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E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antigüidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. Os que realizam essa "façanha", por sua vez, são mandados para um lugar especial: O Acampamento Meio-Sangue, um campo de treinamento, o lugar mais seguro para uma criança semi-deusa, .
Ou pelo menos era, até Cronos começar a planejar sua volta.
O Titã está recrutando novos montros, colocando o mundo em perigo. A profecia está prestes à se cumprir, e Cronos tem um trunfo - ou finge ter - em seu poder : A Caixa de Pandora, feita por Hefesto, e que contém todos os males do mundo.

Escolhas serão feitas, partidos serão tomados. E, o mais importante: a profecia será realizada. 

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 Brian Tryphon Woods - Athena's

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Gaia
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Número de Mensagens : 89
Data de inscrição : 17/06/2009

MensagemAssunto: Brian Tryphon Woods - Athena's   Sab Jun 27, 2009 12:17 pm

Dados do Player:

Nome do player: Thiago David G. Bronstein
Comunicadores/E-mail: yaki_galon@hotmail.com / daniel_bronstein96@hotmail.com
Idade: 15
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): por enquanto, somente esse u.u (Brian Woods, meio-sangue)

Dados do Personagem:

Nome: Brian Tryphon Woods
Data de Nascimento: 12/06/1998
Idade: 11 anos
Local de Nascimento: Brockville, Ontario, Canadá
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Atena
Características Psicológicas: Brian é um tanto introvertido devido a fatos que lhe ocorreram e de certa forma o traumatizaram; mas quando realmente se apega a alguém, torna-se um amigo leal e justo. É também bastante inteligente, como todos os seus meio-irmãos.
Características Físicas: Loiro, pele clara, olhos azuis-acizentados, magro e um tanto quanto baixo para a idade, mas ainda assim atlético.
Artista Utilizado: Bill Milner
Breve introdução a Biografia: Era um raro fim de tarde ensolarado no outono de Brockville, cidadezinha na divisa entre Canadá e Estados Unidos, a alguns quilômetros de Ottawa. Ryan, um jovem recém-formado e solitário, caminhara o dia todo na desesperada tentativa de arranjar um emprego. Não conseguira. Estava cansado, exausto. Sem esperanças, sentou-se em frente ao rio, avistando, na outra margem, o lugar para o qual teria de "fugir" caso as coisas continuassem daquele jeito. Isso se conseguisse sobreviver até lá... Estava tão perdido em seus pensamentos que sequer notou uma certa situação ocorrendo às suas costas. Uma situação que mudaria sua vida para sempre...

Biografia:

Uma donzela em apuros. Um sujeito mau-encarado tentando arrancar-lhe os pertences à força. E ninguém mais à vista num raio de alguns bons quilômetros - além de Ryan. A situação perfeita para um herói entrar em ação. Isso se Ryan fosse um. Não era como se fosse fácil para ele transformar-se, de uma hora para outra, de sujeito desesperançoso a um homem valente. Mas também não era como se ele pudesse ficar ali parado feito um idiota enquanto a moça era assaltada bem diante de seus olhos. "Dane-se", pensou, logo correndo uma curta distância até parar a alguns poucos centímetros do "evento".

- Ei! Deixa a moça em paz!

"Ótimo Ryan, e o que vai fazer agora? Ameaçar fulminá-lo instaneamente com um raio laser?", pensou, repreendendo-se pela besteira que estava fazendo. Mas já não havia mais volta. Ficou parado, esperando pela reação do sujeito - o que não demorou muito a acontecer. Um piscar de olhos e o mau-encarado já estava em cima de si, derrubando-o no chão. "Belo começo". Pensou em desistir de vez e deixar acontecer o que tivesse de acontecer. Afinal, não tinha nada a perder mesmo... Bem, a moça tinha. E este foi o único motivo pelo qual Ryan esforçou-se além da conta para impulsionar o corpo e empurrar o homem de cima de si com um único movimento com as pernas. "Não sabia que eu tinha tanta força", espantou-se, achando que fora mais fácil do que pensava, mas esquecendo-se que nada ainda fora resolvido. Erro (quase) fatal.

De pronto, o assaltante sacou um canivete do bolso da jaqueta que vestia, e logo o apontou na direção de Ryan. Ele já estava certo que morreria ali - era só o que faltava mesmo para fechar o dia com "chave de ouro". Só desejou que ao menos sua morte fosse por uma causa justa, que a moça escapasse. Mas por algum motivo ela continuava parada no mesmo lugar, às costas do bandido. Ryan pensou em sinalizar para que ela corresse logo dali, mas o sujeito obviamente perceberia. Tentou com os olhos dizer algo do tipo "vamos, moça, saia logo daí, corra, vamos!" Nada. Perfeito.

Dois passos para trás e o sujeito o seguiu, já quase encostando a ponta do canivete em sua barriga. Era o fim. Ryan não se julgava tão rápido a ponto de conseguir tirar a arma das mãos do homem sem se machucar. Ou seja - não tinha saída. Foi então que, para sua surpresa, a moça acertou em cheio - e com jeito - a cabeça do ladrão com um bastão de madeira, derrubando-o imediatamente. Ryan sequer se perguntou de onde ela havia tirado aquele objeto - só a maneira com a qual a moça havia nocauteado o sujeito já lhe fora por demais... surpreendente.

- Muito obrigada... pela ajuda. Você foi muito corajoso! - disse a mulher, com voz firme, mas encantadora.

- Bom, acho que eu é que deveria te agradecer, não é? - Ryan respondeu, e os dois caíram no riso.

- Mesmo assim... - a moça disse, terminando a risada num belíssimo sorriso.

E só então Ryan se deu conta do quanto a moça era bela. Muito bela. Seu sorriso era brilhante, como se uma das estrelas que começavam a aparecer no céu tivesse descido e agora resplandecesse ali na sua frente. Amor à quase primeira vista. A moça também parecia encantada por ele, de certa forma. Tanto que, sem qualquer recusa, ela aceitou acompanhar-lhe num café a algumas quadras dali. Foram talvez os momentos mais especiais da vida de Ryan, passaram horas conversando, sobre os mais variados assuntos. Ele nunca conhecera alguém tão inteligente como aquela moça. Isso lhe agradou muito. Mas, no adiantar da hora, a moça levantou-se e se despediu, dizendo que tinha de ir. E se foi, sem sequer dizer seu nome.

Depois daquele dia, Ryan nunca mais viu a moça. Ela desaparecera da cidade. Perguntou por ela em vários lugares, descreveu sua feições. Nada. Encontrara uma mulher a quem amou como jamais havia amado alguém, e agora ela sumira. "Você é mesmo um cara de sorte, Ryan", pensou ironicamente consigo mesmo, na última de suas tentativas. Até que desistiu totalmente de vê-la outra vez.

Um bom tempo se passou, e Ryan até mesmo se esqueceu da bela moça. Até que, num certo dia, quando chegava de mais uma entrevista de emprego e parava em frente de casa para examinar a caixa de correio, quase levou um susto ao olhar para o lado e ver a moça, que trazia um cesto de madeira nas mãos. Ryan estava tão atônito que sequer conseguiu dizer uma palavra. Ficou ainda mais quando viu a figura da moça, sorrindo, transformar-se totalmente ali, bem em sua frente, como que num passe de mágica. Esfregou os olhos, não acreditando no que via. Achou que havia endoidado de vez quando a mulher se apresentou a ele como Atena.

O que se sucedeu a seguir foi rápido demais para que o pobre Ryan conseguisse assimilar. Repentinamente ele descobrira que deuses existiam, que havia se apaixonado por Atena, e que tinha um filho, um bebê chamado Tryphon, trazido por ela num cesto, do qual teria de cuidar dali em diante e para o resto da vida. isso. Nada que não fosse mudar sua vida completamente a partir daquele instante.

- Oh meu D... - foi só o que Ryan pôde dizer, tampando a boca rapidamente, antes que a deusa desaparecesse, deixando a criança com ele.

Sem outra alternativa, Ryan recolheu o bebê - e ainda que de fato lhe tenha passado pela cabeça, jamais se desfez dele. Não demorou muito para que Ryan se acostumasse à ideia de ser pai - ainda que um pai solteiro. Com algumas muitas dificuldades, criou o menino, a quem registrou como Brian Tryphon Woods (por motivos óbvios preferiu não castigar a criança batizando-a apenas como Tryphon), ainda que jamais conseguindo um emprego estável. Jamais deixou que faltasse qualquer coisa ao pequeno Brian, que cresceu como um menino alegre e hiperativo - mesmo ao chegar à idade escolar e deparar-se com uma terrível dislexia. Ryan já sabia que isto aconteceria. Àquela altura já sabia muitas coisas sobre o futuro de seu filho. Por isso tratou de apoiá-lo em todos os instantes, fazendo de tudo para que o garoto superasse todos os obstáculos - o máximo que pudesse.

O garoto chegou aos dez anos de idade, passando por inúmeras dificuldades no colégio (que só não o expulsava de vez por consideração ao fato de que ele não encontraria outra escola tão perto naquela cidadezinha). Para Brian, esse não era o pior dos problemas. Todos os colegas do colégio, sem excessão, o desprezavam totalmente. Achavam-no esquisito, ainda que fosse bom nos esportes. Mesmo superando-se nas competições da escola, Brian não conseguia fazer com que gostassem dele. Isso o incomodava cada vez mais.

Talvez tenha sido por isso que Brian não se importou quando, certa noite, Ryan chegou do "trabalho" pedindo para que ele arrumasse suas malas rapidamente, pois os dois estavam de mudança. Bem, não teria se importado se o pai não estivesse extremamente nervoso, até mesmo ofegante. Algo havia acontecido. E parecia sério. Sem questionar, Brian foi para o quarto e "ajeitou" algumas de suas coisas dentro da mala; colocou tudo o que pôde, ao menos tudo o que coube. Voltou para sala, e o pai já o esperava, também com malas feitas. Brian se arrependeria depois, mas achou que não era hora de perguntar o que estava acontecendo. Talvez realmente não fosse.

Entraram no carro, e imediatamente Ryan deu a partida, olhando para os lados como se alguém os estivesse seguindo. Pegou a estrada em alta velocidade, indo na direção da ponte que cruzaria para os Estados Unidos. Porém, ainda antes que chegássemos à ponte, no caminho de estrada em meio à mata, Brian viu surgir atrás deles as luzes de um carro que parecia vir ainda mais rápido. Ryan também notou, e acelerou ainda mais. E só então Brian começou a sentir-se levemente assustado.

O carro atrás deles acelerou muito mais - alcançou-os em questão de poucos minutos, pondo-se lado a lado. Brian arregalou os olhos, apertou o rosto no vidro para tentar enxergar quem estava no outro carro, mas com a escuridão da estrada e os vidros negros do carro igualmente negro, não pôde ver nada. Só viu quando o outro carro encostou violentamente neles, tentando empurrá-los para fora da estrada. Brian sentiu o coração acelerar tanto quanto o carro.

- Pai, o que...? Pra onde estamos indo?

Nenhuma resposta. Ryan apenas continuava acelerando, esforçando-se para manter o veículo na estrada após as constantes investidas do carro negro. Brian segurava com força no banco, em parte por medo, mas também para manter-se firme na mesma posição. Ryan resistiu bravamente com o carro - o máximo que pôde. Até que, num último e ainda mais violento toque, o carro negro acabou empurrando de vez o carro de Ryan para fora da estrada, fazendo com que despencasse numa ribanceira e capotasse ao menos duas vezes até parar de cabeça para baixo aos pés de uma árvore.

Surpreendentemente consciente e com nada mais que alguns arranhões (ainda que fundos) e uma leve tontura, Brian saiu rastejando do meio das ferragens do carro. Deitou-se no chão, ao lado dele, por alguns instantes. Lembrou-se do pai. Engatinhou ao lado das ferragens até avistá-lo. Ryan tinha apenas o braço esquerdo e a cabeça para fora do monte de ferro retorcido. Estava bastante ferido. Brian pôs-se ao lado, no mesmo instante tentando puxá-lo pelo braço.

- N-não... Brian... V-você precisa... sair... - Ryan dizia, com voz bastante fraca.

- Não, pai... eu vou te tirar daí!

- B-Brian... m-me obedeça... saia daqui... agora... carro... explodir... s-saia, Brian...

- Não, não, eu não vou te deixar aqui, não, pai!

- ...p-procure... Nova York... s-sua mãe... acampamento... Atena... vá, filho... agora!

Brian não soube por que, mas, num esforço, levantou-se e afastou-se alguns metros do carro. Pensou que talvez pudesse encontrar ajuda para salvar o pai. No entanto, subitamente, ouviu um estrondo horrível, chamas subindo na altura das árvores e pedaços de metal incandescentes voando em todas as direções - e um impacto que o lançou alguns centímetros para trás. O carro explodira. Brian não pôde salvar seu pai - ou assim imaginou. Gritou por seu pai, caiu num choro desesperado. Mas sabia que era tarde demais.

Caminhou por entre as árvores, mancando, por boa parte da madrugada. Sozinho. Ou quase - não notou uma pequena coruja acompanhando-lhe silenciosamente. Chegou à estrada durante o dia, só então pensando no que o pai dissera. "Nova York... acampamento... mãe? Será que minha mãe... está viva e mora num acampamento em Nova York?", indagou-se, a cabeça girando com tudo o que lhe acontecera. De qualquer maneira, não tinha mesmo aonde ir senão fosse para onde o pai dissera. Tentou algumas caronas, mas poucos se dignaram a parar para um garoto sujo e com roupas esfarrapadas. Só o que conseguiu foi um transporte até Hartford na carroceria de um caminhão ao lado de vacas e ovelhas. Completou o aniversário de 11 anos na estrada, sem sequer uma vela para contar a história - muito menos um bolo.

De Hartford foi mais fácil chegar até Nova York - ainda que a maior parte do caminho a pé. E, bem, Brian concluiu que Nova York era muito maior ao vivo do que pela tv. Ele ainda estava ferido, faminto, mas não era como se fosse fácil conseguir qualquer coisa vestido como um maltrapilho. Muito menos em Nova York. Por isso, já no primeiro dia, teve de apelar para um pequeno furto - a fome era muito maior que qualquer princípio. E foi justamente na ocasião do furto que ele acabou sendo notado por Quíron - um garoto naquele estado tendo forças para fazer o que quer que fosse não podia ser "normal".

As primeiras conversas com o então sr. Brunner não foram fáceis. Brian ouvia as histórias que o pai contava sobre os deuses gregos, mas daí a saber que eles existiam realmente... Apesar disso, aceitou ir com o sr. Brunner para o tal acampamento, perguntando-se se seria o mesmo de que o pai tentara lhe falar - e se talvez encontraria sua mãe lá. Mantinha as esperanças disso, já que ainda não entendera exatamente o que tudo aquilo significava. Somente começaria a entender quando botasse os pés no Acampamento Meio-Sangue...
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