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E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antigüidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. Os que realizam essa "façanha", por sua vez, são mandados para um lugar especial: O Acampamento Meio-Sangue, um campo de treinamento, o lugar mais seguro para uma criança semi-deusa, .
Ou pelo menos era, até Cronos começar a planejar sua volta.
O Titã está recrutando novos montros, colocando o mundo em perigo. A profecia está prestes à se cumprir, e Cronos tem um trunfo - ou finge ter - em seu poder : A Caixa de Pandora, feita por Hefesto, e que contém todos os males do mundo.

Escolhas serão feitas, partidos serão tomados. E, o mais importante: a profecia será realizada. 

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Jackie Swann
Meio-sangue
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Número de Mensagens : 179
Data de inscrição : 05/06/2009

MensagemAssunto: Welcome - fechado   Sex Jun 26, 2009 11:59 pm

Só faltava o Anfiteatro. De todos os lugares que eu e Amber visitamos só faltou o Anfiteatro, logo o lugar que eu estava matando e morrendo para ver.
Sim, eu estava encantada pelo acampamento. Sim, eu já tinha revirado todos os lugares dali e não, eu não fazia idéia de quais mudanças passaríamos dali por diante.
Na verdade, fazia bem tempo que eu não sabia mais nada do que aconteceria na minha vida. Em outras épocas isso seria ótimo. Ter uma vida onde não se pode adivinhar o futuro, uma história a ser escrita, coisas inesperada nos aguardando... Mas com o passar do tempo eu não via nada de bom nisso, quer dizer, eu nunca sabia o que ia acontecer, mas sempre acertava quando suspeitava ser algo ruim.
Porém, o que pode ser pior do que lutar contra monstros lendários e, antes, inexistentes? Então, de certa forma eu já sabia o que me aguardava de mal. Não sabia o quão forte eles eram ou o quanto minha vida duraria ali, mas já poderia arriscar um palpite de que me manter viva não seria nada fácil e manter Amber viva também não, porque eu tinha certeza que em uma luta eu daria mais prioridade a vida dela do que a minha própria.

Ah e teríamos muitas lutas, muitas lutas mesmo...

Ao menos foi isso que Josh - aquele traídor, bode de uma figa - nos contou. Além do que lemos no livro que ele nos emprestou - vejam só, acabei de descobrir porque era grego e porque eu entendia - ele nos instruiu de todos os passos que deveríamos dar e todas as atitudes que deveríamos tomar, o que era certo e errado. Por exemplo, uma corrida de cavalos era legal e correto, agora brincar com dos trovões de estimação de Zeus não era nada certo e bom a se fazer.
Eu ainda estava louca para conhecer os Deuses e me perguntava se eles eram como eu imaginava ser. Quer dizer, será que Zeus era velho e de barba comprida, como na estátua de Fídias? Ou seria como os desenhos pacóvios da Disney? Meu Deus! Se fosse então Hades teria o cabelo azul e de fogo. Eu pagaria tudo pra ver aquele cabelo.

É obvio que Josh riu quando eu comentei e eu quase lhe arranquei a cabeça por isso, só não o fiz porque meus amigos poderiam rir de mim e mesmo que eu ainda estivesse irritada e me sentindo completamente traída por Josh, ele ainda era meu amigo, acima de tudo.
Me pergunto como Amber estava se sentindo em relação a ele. É claro que ela se sentia bem mais traída do que eu e bem mais enganada. Oras, ela gostava dele. Digo, ainda gosta e é inegavél que o que ele fez não tem desculpa. Esconder que nós sabíamos falar grego? Não tinha perdão mesmo. O fato de ele ser um sátiro era o de menos, quem se importava com isso? Eu não me importava e na certa Amber também não. Aliás, isso respondia muitas das minhas dúvidas, como, por exemplo, porque ele não usava bermudas ou porque seus sapatos eram tão largos.

É claro que eu não esperava que ele viesse nos contando tudo de uma vez e ele foi até esperto com toda aquela coisa do livro e a sua fissura por grécia, mas ele nos fez crer na sua amizade e agora eu não poderia dizer se era tudo real ou só mais uma de sua missão. Além do mais eu tinha que culpar alguém por toda minha confusão interna e que fosse Josh, porque ele entendia o que eu e Amber estávamos passando e não se importaria caso brigassemos com ele.
Então, eu também não o perdoava por ter escondido que eramos filhas de uma Deusa. Aquilo deu uma reviravolta no meu mundo, como se a terra começasse a girar ao contrário. De repente nada mais fazia sentido e eu começava a suspeitar que a minha vida era uma mentira.
Suspeitava não! Era uma mentira, sempre foi uma mentira. Porque de uma hora pra outra a mulher que te criou e que te protejou a vida toda não é quem você pensa que é, não é a sua mãe, é só alguém que serviu para ficar no lugar daquela que te deu a luz. Se bem que na realidade Luize era bem mais nossa mãe do que Deméter porque, como dizem, mãe é quem cria e ela nos criou muito bem, obrigado!
Aliás, eu nem mesmo vi nossa verdadeira mãe enquanto passeava pelo acamapamento, mas esperava que ela tivesse boas razões para isso. Qual é? Deuses tem vidas ocupadas e eu compreendo isso.

Mesmo que eu estivesse amando muito tudo aquilo, ainda preferiria que nossos pais estivessem vivos e que nunca tivessemos que ir para lá, ou que se tivessemos pelo menos houvesse alguém nos esperando quando voltássemos. Claro que tinha Tonya, mas eu já nem sabia mais quem era Tonya. Não sabia nem mais quem era Fred, minha tartaruga de estimação. Vai que era uma tartaruga ninja disfarçada?
Acreditem, depois de descobrir que sátiros e deuses circulam no mundo como se fossem pessoas normais - o que de fato são só, tecnicamente, não existem - eu já não duvidava de mais nada, nem se o zelador do colégio começasse a lutar como Stallone e usasse um rodo-metraladora.

De qualquer forma, eu não sei até quando duraria aquele êxtase em que eu estava completamente estasiada pela paisagem e por tudo no Olimpo, sem me importar com nada. Não sabia em que momento eu me daria conta de que não estava em um sonho, de que as coisas não seriam tão simples e que logo logo tudo poderia mudar completamente. Não sabia até quando eu poderia ignorar minha responsabilidade, então simplesmente deixei acontecer e adentrei o Anfiteatro que me parecia muito com o Coliseu. Eu queria mesmo conhecer o Coliseu, mas aquilo já servia.

E como...

Era simplesmente encantador. Bem estranho visto de dentro e bem diferente do que era do lado de fora. De fora era simplesmente uma construção circular e se poderia imaginar que tinha apenas arquibancadas e uma arena no centro. Mas tinha bem mais que isso. Na parte mais inferior tinha vários corredores que davam para a arena e uma pequena passarela que dividia esse espaço. Tinham muros largos e lá do alto, com os espaços divididos das arquibancadas, podia se ver completamente tudo da arena.
Era onde eu estava. Em um dos pedaços da arquibancada, cercado dos dois lados, aberto por trás para que entrassem e na frente para terem toda a vista panoramica das outras arquibancadas e do centro.
Enquanto o vento forte fazia meu cabelo chicotear meu rosto, eu não conseguia pensar em mais nada. Tonya e a tartaruga foram esquecidas. Josh, Amber e Deméter, foram bloqueado e a minha responsabilidade e as minhas divagações viraram fumaça como que por magia.

Eu caminhei, sem saber bem onde sairia, e alcancei um pequeno lance de degrais, logo depois de uma porta, adentrando em um porão umido e apertado, bem parecido com uma caverna, porém era curto, não demorou que eu encontrasse um portão largo de ferro e, com muito esforço, o empurrasse para ser recebida com a luz forte do sol, batendo direto em meu olho.
Eu tinha descido um bom pedaço de todo o Anfiteatro. Agora ao invés das arquibancadas maiores - cercadas pelos muros e protegida pelo sol - eu estava nas arquibancadas mais baixas, que era uma fileira de cadeiras, bem frente a arena e onde o sol ardia sem piedade alguma. Meu objetivo era chegar a arena e ainda falta uma parte até que eu cosneguisse descer.
Me aproximei das grades que rodeavam o pequeno espaço reservado para as poucas fileiras de cadeira e me recostei sobre ela, inclinando o corpo para ver qual a altura da onde eu estava até a arena. Daria uns bons 3 metros de altura e isso sendo bem humilde. Não conseguiria pular, a única forma era continuar pelos degrais do mesmo porão, até encontrar uma outra porta.
Voltei pelo mesmo caminho que fizera. Desviei de algumas cadeiras e alcancei a última fileira que ficava proxima a porta que eu havia aberto com muito custo.
Entrei no porão novamente. Aquele cheiro de mofo se dava ao fato de estar sempre fechado e por isso as paredes de pedra, antes cinzas, estavam verdes por causa da alta umidade e da escassa presença de luz. Ah! Eu não pensava em absolutamente mais nada, não poderia deixar de prestar atenção nos detalhes, cada pedra, cada porta, cada grau de areia, meus olhos brilhavam por absolutamente tudo.
Desci mais alguns lances do degrau até achar uma porta. A porta que me levaria direto a arena.
A empurrei com força, usando as duas mãos para puxá-la e quase caindo com o tranco, mas consegui que ela se abrisse com um ranger.
Os raios iluminados e quentes do sol entraram pelo porão como uma enxurrada e me receberam incomodando meus olhos, que eu tapei com a mão sobre a testa e um sorriso vitorioso no rosto.
- Lindo! - eu murmurei vendo a arena de perto agora e sem o palco montado. Josh disse que tinha um palco lá, para as apresentações teatrais, mas que eles desmontavam quando tinha as competições, lutas ou corrida de bigas, eu quase entendi errado essa última parte, mas ele explicou antes que minha mente deturpasse o sentido da palavra, até disse que tinha acontecido uma corrida a pouco tempo ou que aconteceria, tanto faz.

No momento eu estava completamente sozinha, bem no centro da arena de terra batida e até poderia tirar meu tenis e pisar na areia fofa para receber toda a energia de estar em um lugar como aquele, completamente lindo e revigorante.
Era de se imaginar que o lugar que eu quisesse ver, pricipalmente, fosse a floresta e uma cachoeira que disseram ter lá, eu queria, de fato, mas eu conhecia muitas florestas e cachoeiras, isso poderia esperar.

Ah, mais "Roma" não pode esperar!
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