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E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antigüidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. Os que realizam essa "façanha", por sua vez, são mandados para um lugar especial: O Acampamento Meio-Sangue, um campo de treinamento, o lugar mais seguro para uma criança semi-deusa, .
Ou pelo menos era, até Cronos começar a planejar sua volta.
O Titã está recrutando novos montros, colocando o mundo em perigo. A profecia está prestes à se cumprir, e Cronos tem um trunfo - ou finge ter - em seu poder : A Caixa de Pandora, feita por Hefesto, e que contém todos os males do mundo.

Escolhas serão feitas, partidos serão tomados. E, o mais importante: a profecia será realizada. 

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 Edward Turner - Demeter's

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Nyx
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Número de Mensagens : 154
Data de inscrição : 17/06/2009

MensagemAssunto: Edward Turner - Demeter's   Sab Ago 01, 2009 10:17 pm



Não acredito que eu vou ter que me apresentar no meu próprio fórum. Fala sério.
Nota da Lu: lê-se: Karol.


Edward Hector Turner, de dezessete anos, tem o rosto claro, que é emoldurado por cachos escuros e rebeldes, os mesmos que o garoto insiste em não cortar. Os olhos são negros e estreitos, um grande contraste com a pele pálida, salpicada de pintas. É relativamente calmo para um meio-sangue, mas expansivo, e não é nada difícil arrancar um sorriso dele. Tem uma tendência questionável à tropeçar/cair frequentemente, levando quem quer que esteja perto junto dele. Não que faça por mal. Como Mel costuma descreve-lo, é uma 'Bella Swan de calças'. Sósia daquele cantor, que tem uma banda com os irmãos, como é o nome dele mesmo? Ah, Jonas. Nixolas Jonas. Digo, Nicholas.


Empire State Building, seistencésimo andar, Olimpo, Sala do Trono, New York, EUA
Três de julho de mil novecentos e noventa e um.
Duas horas e vinte e sete minutos.

Uma mulher de longos cabelos negros estava prostrada às grandes portas douradas. A mão esquerda se fechou em um punho, e os nós dos dedos fizeram barulho ao tocar no ouro puro.

O portal se abriu, revelando um homem de barba e cabelos grisalhos, em roupas de dormir. Este fez uma cara confusa ao ver a moça.

- Deméter? O que faz aqui tão tarde?

Ela hesitou por um momento.

- Acho que estou grávida de novo, irmão.


Alguma floresta ao sul na região da Toscana, Itália.
Vinte e nove de fevereiro de mil novecentos e noventa e dois.
Dezoito horas e cinquenta e dois minutos.

- Força, Demm, só mais um pouco! – falou a menina, segurando a mão da deusa com tanta força que os dedos já estavam ficando esbranquiçados.

- Força o caral...AH, GRAÇAS A ZEUS!

Um choro de criança cortou o vale como uma lâmina afiada. Uma das ninfas segurava uma criança do sexo masculino aos prantos. A garota começou a cantarolar uma canção calma, parecida com uma canção de ninar. Em alguns minutos, o menino adormeceu.

- Lily, leve-o para Paul. A carta está no cesto.

Deméter levantou-se da terra, contente por não ter mais um bebê de três quilos no ventre. Era um pouco incômodo ter de carregar aquela barriga por onde fosse, sabe como é.

Casa de Amelia Turner, subúrbio de Pisa, Itália
Vinte e nove de fevereiro de mil novecentos e noventa e dois.
Dezenove horas e trinta e um minutos.

Uma moça de cabelos da cor do fogo cortava legumes na cozinha, enquanto a panela posta sobre o fogão soltava vapor. O ambiente todo tinha cheiro de salsa, tomate e cebolinha.

A campainha toca.

A ruiva abaixa o fogo, e, depois de enxugar as mãos em um dos panos de prato, correu até a porta. A primeira vista, não achou ninguém ali. Depois, baixou os olhos e estes se arregalaram de surpresa. Em um cesto trançado, sob um cobertor de folhas, estava uma criança recém-nascida, no mundo dos sonhos. Preso aos ramos, uma adaga de bronze e um papel cor de creme, com as palavras Para Paul escritas em uma caligrafia fina e esparramada.

Paul.

Lágrimas brotaram dos olhos dela, apesar de tentar conte-las. Inutilmente, é claro. Com cuidado, retirou o bilhete do cesto e o leu. E o que estava escrito ali desafiava tudo o que conhecia.

Caro Paul,

Antes de tudo, quero que se lembre de Demétria, no verão passado. Então, seu verdadeiro nome é Deméter. Ah, ok, cansei de escrever em 3ª pessoa. O caso é que eu sou uma deusa grega. Sabe, que vive no Olimpo e tudo mais – que por sinal, fica no 600º andar do Empire State. Juro, não é loucura, e você precisa acreditar em mim. O menino no cesto é seu filho, fruto de nossa pequena aventura naquele bar. Ele é um meio-sangue, filho de um mortal com uma deusa, sabe. É crucial que o leve para o Acampamento Meio-Sangue quando ele completar doze anos. Fica em Long Island, nos Estados Unidos – sua terra natal. A adaga é para o caso de monstros surgirem pelas redondezas e resolverem atacar o garoto. Não machuca humanos normais.Ah, ele tem dislexia e distúrbio de atenção. No mais, boa sorte com seu filho.

Deméter

P.S.: Edward é um lindo nome.


A carta estava escrita em inglês, mas ela entendia o que estava segurando em mãos. Edward. Edward Hector Turner. Ela olhou novamente para o bebê, e seu coração se encheu de compaixão. Aquele menino era um pedacinho de Paul que se manteve vivo. O criaria como um filho biológico, sim. E daria a ele todo o amor do mundo.


Apartamento dos Turner, Pisa, Itália
Vinte e quatro de abril de dois mil e nove.
Dezessete horas e oito minutos.

Um jovem de cabelos cacheados mexe em um computador portátil, os pés saindo para fora da cama. Os headphones estão ligados no volume máximo, ao som de uma banda britânica. Os dedos longos do rapaz correm furiosamente pelo teclado.

Autobiografia
Por Edward Turner

..........."Hã. Olá, meu nome é Edward Hector Turner – duh –, tenho 17 anos e meus pais são Amelia Giulianna Lorenzi Turner e Paul Turner. Estou no terceiro ano do ensino médio, na Escola Preparatória Rafael Sanzio. Mas o pessoal costuma chamá-la só de Sanzio mesmo. É a quinta escola para que sou transferido nos últimos três anos, e, curiosamente, consegui durar o ano inteiro. É isso porque...bem, aí é a parte difícil.

...........Nem eu sei direito, acredite. Mamãe ainda está me contando toda a coisa, mas parece que ela tem ressalvas ou algo assim.

...........Sei que você vai querer me internar em um hospício depois de ler isso, srta. Scopelli. E eu não a culparei. Porque eu mesmo não acreditei em mamãe até que ela me mostrasse a carta que a minha outra mãe deixou pra ela. Sabe, Deméter. É, a deusa grega, você leu isso direito.

...........Eu passei a vida inteira acreditando que Amelia era minha mãe biológica, e que minha dislexia e transtorno de atenção era um problema totalmente aleatório.

...........E que eu tinha alucinações, é claro. Mas minha mãe sabia da verdade.

...........Tudo começou há, sei lá, uns dezoito anos atrás. Paul e mamãe – Amelia. Simplesmente não consigo chamar Deméter de mãe – estavam namorando e tudo mais, depois de terem se conhecido em um cruzeiro. É uma história tão melosa que tenho vontade de vomitar quando ouço, mas não o faço pelo bem da mamãe. Sabe, ela ficaria chateada se soubesse que eu não gosto tanto assim de ouvi-la falar como ela e Paul se encontraram. Se eu fosse uma garota, quem sabe. Mas eu sou um garoto, então não rola.

...........O caso é que Amelia foi fazer um estágio – ela é designer de roupas – em Milão por dois meses, e Paul meio que começou a andar em bares, e toda aquela coisa. Uma noite, depois de ter bebido martinis além da conta, encontrou uma moça de cabelos bem pretos, alta e bonitona, chamada Demétria. Os dois foram pras finais rapidinho – o que o gim não faz com as pessoas -, o que resultou, em, tcharam, eu!

...........Paul faleceu em novembro de 1991, de morte súbita, enquanto assistia televisão. Eu sei que ele é meu pai, e que eu devo respeito ao cara e tudo mais, mas mesmo assim...que modo mais bobo de morrer, fala sério. Quando eu passar meu cartão para o além, ou seja lá o nome do lugar para que vamos após a morte, que Deus não permita que minha vida acabe de um jeito tão idiota assim.

...........Amelia ficou arrasada por um bons três meses, até que a campainha da casa dela tocou e, do outro lado da porta, estava um menininho em um cesto, com uma carta explicando ao adultério do amor da vida dela. O que, aparentemente, passou despercebido aos olhos dela, já que eu era filho dele e tudo mais. Acho que pra ela, eu sou meio que meu pai. Só que mais novo. E disléxico.

...........Não que ela nutra qualquer sentimento além do amor maternal. Seria nojento. Minha mãe é muito bonita e tudo mais, mas, é minha mãe oras!

...........A minha vida inteira os professores aconselhavam mamãe a me internar em um centro psicossocial, ou, no mínimo, consultar um psiquiatra, já que, para eles eu estava vendo coisas. Além de não parar quieto a aula inteira, vez ou outra eu falava para um coleguinha que tinha visto uma aranha gigante de cinco patas, um leão com um rabo espinhos e cara de mulher, entre outras coisas esquisitas e fisicamente impossíveis.

...........Não que ela desse muita bola, já que sabia o motivo de tudo aquilo.

...........Porém, eu fui um garoto complexado até a quinta série, quando Amelia enfim me chamou para um canto e teve uma conversa séria comigo, sobre como eu tinha de me valorizar e que de que eu não precisava contar à todos as coisas que eu via. Que eu era especial.

...........Bem, eu tinha 10 anos, e quando você tem 10 anos, meio que acredita nesse tipo de baboseira.

...........A partir daí, as pessoas começaram a focar cada vez mais no meu lado 'desastre ambulante' do que no 'esquizofrênico psicótico'. Ganhei o apelido de Il presa nero em quase todas as escolas que estudei por Pisa, tamanha a minha falta de habilidade com os meus próprios pés. Parece que sou mais desajeitado do que a maioria dos meio-sangues(é como são chamadas as pessoas metade humanas metade deusas). Ou seja, nunca deixe eu segurar nada precioso ou quebrável. A chance de você não ver isso inteiro novamente são de 85%.

...........Até o Natal deste ano, quando um episódio realmente apavorante aconteceu. Estávamos a caminho de Viareggio, para passar o Natal na casa de vovó, quando eu vi um gigante(!!!!) escondido entre as árvores à beira da estrada. Meio que era acostumado com essas visões esquisitas, então deixei para lá. Porém, ele ficou me espreitando durante todo o feriado, até que eu não agüentei mais e contei para Amelia. O olhar dela transpareceu um medo profundo no instante em que soube da coisa. Viemos para casa imediatamente, e ela acabou despejando tudo em cima de mim.

...........Por fim, mamãe quer me mandar para um acampamento de verão nos Estados Unidos, especial para adolescentes como eu. Filhos de deuses, quero dizer. Ela não sabe muito sobre, mas sabe que eu tenho que ir para lá. Negou isso tempo demais. Já disse que ficarei bem aqui, mas ela está teimando nessa idéia.

...........Ótimo, realmente ótimo. Vão me zoar horrores por causa do meu sotaque. "

Uma voz feminina transpassa a porta de madeira.

- Edward, la cena è sul tavolo!

- Sono madre, sono!

O moreno relê o texto e decide que ficou uma porcaria. A srta. Scopelli provavelmente escreveria um zero bem redondo em cima, e diria para ele que tem uma imaginação incrível, mas era para fazer uma história sobre sua vida, e não um conto de ficção.

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