele muito clara, baixa para a idade.
Artista Utilizado: Hayley Williams
Breve introdução a Biografia:

De início, achei que ser um meio-sangue seria legal. Divertido. Afinal, meu pai é um deus. Ele poderia me salvar de todos os monstros, certo? Errado. Ser meio-sangue é perigoso, doloroso demais. Ás vezes, dá vontade de deixar que um monstro me mate de vez, pra acabar com o sofrimento. E quanto ao meu pai? Por que ele não nos dá atenção? Tipo, concordo que ele tem filhos demais pra cuidar e tal, mas isso não é desculpa. Ás vezes tenho a impressão que os deuses não são deuses. São monstros.

Biografia:


"Meu nome é Audrey Harrison. Tenho 16 anos, e sou, digamos assim, meio-sangue"

Risquei aquilo imediatamente, nervosa; sempre odiei escrever essa coisa de 'quem sou eu' em diários, mas eu me sentia obrigada a fazer isso. Um dia, vou mostrar esses diários para os meus filhos, e eles tem que entender tudo, certo? Dei umas batidinhas no papel com a caneta e voltei a escrever.

"Sou Audrey Harrison. Tenho 16 anos, dislexia, transtorno de déficit de atenção, sou hiperativa, e sou uma semi-deusa. O que significa que meu pai é um deus. Mais especificamente, Hermes, o deus dos ladrões.

É meio complicado explicar, mas os deuses do Olimpo
ainda existem, e continuam tendo casos com mortais. Ultimamente a coisa toda anda meio complicada por causa do meu bisavô (?) Cronos, que quer destruir os deuses, com a ajuda do meu irmão mais velho e retardado, Luke Castellan, mas isso não importa no momento.

Sou orfã por parte de mãe. Ela se chamava Lily Harrison, e morreu de câncer no pulmão por causa do cigarro, quando eu tinha oito anos. Ela era legal comigo, super carinhosa e coisa e tal. Tenho saudades dela. Então eu fui para um orfanato, onde obviamente ninguem me adotou. Quando eu tinha 10 anos, depois de ser expulsa pela terceira vez de um internato, entrei para o Acampamento Meio-Sangue.

Cheguei no Acampamento como quase todos os campistas: perseguida por monstros. Eu e o pessoal do orfanato estávamos em uma excursão de verão em Long Island (não me pergunte porque escolheram Long Island, nunca vou entender as tias do orfanato), quando descobri que um dos assistentes sociais era um lestrigão (um tipo de gigante, que normalmente vive no Canadá. Era realmente um milagre que ele estivesse tão ao sul) que queria me matar. De certa forma, eu fugi para a Colina Meio-Sangue. Só pra constar, eu não sabia que além da colina havia um acampamento, só corri pra lá porque era o lugar mais próximo. Enfim; eu não consegui lutar com o lestrigão, na realidade. Ele lançava bolas de fogo, era meio impossível lutar contra um cara desses. Então, eu só fugi mesmo. Quando cheguei, assisti um filme de orientação, como todos os campistas novatos, e fui pro chalé 11, de onde nunca mais saí, figurativamente.

Fui reclamada por Hermes durante o jantar, no meu quarto dia no acampamento, quando fui levar minha oferenda aos deuses. Não foi uma grande surpresa, na realidade. Quiron, e basicamente metade do acampamento já achava que meu pai era Hermes, então foi como se nada de incomum estivesse acontecido.

Não sei se realmente importa contar isso, mas minha mãe realmente gostava de Hermes. Ela nunca namorou outro cara desde que ele a abandonou. Ele se conheceram durante as férias dela na Flórida. Dizia que ele era super gentil com ela, e que era lindo também o que acaba deixando óbvio o motivo de eu ser mais bonita que metade do chalé de Afrodite, cofcof. Ela nunca me contou muito sobre isso, mas dava pra notar que ela não havia esquecido meu pai.

Nunca recebi uma missão. Apenas saio do acampamento para o solsticio de inverno, e para contrabandear umas coisinhas básicas que não têm na loja do acampamento. Não gosto de ficar presa aqui. Queria ajudar a destruir o retardado do Castellan, mas eu não sei como. Não sou lá uma campista muito especial, tipo o Percy Jackson, de Poseidon. Sou só mais uma filha de Hermes. Não tem nada de especial em mim. Sou só mais uma semideusa abandonada. Acho que é só isso. "


Confesso, esse final ficou meio emo, mas fazer o que? É verdade. Hermes não liga para nós. Provavelmente, está mais preocupado com Luke, que está mais preocupado em matá-lo. É a vida.

Entrei no chalé 11 e me deitei em meu beliche, esperando que o sono viesse logo.
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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Ter Maio 26, 2009 4:57 pm

Aceita! Bom joooogo!
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Clarissa Belacqua
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Idade : 25

MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Dom Jun 07, 2009 3:55 pm

Dados do Player:

Nome do player: creme/laura
Comunicadores/E-mail: cream.osa (msn)
Idade: 14 (14/07/94)
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Clarissa Belacqua por enquanto /o/

Dados do Personagem:

Nome: Clarissa Victoria Belacqua
Data de Nascimento: 14/07
Idade: 16
Local de Nascimento: Roma, Itália
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Deméter.
Características Psicológicas: Corajosa ao ponto de ser tachada de estúpida, teimosa, sarcástica ao ponto de ser engraçada. De um gênio difícil e quase impossível. Sabe ser cínica e é ótima em teatro, portanto consegue enganar todos ao seu redor facilmente. É amável com poucas pessoas e tem um senso de justiça inflexível.
Características Físicas: Alta, esguia e magra. Não é corpulenta e muito menos uma vareta, um meio-termo. Cabelos longos e escuros com mechas claras, cacheados. Pele morena clara, olhos grandes, íris de cor azul na parte externa e verde claro na parte central.
Artista Utilizado: Amanda Bynes

Biografia:
Sabe quando se acha que tem a vida perfeita e quando se está no auge da felicidade aos sete anos de idade?
Isso é o que eu chamo de mentira.

E mau eu sabia que vivia no meio de uma.

Eu nasci em Roma, num rancho um tanto afastado da cidade. Lá era o meu céu.
Árvores grandiosas, uma casa bela, mas simples, um lago com vários peixes, um estábulo e livros. Muitos livros que eu lia lentamente, graças à dislexia. E somente eu e minha avó vivíamos naquele lugar.
Naqueles tempos, ela era minha mãe, meu pai, meus irmãos - ela era a família inteira que eu desconhecia. E eu a amava.
Eu sempre fui educada em casa por ela, então nunca fui realmente 'a que tem amigos', porque meus únicos amigos sempre foram os que eu imaginava ou meus cavalos, e ambos não eram poucos.
Passando minha infância praticamente inteira no rancho, com os cavalos e árvores, eu posso dizer: eu sempre vivi bem. Mas, de alguma foma, sempre soube que aquilo iria acabar.
Minha rotina era sempre acordar e ainda com pijamas, correr para fora da casa com um livro na mão e escalar um carvalho que ficava perto da lagoa. Seus galhos eram fortes e a brisa que batia ali era agradável. Eu amava aquela árvore desde que tinha nascido. Depois de algum tempo lendo, minha avó sempre me chamava para tomar café e comer bolo.
Mas um dia, quando eu tinha quinze anos de idade, ela simplesmente não apareceu.

Sabe quando acontece uma coisa inesperada e você sente uma dor no peito?
Isso é o que eu chamo de desespero.


Fui para a cozinha com os pés sujos de barro e marcando minhas pegadas pela casa com a sujeira. Vovó iria me matar.
Andando calmamente pela cozinha, eu a vi deitada inconsciente e entrei em desespero total. Peguei o telefone e liguei para uma ambulância.
Aquela foi a primeira vez que eu saí do rancho.
Vovó não estava nada bem, e no seu quarto, no hospital, ficava só dormindo. Respirava calmamente, como se não houvesse nada errado. Mas havia.
De madrugada, eu ainda estava com os mesmos pijamas e os pés sujos, dormindo debruçada na cama, ela acordou e eu acordei com ela sorrindo para mim.
Ela me entregou uma chave que normalmente ficava presa a uma corrente em seu pescoço e disse "Abra meu porta-jóias e você entederá tudo". E ela fechou os olhos como se fosse dormir. Mas nunca mais acordou.
Saí correndo do hospital, peguei um táxi e fui para casa. Não iria aguentar mais ficar ali.
Abri o porta-jóias e achei só uma carta endereçada à mim. A abri, demorei algum tempo para lê-la, mas depois de alguns minutos consegui. E o que havia escrito lá me fez querer nunca ter nascido. Mesmo.
Mas, por alguma razão, peguei minha mochila e enfiei tudo que consegui dentro dela.

"É um lugar bom, você vai ficar bem lá.
Não se esqueça que eu te amo."

Essa foi a única coisa que se passava a minha mente enquanto eu partia.

Sabe quando você deixa tudo para trás e segue em frente?
Isso é o que eu chamo de esperança.
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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Dom Jun 07, 2009 7:49 pm

Nossa, amei sua bio *-*

Aceita! Bom jogo!

Gostaríamos de lembrar também que esse tópico é destinado somente a postagens de biografias de personagens.
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Oliver Gun
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Jun 13, 2009 5:13 pm

Citação :
Dados do Player:

Citação :
Nome do player:João
Comunicadores/E-mail:FERRAZ-9@hotmail.com
Idade:12 (no coments)
Personagens: --

Dados do Personagem:

Nome:Oliver Michael Gun
Data de Nascimento:10/10
Idade:19
Local de Nascimento:Londres
Filiação (pai ou mãe olimpiano):Athena
Características Psicológicas:O que mais se destaca nele é a ansiedade, isso faz com que Oliver sinta dores fortes na cabeça. Ele, com um trauma de infância, não consegue ficar em lugares abafados, isso acontece pelo fato de perder um amigo.
Características Físicas:Magro, fraco, cabelos negros como carvão, olhos azuis. Fisicamente Oliver não se parece nem um pouco com um filho de um Deus.
Artista Utilizado:Milo Vertimiglia
Breve introdução a Biografia:

"Vejamos aqui um intruso! O que quer? Saber de mim? Acho mais fácil você voltar do núcleo da Terra com vida..."

Biografia:

30/05/2005


Jornais Americanos divulgando um trágico acidente de Navio, perto da costa Européia.

"2080 mortos e apenas 15 com vida..."

Isso se resumia a televisão. Nada além disso passava, famílias desesperadas, amigos com muitas dúvidas. Oliver decidido á ver se Klaus (seu colega de vizinhança) era um desses sobreviventes. Ele não sabia o que tinha acontecido para o navio naufragar, ninguém explicava as dúvidas das pessoas. Em suas casas, mães, pais, conhecidos ficam indecisos, perplexos, sem saber o que fazer. Opções eram poucas, mas ele parecia a única pessoa que sempre tinha uma carta na manga.

Chegado ao porto onde se encontravam os sobreviventes e os mortos, nenhuma pista de Klaus. Será que ele estava mesmo morto? Era a pergunta mais frequente que vinha á sua cabeça.

Uma semana depois...


- Nenhuma pista? - Perguntava Oliver sentado no quarto - Nada? Tem certeza? Ele tem que estar vivo! Eles tem que estar vivo!

- Filho, acho que deve se acalmar mais - Dizia o seu pai (Michael) - Eles ainda não encontraram, mas isso não quer dizer que tudo acaba aqui.

...


Anos depois e depois e nada, agora era só seguir em frente, afinal a vida não para por aí. Após esse trágico episódio da vida o único á fazer é ter esperança. Embora nada ter sido encontrado não podemos parar de ter esperança. Oliver se encontrava na sua nova casa, ainda em Londres, só que em outro bairro, já que o fantasma de Klaus o atormentava dia e noite; era quase impossível viver ali, cheio de coisas desagradáveis e macabras. Até a vida se tornara difícil. O filho da Deusa Athena se achava em estado emocional de choque e toda noite sonhava com um campo de treinamento, que ele já conhecia, mas não sabia de onde. Seu sonhos sempre lhe dava um pista de como era esse tal lugar. Até que lhe veio um dia á mente a ideia de perguntar pro seu pai se aquilo tinha alguma coisa á ver com a sua mãe. E inesperadamente, tinha. Aquele acampamento era uma das coisas citadas no diário que sua havia deixado encima da cama. Lá várias coisas eram reveladas. Bem, ele já sabia da parte que era filho de Athena, mas não de que seria treinado para ser um "herói". A fantasia era um pouco mentirosa, e um pouco impossível de acreditar.

Agora as coisas mudavam, para melhor. Seu pai levou uma semana pra se conformar com a ideia simples de deixar o filho partir. Mas aquilo seria melhor, bem melhor que ter que conviver com um fantasma.

O dia da partida chegou, embora seu pai ainda não se conformasse, era preciso.

- Te cuida - Dizia beijando a testa de Oliver.

- Idem pai - Era mais fácil Michael ficar em perigo do que Oliver, afinal ele era o filho de uma Deusa.

E partiu...

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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Jun 13, 2009 5:27 pm

a bio já é um charme e tu ainda usa o Milo Ventimiglia?

puffs

claor que tá aceito XDD'
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Scarlet Veronique
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Dom Jun 14, 2009 10:37 pm

Dados do Player:

Nome do player: Dahi
Comunicadores/E-mail:dlindamattos@hotmail.com
Idade:18
Personagens (cite, inclusive, suas espécies):x

Dados do Personagem:

Nome: Scarlet Veronique
Data de Nascimento: 04/08/1990
Idade: 19 anos
Local de Nascimento: Washington DC
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Ares

Características Psicológicas: Em geral, para descrever Scarlet, a primeira palavra que vem a cabeça para seus conhecidos é “Agressiva”. Bem, o adjetivo não é empregado em vão. E ela não é só agressiva psicologicamente. Ela é literalmente agressiva. Então, se você não quer sair de olho roxo ou com um nariz quebrado, não pise no calo dela. Definitivamente o antônimo de dócil, ela é aventureira, insensível, maliciosa e extremamente arrogante. Tem sempre uma boa tirada na ponta da língua e não deixa nada que é do seu interesse passar. Consegue tudo o que quer, independente do que seja; e quando as exceções não a deixam realizar o feito, ela passa por cima da melhor forma que consegue. Odeia parecer “fofinha” ou uma garota Barbie para os outros, apesar de seu estilo ousado e sempre arrumado. Aprendeu a ser vaidosa devido a sua criação. Raramente é vista sem estar bem produzida, maquiada e com uma de suas centenas de botas. Ela é relativamente maldosa e bastante corajosa (além de MUITO direta e determinada). Na realidade, essa coragem já a colocou em poucas a boas, mas a impulsividade é realmente um de seus piores defeitos. Poderia vir a ser uma qualidade; mas não no caso dela. Ela não pensa em nada antes de fazer algo. Simplesmente faz e só depois “descobre” as conseqüências. Assim é com a coragem. Apesar disso, não costuma se arrepender do que faz. A vida é uma aventura pra ela e Scarlet só quer se divertir. Muito entretanto, não obstante a sua pouca idade, Scarlet não é nada infantil. Suas reuniõezinhas com os amigos da alta roda às vezes ultrapassavam até o Sexo, drogas e o Rockin Roll. Já provou de praticamente tudo o que esse tipo de coisa oferece e, apesar de ter a cabeça no lugar, costuma dar suas escapadas e perder completamente o juízo. Odeia que subestimem ou lhe dêem regras, apesar de que sabe muito bem se portar e elegância é algo que não falta nela. É sincera com seus amigos e os defende com unhas, dentes, punhos, pontapés e joelhadas. O difícil mesmo é conquistar sua amizade; afinal, não é nada fácil lidar com um gênio desses. Ela não simpatiza rapidamente com alguém, mas é extremamente leal quando o faz.

Características Físicas: Morena, relativamente alta, olhos castanho âmbar e aparência atraente. Costuma ter uma postura sempre ereta, orgulhosa.

Artista Utilizado: Vanessa Hudgens



Biografia:

Scarlet nasceu num dia ensolarado de agosto. Sua mãe, Amelia, era descendente de franceses, e obcecada por filmes clássicos. Então, quando viu que teria uma filha, o primeiro nome que veio a cabeça da loira foi Scarlet.

Sim. Exatamente como Scarlett O’Hara, de ...E o vento levou. Amelia queria que a filha fosse forte como a personagem que admirava. Sem dúvida, ela estava correta.

Amelia Veronique não sabia muito sobre o pai de sua filha. O que eles tiveram pode ser descrito como um ‘romance de verão’. Nem isso, talvez. Se conheceram num bar, enquanto Amelie, uma recém-formada em veterinária, estava celebrando a formatura com as amigas.

Saíram algumas vezes, e, no final do verão ele foi embora, deixando Amelie grávida. Ela ficou super feliz quando o obstetra anunciou que ela esperava uma menininha, e começou a comprar o enxoval. Quando a morena nasceu, Amelia ficou com lágrimas nos olhos.

Ela criou Scarlet da melhor forma que podia – ou da melhor forma que uma mãe solteira pode criar uma criança com instintos destrutivos, mesmo tendo uma situação financeira... agradável. Não demorou muito para que a moreninha fosse considerada hiperativa, e diagnosticada com déficit de atenção. Mesmo assim, Scarlet teve uma infância feliz. Simples, mas feliz. Ao menos, até ela completar onze anos e começar a se dizer perseguida por uma mulher “com as pernas de bronze”. Mal sabia ela que se tratava de uma empousa, a criatura grega em que as lendas de vampiros foram inspiradas.

Quando Scarlet percebeu, estava fugindo para Long Island, para um lugar que o ruivinho de sua classe de inglês chamara de “Acampamento Meio-Sangue”. A menina ficou realmente surpresa quando descobriu que ele era metade bode. David – era esse o nome do sátiro – explicou a ela tudo o que Scarlet não entendera sua vida toda.

Amelia prometera a filha que a levaria até o Acampamento, junto com o garoto-bode. Chovia, e a mulher loira estava apreensiva. Sabia que sua filha corria perigo, e, apesar de no início achar tudo aquilo loucura, começara a admitir que muita coisa que David explicara fazia sentido. Isso queria dizer que o homem com quem ficara há mais de uma década, era um deus. Amelia sentiu cada uma das suas crenças caindo por terra. Quando criança, foi educada dentro do catolicismo, e praticava a religião. Então tudo aquilo que lhe foi ensinado era mentira? Um só Deus, com o poder absoluto, não era real?

Engoliu em seco, sentindo lágrimas despontarem dos olhos.

- Mamãe? Você está bem? O que houve? – ouviu a voz da menininha soar, e sua cintura foi envolvida desastradamente por dois bracinhos.

Amelia sorriu.

- Sim, querida. Volte para seu lugar e ponha o cinto, por favor. – pediu, sorrindo para a menina.

Scarlet arregalou os olhos de pavor.

- Aquela não é...

- A empousa! – o sátiro concordou. – Cuidado, Sra. Veronique!

Contudo, já era tarde demais. O monstro ruivo subiu no telhado do carro e rugiu, furiosa.

- Parabéns! – disse, em voz debochada. – Conseguiu chegar a 200m da Colina.

A empousa quebrou o vidro dianteiro, e Scarlet gritou. Amelia perdeu o controle do carro, que capotou.

A menina sentiu o cheiro de sangue.

- NÃO! – ela rosnou, ao ver a quantidade de líquido escarlate que saía de sua mãe. – OLHA O QUE VOCÊ FEZ!

- Scarlet... – David murmurou, num estado semi-consciente. – Passe do pinheiro. E tome... – ele entregou a ela uma faca, que reluzia com uma luz fraca.

Bronze celestial.

A morena surpreendentemente ilesa correu na direção da árvore, lágrimas misturando-se as gotas de chuva, enquanto ela corria para salvar sua vida.

- Onde você pensa que vai, filhote de deus? – cantarolou o monstro, e Scarlet congelou.

A empousa estava a frente dela, deslumbrante. Os cabelos ruivos contrastavam com a pele de mármore, e os olhos verdes estavam cravados na menina, um brilho sinistro neles. Os lábios rubros estavam torcidos num sorriso, e naquele momento o monstro achou que tinha finalmente conseguido pegar a garota.

Mas Scarlet saiu do transe, e fechou o punho no entorno na faca, e, num movimento rápido e feroz, espetou-a no peito do monstro, que se desintegrou em chamas.

Respirando com dificuldade, e com as pernas tremendo devido a descarga de adrenalina, Scarlet transpassou a barreira mágica do Acampamento.

***

A partir daí, podemos dizer que a coisa desandou.

A morte da mãe deixou uma marca mais do que profunda em Scarlet, que se tornou o clichê da garota rebelde. Com os olhos sempre marcados de preto, um sorriso sacana no rosto e um histórico e personalidade que a precediam, a filha de Ares (ela foi determinada uma semana após sua chegada ao Acampamento) mais revoltada de que se tem notícia era temida e respeitada por todos. Qualquer um já ouvira falar nas loucuras que a morena fazia fora do Acampamento – coisas que é melhor nem se comentar aqui. Alguns desses rumores eram somente isso, rumores, contudo, uma parte considerável era verdade ou não passava muito longe da verdade.

Pode-se resumir Scarlet Veronique na seguinte expressão: sexo, drogas e rock’n’roll.
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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Seg Jun 15, 2009 6:36 pm

Aceita, Dahi! Divirta-se e bom jogo! *-*
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Claire Bee
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Seg Jun 22, 2009 4:02 pm

Dados do Player:

Nome do player: Hannah <3
Comunicadores/E-mail: british.candy (Y!M)
Idade: 16
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): nenhum o/

Dados do Personagem:

Nome: Claire Bee
Data de Nascimento: 01/12/1991
Idade: 17
Local de Nascimento: Londres, Inglaterra
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Afrodite
Características Psicológicas: Espontânea. Por seu pai ter feito tudo pra ela, as vezes podem a considerar preguiçosa. Seu jeito vai de meigo à insano, e as vezes extrapola e revela seu verdadeiro "eu" que é bagunceira e animadora. Influenciável, rebelde, vaidosa, nunca egocêntrica. Não acha que por ser filha de afrodite é melhor que os meio sangues, mas acha que os outros meio sangues não podem contar vantagem por isso. Quer ser amiga dela? Seja você mesmo, e fale pelos cotovelos.
Características Físicas: Loira com cabelos de médios a grandes, na maiorida das vezes repicado, rosto triangular, boca fina, olhos redondos e olhos azuis, magra, estatura mediana.
Artista Utilizado: Evan Rachel Wood
Breve introdução a Biografia:

" Claire Bee Yourself "

Biografia:

Agora sim eu sabia porquê eu não entendia nada. Eu tinha problemas de dislexia. Mas... logo eu? Isso tinha a ver com minha sumida mãe. E eu ia descobrir, ah se ia.

- Qual era o nome da minha mãe? - disse mexendo com a colher a minha comida. Amanhã ia ser meu aniversário de 7 anos e eu queria saber. Meu pai hesitou e continuou.

- Afrodite. - ele respirou fundo. Ah, ela só podia ser linda! Pra ter esse nome... Ah, eu devia ter puxado muito mais ela. Meu pai é moreno dos olhos cor de mel e cabelos pretos. Eu era o contrário.

- Ela não tem sobrenome? - perguntei sorridente, quer dizer, banguelamente e meu pai balançou sua cabeça. Hm... Não tinha o sobrenome dela em minha certidão de nascimento, e meu pai diz que ela não tinha um sobrenome?

Caiu minha ficha no dia seguinte.

Tentei entender melhor. Impossível. Ele me explicou melhor e me falou do acampamento meio-sangue.
Eu era filha de uma deusa com um mortal.

Desde então frequento todo verão, pelo menos até agora.

O irritante barulho do despertador me... desperdou. Estava em uma rádio que estava tocando musicas de Bruxelas. De Bruxelas! Ah que merda, eu mereço. Ah sim, não se esqueça que hoje eu teria que ir para o acampamento meio-sangue. Eram quase oito horas da manhã. Ah sim, eu tenho quase certeza que poderia "faltar" essas férias e ir pra algum lugar menos interessante. Cof.

- Leva.. nte? O que está fazendo C? - disse meu pai quase que com um pingo de desapontamento. Conhecia aquele rosto de "deixa eu fazer isso pra você". E isso não era um fardo, meu pai fazer quase tudo para mim. Ele fala que eu sou especial e blá bla bla.

Eu bufei e sorri sem vontade. - Pai, eu preciso fazer algo. Algum dia pelo menos. - olhei para suas mãos, que abrigavam uma bandeja com guloseimas. Só meu pai. - Nossa, até isso. Ok, devo ser muito especial pra ganhar café da manhã - ri.

Eu estava tão sonolenta que poderia nem comer nada. Mas lá estava, Gerret com o maravilhoso English Breakfast. Estava com uma blusa de tricô com uma cor de rosa velho e uma blusa branca por baixo, uma saia jeans clara, e sapatos brancos. Ia ser mais um verão qualquer, MAS, eu iria passar não só o verão inteiro, mas como o resto do ano. Essa decisão foi minha. Me sentia culpada por deixar meu pai sozinho, mas, era melhor para mim e para ele.

Olhei diante da janela. - Sonharei como se eu viverei para sempre, mesmo sabendo que eu poderei morrer hoje.
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Nyx
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Ter Jun 23, 2009 6:53 pm

aceita! Bom jogo, divirta-se, blablablá (:
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Amber Swann
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qua Jun 24, 2009 2:56 pm

Dados do Player:

Nome do player: Fire
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Idade: 17 anos
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): ---


Dados do Personagem:

Nome: Amber Swann
Data de Nascimento: 25/08/1991
Idade: 17 anos
Local de Nascimento: New York
Filiação (pai ou mãe olimpiano):
Deméter
Características Psicológicas:
Age como mãe da irmã gêmea
mais nova, principalmente depois que os pais morreram. Muito calma, amiga,
paciênte e educada, tenta nunca distratar ninguém mesmo que não goste muito da
pessoa. É bastante responsável e muitas vezes é considerada a “mãe” do grupo.
Seu comportamento vai mudar um pouco quando for pro acampamento, como por
exemplo: perder um pouco a paciência de vez em quando e agindo por impulso
ainda mais do que de costume.



Características Físicas: Vide Avatar
Artista Utilizado:
Hilary Duff



Biografia:


Foi um verão difícil, aquele... tínhamos apenas 16 anos
quando eles se foram. Meus pais planejaram uma viagem pelo mar, em um navio
maravilhoso e luxuoso que pudemos até conhecer. Era de uma classe jamais vista
e ficamos todos encantados, mas nós duas, eu e minha irmã, não podíamos ir
nesse, dizia mamãe. Era uma viajem só deles. Que se ainda quiséssemos ir,
iríamos outro dia, mas não nesse. Com um abraço forte dos dois e juras de amor,
eles partiram e nós voltamos pra casa, junto com uma tia nossa que ficaria de
olho na gente até a volta. Mas essa volta nunca aconteceu. Dias depois a única
coisa que nos foi informada sobre o acidente, fora que um acidente aconteceu no
mar, e papai e mamãe não voltariam mais. Arrumamos nossas coisas – tudo que
queríamos podíamos levar, até o que era deles, e assim o fizemos, pegamos tudo
o que achamos necessário – e nos mudamos pra casa dessa tia, com seu marido. Choramos
por algum tempo, embora eu tenha chorado escondida a maioria dele; minha irmã
era mais nova e sempre senti uma forte sensação de que devia protegê-la. Logo,
isso se acentuou depois que ficamos sozinhas, e eu agia quase como mãe dela.






Junto com nossa chegada, ganhamos uma nova empregada na
casa. Sim, morávamos agora em uma mansão linda, um pouco grande pra duas
pessoas – digo duas por antes morarem só nossos tios, e agora só nós duas, já
que pouco aparecem em casa – mas era bem... legal. Nossos novos responsáveis
não eram maus ou nos ignoravam, eles simplesmente não apareciam muito em casa. Digo, quando
estavam em casa não estavam de fato em casa, entende? Um dormindo e outro no
escritório, um na sala telefonando sem parar e o outro dormindo, enfim,
tínhamos a casa só pra nós. Eles também não se importavam muito com o que
fazíamos, desde que estivéssemos bem vivas, pra ser mais
exata
, mas no resto, como notas de escola, hora pra chegar ou se
dormíamos em casa ou não, não era importante. Okay, só dormíamos em outro lugar
quando esse outro lugar era casa de Josh, então não posso afirmar que não
importaria se dormíssemos em outro lugar, mas concluo que sim. Recebíamos uma
boa mesada e aos 16 anos cuidávamos de nós mesmas – eu cuidava de nós mesmas -,
comprando a comida que íamos comer durante o mês, comprando roupas novas, material
escolar, etc. E sobre a empregada, meu deus, esqueci... Bom, Tonya era o mais
perto de um carinho tínhamos; ela perguntava sobre as notas às vezes, parava
pra conversar com a gente, perguntava sobre as novas amizades e nos ajudava a
estudar para prova às vezes. No começo era bem protetora ou algo assim, mas
depois de entrarmos na nova escola, passou a ficar menos conosco, só cuidando
de longe. Poderia dizer que isso tinha haver Josh, mas na época não tinha
certeza, então era só uma outra conclusão, pois se eu e minha irmã nos
sentíamos seguras com ele, Tonya também sentia.




O primeiro dia de aula é sempre um pouco complicado.
Poucas pessoas se aproximaram de nós naquela semana – e nas próximas – só mesmo
Josh Calling o fez. Ele era um garoto de cabelos dourados e uns olhos tão
claros que me faziam ficar querendo só olhar pra eles por horas. Logicamente,
eu não podia fazer isso e não faria, pois não é muito legal ficar encarando os
outros, mas algo me dizia que Josh não era outro... ele era o Josh, e isso
explicava tudo – embora não explicasse nada. No primeiro dia não lembro de
tê-lo visto, mas não posso dizer que ele não estava lá, já que não prestei
atenção. Minha atenção estava virada pra todos aqueles pares de olhos curiosos,
intrigados e invejados nos olhando sem parar. Ficamos sozinhas nesse primeiro
dia, ninguém se aproximou – não que eu ligue, já que me sinto suficientemente
completa só com minha irmã. O chato foi ficar sendo encarada... quase que eu
fui perguntar qual a razão pra tanta inveja, mas não seria um bom começo pra se
fazer amigos. No segundo dia, eu o vi olhando pra mim, mas o jeito com que ele
olhava era diferente dos outros todos que eu já conhecia ,
era doce, compreensivo, amigo, seguro. Ele passou um bilhetinho aonde só tinha
um “Oi”, bem pequeno pro tamanho do papel, e me fez fazer cara de “ouwn” quando
li. Minha irmã escreveu outro aonde só continha outro “Oi”, e ele deu o sorriso
mais lindo do mundo quando leu. Trocamos nomes, e quando o sinal tocou ele se
aproximou para começarmos nossa enorme conversa sobre tudo. Andávamos nós 3
sempre juntos depois daquele dia, nos tornando melhores amigos.



Nas ultimas semanas daquele mês, volta e meia alguma
menina nova vinha pra “roda de amigos” que acabava se formando entre nós 3 na
hora do intervalo. Eu sentia cada vez mais que, embora boazinhas, todas eram
meio... como posso dizer... ”Humanas Demais”? Sim, não tinham os mesmos assuntos
interessantes que compartilhávamos com Josh. Porem, ele dizia que elas eram
boas pessoas e devíamos dar uma chance, e tudo mais – sempre me enrolando e
deixando-as por perto por pelo menos uma vez por dia. Quando esse dia tinha
duas visitas desses amigos, eu pedia licença e começava a ler o livro que
tínhamos ganhado dele. Um livro estranho, mas bastante interessante sobre
história, aonde só continha a parte que estudava os Deuses do Olimpo. Esse
livro tinha mais alguma coisa diferente dos outros, só que eu não conseguia
identificar o que era, estava muito focada em ler e aprender mais e mais. Me
fiz essa pergunta diversas vezes até descobri o que nele era diferente de todos
os outros. Depois de mais uma tarde com esses amigos de escola, estava
folheando as páginas do livro enquanto pensava sobre o livro prender muito a
minha concentração e o quanto eu queria ler mais... quando eu reparei: ler! Eu
consigo ler! Sim, eu não conseguia fazer isso muito bem, um professor meu
detectou dislexia em mim e minha irmã, dizendo que poderia ter herdado dos meus
pais e enfim. Mas esse eu podia ler... como eu podia ler? Minha irmã também
podia, pois nunca tinha reclamado e demonstrado dificuldades. Fiquei curiosa e
comecei a passar os dedos nas palavras na intenção de identificar o tal motivo,
um amigo do meu lado disse curioso
Hey, você sabe ler em Grego?!
– Okay, foi um choque. Depois disso foi tudo
muito rápido; Josh chamou atenção de todos para alguma coisa que eu não me
lembro o que era, o sinal tocou e não tive tempo pra falar com ele sobre isso
naquele dia.




x.x.x



Algum tempo depois de viver ao lado de Josh, comecei a
enxergá-lo de uma forma diferente. Eu não sei bem quando passei a vê-lo dessa
forma, só sei que quando me dei por conta, ele era o único garoto que eu
queria. Nada da parte dele mudou; ele não sabia ou não parecia sentir o mesmo,
e como não custa tentar, parti para a primeira opção: “Se ele não sabe,
mostrarei a ele”. Conseguia horas sozinha com ele para conversar, estudar, até
ver um filme, e não só dava indiretas como também provocava. Novas
brincadeiras, assuntos mais pessoais, ações que normalmente não eram muito
comuns para amigos, etc. E nada, até que os alunos da nossa escola resolveram
fazer uma festa a fantasia no último dia de aula. Ficamos dias conversando
sobre nossas fantasias e minha irmã e eu escolhemos a mesma, só a cor que
diferenciava, e mesmo assim muito pouco já que eu fui de lilás e ela de roxo. Mas
o tema de “bruxa-princesinha” era o mesmo. Josh acabou se atrasando e acabamos
chegando na frente dele (quando normalmente, ele nos escoltaria até lá). Todos
estavam de alguma forma mascarados e não reconheceríamos ninguém se não viessem
falar conosco, ou fossemos falar com eles. Estávamos em um canto do salão,
cercada de umas 3 amigas, esperando Josh que viria de guerreiro ou algo assim,
quando reparei que um... homem mascarado, todo de preto e sem mostrar nenhuma
parte do corpo, exceto os olhos negros, me encarava de um jeito um tanto
diferente. Fiquei curiosa e olhava de volta algumas vezes, mas não tive vontade
nenhuma de ir até lá. Quando minhas amigas repararam, ficaram brincando de
implicar comigo dizendo que eu já tinha despertado corações ou coisas do tipo,
enquanto eu só morria de curiosidade pra saber quem ele era. Não podia ser Josh,
já que este viria de guerreiro. Mas então... quem seria? Pouco tempo depois ele
apareceu sorridente na porta do salão, acenando para onde estávamos, mas sua
expressão mudou enquanto se aproximava, como se estivesse sentindo algo
estranho no ar. Perguntou-nos se estava tudo bem e uma das meninas respondeu – Sim, mas parece que pra aquele menino não
– apontou pro homem sem rosto. – Parece
que Amber está despertando corações
– riu e as outras brincaram. Entre
tanto, Josh não pareceu gostar e olhou pra ele com uma cara um tanto feroz. Me
senti tão feliz naquele momento, pensando que ele estivesse com ciúmes
e que após isso nos beijaríamos e viveríamos felizes para sempre.
Quando mais tarde viria a saber que o homem mascarado não era um apaixonado por
mim, e que o meu príncipe encantado não estava com ciúmes, e sim, me protegendo
de um monstro.


Última edição por Amber Swann em Qua Jun 24, 2009 2:59 pm, editado 1 vez(es)
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Amber Swann
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qua Jun 24, 2009 2:57 pm

A festa acabou cedo pra nós 3, com nosso guerreiro
dizendo que não estava muito bem e gostaria de ir embora. Como já tínhamos
aproveitado bastante a festa e não tínhamos mais nada pra fazer, concordamos e Josh
nos levou pra casa. Ele entrou e ficamos conversando no quarto de Jackie por
algumas horas, até que ele finalmente pediu o que eu senti que queria pedir
desde que saímos da festa: – Posso ficar?



Todos tomaram banho, nos arrumamos e, voltamos a
conversar. Mas ele ainda parecia querer falar alguma coisa. Só que dessa vez eu
fui mais rápida...




– Diga logo o que quer, Josh. – Disse
assim que o silêncio tomou conta do lugar por alguns segundos. Ele pareceu
surpreso de início, mas logo depois relaxou.



– Ahn... é que... eu queria chamar vocês duas pra um acampamento
de verão.
– Pensou um pouco em como continuar
e por fim... – Eu vou, e não queria
ficar sozinho.
– Agora foi minha vez de pensar. Um acampamento de verão?
Será que seria bom? Ele explicou o resto como sendo um acampamento normal,
contou que éramos divididos em 12 casas, mas que com certeza eu e minha irmã
ficaríamos juntas. Que as 12 casas tinham nomes de Deuses do Olimpo – sendo aí
que nos interessamos mais – e podíamos praticar o esporte que quiséssemos.
Também disse que era bem mágico e lindo, e que sem dúvidas iríamos amar. Olhei
pra minha irmã que também sorria e concordamos mutuamente.




Nossos tios chegaram assim que estávamos saindo e tivemos
que parar pra explicar. Eles pareciam surpresos demais e quando explicamos,
ficaram um pouco preocupados, mas Josh explicou tudo de novo e de uma forma
melhor, assim como Tonya, e tivemos permissão deles – como se fosse justo que
eles impedissem, logo que nunca ligaram muito para nós – tendo só que responder
se estávamos com dinheiro suficiente, se tínhamos comprado tudo que
precisaríamos e coisas básicas. Tonya nos levou até lá, acredita? Mal sabia que
ela sabia dirigir. Conversamos sobre coisas diversas durante a ida, enquanto eu
e minha irmã observávamos encantadas algumas paisagens jamais vistas. Paramos
perto de uma colina e Josh apontou um pinheiro enorme dizendo que o acampamento
ficava do outro lado. Minha irmã perguntou algo mais sobre o pinheiro e ele
prometeu contar a história dele pra nós – me fazendo comentar mentalmente: nossa, acampamento legal. Até um pinheiro
tem história.




Estacionamos e tínhamos Tonya de um lado e Josh do outro
– pelo menos até o alto da colina, quando Tonya se despediu de nós e disse que
ficaria por ali –, nos guiando até uma casa linda que tinha como vista todo o
perímetro do acampamento. Reparei nos monumentos gregos erguidos em todos os
lugares e me encantei; tudo que eu tinha lido e visto no livro, estava alí!
Quase perguntei se tínhamos entrado na Grécia e não tinha reparado. Crianças,
adolescentes da nossa idade e alguns um pouco mais velhos, corriam pelo
acampamento e brincavam de diferentes coisas. Todos com uma camisa horrível laranja com as escritas “Meio – Sangue”. A poucos metros da
casa, Josh se postou a nossa frente quase ao mesmo tempo em que um centauro se
encaminhava na nossa direção. Eu não sei quanto a minha irmã, mas eu estava
petrificada. Josh disse pra ficarmos calmas, que estava tudo bem e que ele era
um guardião ou algo assim, não me lembro bem o que ouvi naquela hora.


– Ahn... Josh? Existe algo que esqueceu de nos contar?



Ps: As gêmeas usam desde pequena uma pulseira com um
pingente em formato e desenho da planta do trigo – Deméter. Alem de um D
escondido no mesmo.
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Jackie Swann
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qua Jun 24, 2009 3:11 pm

Dados do Player:

Nome do player: Ayla Mendonça
Comunicadores/E-mail: ayla_mendonca@hotmail.com
Idade: 15
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): x

Dados do Personagem:

Nome: Jackie Swann
Data de Nascimento: 25/08/1991
Idade: 17
Local de Nascimento: Nova Iorque
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Deméter
Características Psicológicas:
Sua característica marcante é o sarcasmo e a irresponsabilidade. Sempre vira a noite em festas – ou virava – e gosta de uma boa diversão. É divertida quando quer e sempre extrovertida, mas se irrita com grande facilidade o que é um perigo, já que não é nenhum pouco equilibrada.
Tem TDAH assim como a irmã, mas nunca chegou a ponto que assustasse os pais, pois não tinha nenhum componente de hiperatividade - exceto quando exagera nas doses de álcool. É impulsiva, não pensa muito nas coisas que fazem e não consegue dar atenção a alguma coisa por mais de cinco minutos, sempre sendo chamada de distraída.
É bem fechada e não se abre com facilidade para as pessoas, ainda mais depois da morte dos pais, mas nunca foi de demonstrar sentimentos, pois os considera fraqueza.
Não é facilmente passada para trás e gosta de enfrentar seus inimigos no punho, acha que é a única forma de dar a eles o que merecem e nunca se importou muito com limites.
Simplesmente rebelde e radical ao extremo.
Características Físicas: igual a Amber
Artista Utilizado: Hilary Duff
Breve introdução a Biografia:
Eu estava sendo injusta. Eu sei que estava. Injusta e falsa, porque, por mais que eu abrisse sorrisos para Amber, não era assim que eu verdadeiramente me sentia e não era ali que eu queria estar.
Uma tola e insolente, afinal, nós tínhamos tudo naquele acampamento, colegas, amigos e, acima de tudo, uma mãe, mas isso não completava o vazio que eu sentia de ter uma família.

Biografia:
Não havia se passado muito tempo desde que nos mudamos para o suposto acampamento de verão de Josh. Acho que só alguns meses, mas eu já havia me acostumado com toda aquela rotina e aquelas pessoas nos cercando, mesmo que a idéia de um novo lar ainda não tivesse entrado em minha mente. Lar, para mim, significava família e a única família que eu tinha lá era Amber, fora ela mais ninguém, mesmo que lá eu tivesse uma mãe e diversos irmãos, eles não eram o que eu chamava de família, meu conceito de família era um tanto quanto restrito a pai, mãe e irmã, afinal eu vivi 16 anos nessa situação e de repente eu não poderia me acostumar com tantas mudanças, ainda mais com uma mudança brusca quanto a que estamos passando. Quer dizer, num dia nós somos a família perfeita de Nova Iorque e no outro estamos morando com nossos tios ocupados demais para nos notar, então nada é tão simples quanto parece.

Eu sei que eu não deveria estar me lembrando disso e sei que quanto mais eu martelava essas recordações mais elas iriam doer, mas era inevitável, sempre que eu estava sozinha elas vinham e era como uma enxurrada difícil de controlar, a única coisa que eu podia fazer era deixá-las vir e não permitir, em hipótese alguma, que Amber descobrisse que eu ainda chorava a noite quando ela não estava por perto.

“Era outubro de 2008, eu e Amber tínhamos 16 anos, já que somos gêmeas com a diferença de 33 minutos dela para mim, algo que ela gosta de jogar na minha cara, como se fosse 33 anos mais velha, mas tudo bem, ela é mais madura de qualquer forma.
Nossos pais estavam terminando de arrumar as malas e eu não estava me importando muito com isso, apenas me limitei a assistir o noticiário da tarde enquanto Amber os ajudava com as coisas, nunca fui muito de estar grudada a eles como ela, então apenas esperei que descessem para me despedir.

Eu queria ir naquela viagem. Não que eu realmente quisesse ir naquela viagem, só não os queria deixar irem sozinhos e talvez por isso estivesse jogada na sala com uma revista na mão e uma televisão ligada desnecessariamente, enquanto bem podia estar curtindo o fim de semana com os amigos, mas o caso é que não tenho amigos ou não acho ninguém que mereça, não que eu seja totalmente anti-social e fechada no meu casulo afastado do mundo, não, isso é drama demais para o meu gosto, na verdade, eu tenho colegas, isso mesmo, pessoas que sorriem e fazem palhaçada, pessoas com quem gosto de passar meu tempo, mas não o tipo de pessoa que eu posso contar quando estou com um problema bem grande para resolver. Acho que essa única pessoa realmente é Amber, já só ela esteve do meu lado quando eu mais precisei e esse mais precisei não é do tipo 'quebrei uma unha do pé ou perdi um dente', eu precisei mesmo e ela estava lá quando eu fiz a maior burrada da minha vida, coisa que nem nossa mãe e nunca nosso pai saberão, porque, se eles descobrissem que a filhinha deles não é mais pura e casta, eles nunca me perdoariam, por mais arrependida que eu estivesse e por mais que eu me forçasse a esquecer isso. Se bem que não ando fazendo um bom trabalho tentando esquecer a minha 'primeira e única vez'.

Okay, Jackie! Eu respirei fundo e trabalhei minha mente a fim de ficar com mais raiva dos meus pais por não nos levar na viagem, do que odiar meu passado.
Meus pais deviam saber o motivo de eu não os estar ajudando, nem gargalhando de alegria pelo fato de deixar eu e Amber em casa, com nossa tia, enquanto estão se divertindo em um cruzeiro luxuoso. Sei que um pouco é egoísmo meu e sei que eles merecem um descanso às vezes, aliás, o cruzeiro era mais como uma segunda lua de mel, onde aconteceriam coisas que acontecem em lua de mel e onde, possivelmente, fariam um irmãozinho para mim e Amber se, claro, não se cuidasse.

Dane-se também! Tem vezes que odeio até a mim mesma por não ser menos radical e mais amável, mas eu não podia simplesmente fingir uma contentação por aquela viagem e nem eu mesma sabia explicar o motivo, só dei isso o fato de que não queria ficar sozinha sem meus pais no fim de semana onde geralmente nós íamos pescar ou acampar, mas não que o fim de semana fosse ser chato, talvez eu desse uma festa em casa e chamasse a turma de motoqueiros do colégio ou talvez eu aceitasse a proposta deles e fosse com Amber outro dia nessa viagem. Não sei ainda, mas acho que a primeira opção seria mais vingativa, então a descartei e como boa moça iria com Amber outro dia em outro navio.

Ponderei sobre subir e dizer minha decisão à eles ou continuar ali embaixo vendo minha revista e apreciando minha televisão. De fato, só vendo, já que ler parecia algo impossível para mim e para Amber, que temos dislexia. Dizem que herdamos de papai e mamãe, mas todos os dois podem ler perfeitamente, assim como liam para nós quando éramos mais novas, então prefiro aceitar minha condição e não fazer mais perguntas, não tenho nenhum um pouco de curiosidade de descobrir que tenho atraso mental e por isso ajo desta forma. De qualquer modo, eu via as figuras na revista e logo já podia entender sobre o que dizia a matéria, por isso papai comprava revistas e livros de gravura, dizia que incentivava o cérebro, por mais que eu me achasse uma criança por isso, gostava de ver as revistas que comprava.

Eu suspirei alto quando notei passos vindo em direção a sala, descendo as escadas sem a cautela de segurar no corrimão. Aquela mulher de cabelos dourados e radiantes e um par de olhos verdes que brilhava como esmeraldas descia com um sorriso que na certa fora o que encantou meu pai, o homem logo atrás dela, de raiban e calças jeans. Eu sabia que havia herdado um pouco do meu estilo desleixado com ele, mas nem de longe eu ficava tão bonita quanto aquele homem de quarenta e poucos anos com cabelos negros como a noite e olhos castanhos cor de chocolate, no mínimo eu parecia uma rebelde sem causa querendo criar estilo, mas meu pai não, ele tem estilo.

- Jaqueline Swann. - chamou mamãe e eu fiz uma careta pelo nome, joguei a revista de lado e me levantei. - Não vai se despedir? - eu sorri e me aproximei dela, ela estava linda e radiante, como sempre, metida em eu vestido longo e florido e cheirando a rosas, seu perfume enjoativo porém único que uma vez eu havia derramado no tapete de sala e levada uma bronca enorme por isso.
- Até logo mamãe! - disse abrindo meus braços para abraçá-la e sentir seu toque leve acariciando meu cabelo
- Te amo querida! - me disse se afastando um pouco e olhando em meus olhos, eu sorri e murmurei
- Também te amo! - por mais isso que parecesse sentimentalismo demais para mim achei que a hora fosse própria para declarações. Mamãe se afastou e foi se despedir de Amber, enquanto eu corria para os braços de papai.
Eu sempre tive ligação maior com John do que com Luize, não que eu o amasse mais, os amava igual, mas acho que eu era mais parecida com meu pai, sempre aprontando e me rebelando, algo que, na certa, ele fazia muito na minha idade, assim como me contava.
O abracei apertado enquanto ele murmurava um "te amo" bem baixinho em meu ouvido e cantava a nossa música
- I've lived a life that's full - cantou me rodopiando pela sala e era o único momento em que eu me permitia ser careta e sorrir como a platéia de um circo - I've travelled each and every highway - continuou e eu o seguia cantando, mas não tão afinada quanto a sua voz grossa. Saímos rodopiando de braços dados enquanto mamãe Amber riam e eu, entre risadas e rodopios, tentava acompanhar seu ritmo - And more, much more than this - e ele terminou, me parando de frente para si e segurando meu rosto entre suas mãos, murmurou - I did it my way.
Eu sorri abestalhada e o abracei de novo, enquanto sentia o olhar de mamãe e Amber recaírem sobre mim e eu sabia que isso se devia ao fato de eu quase nunca demonstrar emoções, mas, poxa, não quer dizer que eu não tenha sentimentos, eu tenho, mas na maioria do tempo deixo eles aquietados dentro de mim, porque demonstrar sentimentos é demonstrar fraqueza, segundo meu pai, exceto quando esses sentimentos forem para ele, mamãe e Amber.
- Que foi? - perguntei olhando para mamãe e Amber com uma cara zangada, tinha voltado ao meu normal
- Deixem a garota. - papai disse, se afastando para se despedir de Amber com um abraço apertado e eu continuei no mesmo lugar, não tão sentimentalista como antes, mas sorrindo, de qualquer forma.

-x-

Aquele dia tinha sido a melhor e a pior da minha vida. Estava sendo a melhor até meus pais saírem pela porta e apanharem um táxi. Estava sendo a melhor quando eu e Amber resolvemos que não iríamos a escola naquela tarde e que tiraríamos o resto do dia para assistir TV e fazer coisas de melhores amigas. Estava sendo o melhor até quando eu me deitei na minha cama e sorri esperando que a manhã chegasse logo. Se eu soubesse o que viria a seguir não teria desejado tanto para que a manhã chegasse.

Foi tudo muito rápido, num dia eu e Amber nos divertíamos em casa, dias depois íamos ao enterro de nossos pais e tudo que sabíamos, exceto como morreram, é que estavam mortos. Sem detalhes, o navio havia afundado e eles nunca mais voltariam para casa e eu nunca mais teria um 'melhor dia da minha vida', porque simplesmente não podia ser melhor quando a melhor parte estava faltando.

Eu não me lembro bem o que aconteceu durante o velório, só que muita gente, poucas conhecidas, nos abraçavam e choravam e se lamentavam, enquanto eu só queria ficar ao lado da minha irmã, o único pedaço da família que tinha restado. Quanto ao resto das pessoas eu as deixava em suas lamentações, sem poder dizer quais eram reais e quais eram fingidas.

Na verdade, o que mais me lembro foi o que aconteceu depois do enterro. Depois de horas seguidas de pessoas nos cercando eu e Amber fomos para nossa casa - mesmo que fosse estranho usar essa palavra agora - arrumar as malas antes que fóssemos para casa de nossos tios, pessoas distantes, até então.
Em casa, nada era igual, mesmo que os móveis estivessem lá e nada tivesse saído do lugar, faltava alguma coisa, tinha um vazio que não seria facilmente preenchido, eu sabia que aquele frio, na verdade, aquela ausência de calor, era a saudade, a falta deles e seria quase impossível não chorar depois de voltar àquela casa.

Eu não subi direto para meu quarto para arrumar as malas, sinceramente, não estava ansiosa para morar com pessoas desconhecidas, preferia que só eu e Amber continuássemos lá, em nossa casa, ainda que fosse difícil nos acostumar, era melhor do que tentar nos acostumar com uma rotina totalmente diferente com pessoas diferentes e eu não conseguia me situar bem em lugares assim.

Eu respirei forte quando subi as escadas, degrau por degrau, me lembrando da última manhã que nós os vimos, nunca me dei bem com recordações, mas naquele dia eu me permiti deixar a frieza de lado e ser mais sentimentalista, mesmo que eu não quisesse, seria impossível controlar as lágrimas.


Última edição por Jackie Swann em Qua Jun 24, 2009 3:47 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qua Jun 24, 2009 3:16 pm

Adentrei o corredor, logo depois da escadaria e em vez de ir em direção ao meu quarto e ao de Amber, fui para o lado oposto, o quarto de nossos pais.
Era estranho que a casa estivesse tão impecavelmente limpa e o marfim do piso brilhando, sabia que alguém havia estado lá, talvez a tia que ficou conosco enquanto eles viajavam no maldito cruzeiro. Não me importei, continuei caminhando a passos lentos para o quarto deles e meus dedos roçando a parede branca do corredor, como se eu quisesse resgatar qualquer coisa que me lembrasse deles. Tinha medo de esquecê-los.

Não olhei para ver se Amber estava no seu quarto, nem queria que ela me visse daquele jeito, não era justo para ela ter que sofrer e agüentar os meus sofrimentos, ela já fazia muito tomando conta de todos os detalhes, estando no controle o tempo todo e não se permitindo parar.
Não queria isso para ela e nem para mim, mas como ninguém tem força sobre o destino, eu apenas ignorei essas divagações e continuei andando reto, já quase alcançando a porta de marrom rútilo do quarto deles.
Uma estranha sensação de medo, antes de girar a maçaneta, me afligiu, mas eu não me deixei parar, eu precisava ver o quarto deles pela ultima vez, estar no lugar que eles estiveram e me lembrar deles, por menor que fosse essa lembrança, não podia deixar ela desaparecer.
Adentrei o quarto, sentindo um cheiro comum de rosas e loção pôs barba, eu soube, naquele momento, que o único quarto da casa o qual nossa tia não tinha coloca as mãos era o quarto deles, porque não tinha o cheiro de lavanda igual do resto da casa, era o cheiro deles, das coisas que eles usavam, do que usaram antes de viajar.
Eu sorri com isso, por mais que esse sorriso não tenha atingido meus olhos marejados, e me aproximei da cama, onde ainda tinha o vestido vermelho de minha mãe e os sapatos surrados do meu pai, coisas que eles optaram não levar na viagem.
Eu me sentei sobre a cama e tentei não olhar para a porta, mas foi inevitável, tive de conferir se Amber não tinha me visto, por sorte ela deveria estar em seu quarto enquanto eu fugia para o abrigo das minhas recordações.
Olhei para meu lado e vi o vestido longo e vermelho, cravejado com strass brilhantes na altura do busto. Era simples, mas quando Luize o vestia tornava-o maravilhoso, como se passasse para ele todo o seu brilho natural. Passei minha mãe sobre o vestido, o acariciando de leve, sobre a cama e não pude deixar de lembrar quando ela o usou no natal passado, estava linda, simplesmente linda, eu agradeceria se tivesse puxado ao menos um pouco de sua beleza, mas estava contente de ter herdado todos os meus genes de meu pai, exceto a cor do cabelo - puxei para minha avô paterna - loiro, que eu havia pintado de preto, primeiro para me diferenciar de Amber, segundo para me parecer mais com John, impossível, por mais parecida, eu jamais teria aquelas feições retas e aqueles olhos cintilantes.
Suspirei e me deitei sobre a cama, abraçada ao vestido, não tinha chorado, porém, só estava sorrindo, como se lembrar fosse o bastante para preencher o vazio, mesmo eu sabendo que não era.
Era mais dolorido do que confortante e não demorou para que essa idéia fizesse as lágrimas virem com mais pressa, como se eu caísse na real e visse que nada era o suficiente para me lembrar deles. Tentei contê-las com um soluço, mas não adiantou e só serviu para que Amber, me espiando atrás da porta, ouvisse e se aproximasse da cama, onde eu estava deitada.
- Jackie. - ela murmurou, dando a volta pela cama e se deitando perto de mim - Shiu... - ela sussurrou em meu ouvido, passando a mão pelo meu cabelo, como mamãe fazia quando tínhamos algum pesadelo. Não restava dúvidas, agora era ela quem cuidaria de nós, apesar de nossa diferença de idade não ultrapassar um dia, ela ainda se sentia nessa responsabilidade e eu sorri com isso. Na verdade, ela tinha mais sanidade e maturidade do que eu, então era melhor que ela tomasse as rédeas da situação, como sempre fazia quando eu me metia em alguma furada. Só que eu não deixaria que ela fizesse tudo sozinha, eu estaria ali, como apoio, para qualquer momento e eu sabia que isso significava mais responsabilidade, coisa que eu adquiriria com o tempo, mesmo a custa de muito esforço.
- Agora somos só nós. - eu murmurei, enquanto ela ainda acariciava meu cabelo e assentiu, com um simples "sim", sussurrado. Pela primeira vez, depois de tudo aquilo, eu tinha algum tipo de esperança e, mesmo que fosse difícil, eu não iria abandoná-la.

-x-

As coisas estavam saindo melhor do que eu havia julgado, Amber e eu estávamos bem, apesar de tudo e já até voltávamos a nossa rotina normal. Quero dizer, não tão normal quanto antes, já que estavamos em uma casa nova, com pessoas novas, mas as coisas comuns, como ir para o colégio ou ter aulas extras de literatura, continuavam as mesmas, monótonas e cansativas, mas tanto melhor do que ficarmos naquela mansão enorme e solitária. Porque, vejam bem, apesar de termos nossos tios, eles não eram o que poderíamos chamar de presentes, para além disso, na realidade sequer existíamos para eles que ou estavam presos ao seu trabalho ou estavam tirando férias em Dubai. Pelo amor de Deus! Como uma pessoa pode esbanjar tanto quanto aquela mulher?
Mas não importa, a mansão era, na maior parte do tempo - ou o tempo todo - minha e de Amber. Ah! Claro, e da empregada Tonya que aparecia mais em casa do que nossos estimados tios.

Não estava importando muito com a falta de uma família em casa, ou a falta de um lar, isso eu sabia que não teria volta. No entanto, estava mais preocupada com o recomeço das aulas. Era terrivelmente assustador o primeiro dia de aula. Não só por ser em uma escola diferente, mas porque seríamos tratadas como animais de circo, a começar pelos alunos que não nos conhecem e depois pelos professores com a insistência de apresentarnos a classe. Porque, cargas d'água, nos apresentar a classe? Os alnos vão nos conhecer de qualquer forma, que diferença faz?

Eu acertei minha postura frente a penteadeira, olhando minha imagem desgastada no espelho. Cabelo bagunçado e implorando por uma escova, roupas largas e nada modernas - blusa branca e calça preta - um all star preto e uma mochila do exército. Estava ótima! Talvez isso bastasse para botar medo nos alunos, quem sabe, talvez se eu fosse com uma camisa da Suástica ajudasse, mas não sou o tipo que apoia o Nazismo, se quer saber.
Eu me virei para a porta e levantei do banquinho que estava sentada, peguei a mochila em cima da cama e me dirigi para o quarto de Amber que era do outro lado do corredor e acho que até eu chegar lá a colégio já tinha fechado e com sorte pegaríamos a terceira aula. Optei por gritar, mesmo que não fosse educado. Que se lixe a educação:
- AMBS!! - gritei o mais alto e mais grosseiro que pude - Anda logo!
- Já vai! - respondeu do outro lado e eu, dando de ombros, me empenhei a descer os degraus da escada com o cuidado de não deslizar no tapete vermelho de veludo. O que aquela mulher tinha na cabeça de colocar um tapete liso e escorredio em uma escada? Mesmo sendo simples, eu preferia mil vezes a nossa antiga casa, pelo menos tinha uma escada descente e um corredor pequeno.
- Já estou indo... - ecooei pela casa, terminando de descer os degraus e me aproximando da porta.
Amber veio logo depois, correndo e eu já até podia vê-la rodando escada a baixo, enquanto fechei meus olhos e dei um tapa leve na minha testa. Por sorte antes que acontecesse um acidente ela chegou voando até a porta, ou quase isso.
- Maltido tapete! - murmurei abrindo a porta e saíndo em direção ao carro.

Meu carro era um Impala vermelho e desgastado, mas ainda era meu carro e eu tinha o maior apego a ele, não só porque comprei ele com meu dinheiro suado da lanchonete - nunca aceitei mesada dos meus tios e sempre gostei de trabalhar como garçonete, fosse pela boa freguesia ou por um dos meus colegas de trabalho de olhos verdes. Eu era apegada ao carro porque era meu primeiro carro e eu tinha me esforçado horrores com aquele maldito tutor de direção.

Eu ainda suspirava pelo novo banco traseiro de couro sintético preto, quando parei o carro em frente ao colégio e desci junto de Amber, notando, já de cara, os olhos curiosos nos seguindo desde à saída do carro até entrarmos no jardim.

Aparentemente era um colégio bonito. Tinha, na entrada, um jardim bem cuidado e árvores cercando todo o caminho de cimento até a porta de entrada. O prédio não era dos mais novos, tinha uma pintura desgastada cor creme e os vidros embaçados da enorme porta de ferro da entrada, mas ainda sim tinha ser charme Nova Iorquino, com um enorme sino na torre, que tocava quando dava a hora certa de entrarmos para as salas.
Então ele tocou, estrondoso e sonoro, anunciando que os alunos deveriam entrar no colégio e se dirigir as suas salas.

Eu faria o mesmo que eles se, claro, se soubesse onde era minha sala.
Eu Amber nos entreolhamos, com dúvida, mas então subimos os degraus e passamos pelo portão, junto de um aglomerado de estudantes, eu tinha a esperança de que um deles nos ajudasse, mas eles pareciam não nos ver, quer dizer, eles nos notavam e até demais, mas sequer percebiam que nós estávamos com um pequeno problema que era: NÃO ACHAR NOSSA SALA!
- Ótimo! - murmurei andando pelo corredor de piso cinza e tentando me desviar dos alunos, tarefa quase impossível, mas consegui chegar a diretoria antes que fosse pisoteada.

O diretor não foi tão desprezível quanto achei que seria. Na verdade ele foi até educado e devo dizer que não é o tipo de diretor careca e mal humorado, esse tinha os cabelos negros e os olhos azuis cintilantes, eu quase babaria por isso e pelo seu sorriso branco, não fosse a imensa aliança dourada na sua mão esquerda.
Tudo bem, no momento eu só agradeceria pelo fato de ele nos levar para nossa sala e, ainda por cima, nos dizer qual o nosso armário amassado e cinza. Não sei se Amber percebeu mas eu só respondia monossilabicamente ou chacoalhando a cabeça e isso se dava ao fato de eu estar me perguntando como um diretor de uma escola de Nova Iorque pode ser tão sarado? Não sei, isso é uma das dúvidas que um dia eu pretendo responder em um livro, se eu de fato tiver paciência para escrever um.

O decorrer das aulas foram bem. Descobri que meu professor de Literatura é gay e que odeia a professora de Química por ser casada com o diretor. Nos demos bem nesse ponto. Ah e também concordamos que o professor de Educação Física poderia usar menos bomba.
Exceto o professor de Literatura, não conversei com mais ninguém. Digo, a Amber não conta, nós conversamos todos os dias, eu me referia a mais ninguém desconhecido.

E assim foi, semanas sem conversar com mais ninguém exceto Amber e o professor de Literatura: Leo, que, devo dizer, se não fosse gay daria um belo pedaço de mal caminho, até porque ele era bem mais encorpado que o professor de Educação Física.
Mas a semana passou rápido e o fim de semana mais ainda, felizmente, eu não gostava muito de fins de semana e passava a maior parte deles dormindo até quase anoitecer, depois me levantava e saia sem rumo pelas ruas frias da madrugada. Acho que Amber não sabia dessas minhas escapadas e nem pode saber, além do mais o que faço é somente andar, nada da qual vou me arrepender futuramente e novamente.

Na semana seguinte que chegamos ao colégio as coisas tinham se acentado, as pessoas já não nos olhavam tão curiosas e até arriscavam se aproximar para questionar de onde éramos e o que fazíamos naquela escola. Mas a única pessoa que se aproximou de verdade foi ele: Josh Calling que junto de mim e Amber formávamos um trio.

Não que Josh tenha se aproximado mesmo, do tipo, bem direto, na verdade ele foi tímido, o que, de cara, já chamou a atenção de Amber, eu apenas o achava um garoto legal, bonitinho, perfeito, mas para minha irmã, não para mim. Aliás, perfeito para nenhuma das duas, porque Amber não vai sair com um carinha estranho o qual sua primeira manifestação foi um bilhete pequeno escrito "oi". Ela se encantou, eu sei só pela cara que fez, mas eu não deixaria que ele se aproximasse tão depressa, no mínimo tinha que me convencer. Devo admitir, porém, não foi difícil de tornarmos amigas dele, principalmente Amber que parecia se dar melhor com o loirinho do que eu, só na minha, mesmo que eu fosse amigável e extrovertida com ele, nunca passara disso. Acho que ele fazia mais o estilo de Amber e eu, conhendo bem minha irmã, sei que ele havia prendido a atenção dela, talvez até demais, coisa que me fazia ficar desconfiada e sempre de olho nele quando dormíamos em sua casa ou ele na nossa, mas, por sorte - a dele - nunca aconteceu nada demais exceto brincadeira de amigos, coisa que eu sempre vigiava. Por mais que Amber deixasse claro que a nova "mãe" era ela, eu ainda tinha que cuidar para que nada acotencesse à minha irmã, nem que eu tivesse que cortar alguns membros de alguns garotos - não Josh porque ele nunca me deu motivos e ele e Amber até que ficam bonitinho juntos. Mas só isso, na mais pura inocência.

As semanas passavam depressa, os meses voavam por nossa cabeça e eu já até havia me acostumado a passar os fins de semana com Josh e Amber, seja tomando sorvete ou assistindo filmes de terror, os passeios a noite havia cessado e eu me sentia bem melhor ultimamente, conforme o ano ia passando e eu ia convivendo com mais pessoas, dentre elas muitas do colégio que já haviam se tornados nossos amigos - mesmo que continuassem me achando uma estranha rebelde.
Amigos realmente eu continuava tendo só Amber e - ainda que nunca fosse admitir - Josh. Um trio quase perfeito - seria perfeito se Josh fosse uma garota e eu não precisasse tanto averiguar as atitudes dele e de Amber quando estão juntos -, mas nada é perfeito, como sempre digo.


Última edição por Jackie Swann em Qua Jun 24, 2009 3:50 pm, editado 1 vez(es)
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