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E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antigüidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. Os que realizam essa "façanha", por sua vez, são mandados para um lugar especial: O Acampamento Meio-Sangue, um campo de treinamento, o lugar mais seguro para uma criança semi-deusa, .
Ou pelo menos era, até Cronos começar a planejar sua volta.
O Titã está recrutando novos montros, colocando o mundo em perigo. A profecia está prestes à se cumprir, e Cronos tem um trunfo - ou finge ter - em seu poder : A Caixa de Pandora, feita por Hefesto, e que contém todos os males do mundo.

Escolhas serão feitas, partidos serão tomados. E, o mais importante: a profecia será realizada. 

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 Revenge, alcohol and conversations. (ABERTO!!)

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Scarlet Veronique
Meio-sangue
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Número de Mensagens : 32
Data de inscrição : 20/05/2009

MensagemAssunto: Revenge, alcohol and conversations. (ABERTO!!)   Dom Ago 16, 2009 1:39 pm

Nota mental, invadir o chalé feminino das víboras de Afrodite e quebrar os dentes de todo mundo por lá. Quero ver se ainda vão sair vangloriando-se de serem perfeitinhas depois que seus narizes estiverem sangrando, tortos, e estiverem faltando dentes na boca. Urgh! Porque os trogloditas daqui tem que ser tão linguarudos? Mais que (mal aê o palavreado) porra! Eu juro que não sei o que me segurou na aula de escultura. Eu realmente não costumo pensar na conseqüência de meus atos. Pesando bem, eu nem pensei. Mas ao mesmo tempo, algo me fez não pular no pescoço de Camille Stroghon. Algo que eu não faço a mínima idéia do que foi, mas sei que não está acabado. Digo, QUEM é que se mete comigo e sai ileso? Todo o acampamento, sem exceção, sabia quem era eu e o que eu podia causar. Eu era freqüentemente alvo de polemicas e não posso dizer que não gostava disso. Em geral, as pessoas só me bajulavam porque eu era perigosa. É melhor ser temida que amada, estou completamente de acordo.

Bem, o fato é que eu passei todo o sábado fora. É isso aí, eu fugi do acampamento. Mas qual é, eu faço isso desde que cheguei nesse lugar, não é como se fosse a coisa mais mirabolante do mundo. Depois que se pega o jeito, nunca mais esquece e as coisas só vão ficando mais fáceis. Bem, elas ficariam se os deuses nunca descobrissem de tudo e mandassem fortificar as saídas e entradas. Eles nunca se pronunciavam conosco, raramente apareciam com qualquer intimidade, mas ainda assim sabiam de tudo o que acontecia. E isso, é claro, sempre me deixava puta. Era fácil enganar os coordenadores, os olheiros e tudo mais. Para sair não era algo realmente difícil para mim. Talvez para 80% dos residentes sim, mas não para mim. Não havia nada que eu não conseguisse e era esse conhecimento que faziam as pessoas não pisarem na bola com Scarlet Veronique, filha de Ares.

Anyway, rolou uma noitada absurda no sábado. Muita bebida, objetos deliciosamente alucinógenos (a plantação de cogumelos sempre foi meu lugar preferido na floresta, ninguém realmente liga se você pega emprestado alguns desses para fins estritamente MEDICINAIS. Há!), roupas se despregando, mãos passeando livremente, bocas e línguas em uma dança frenética... Ah, isso sim é vida! Passar a noite vendo filmes idiotas no chalé? Cara, ser um vegetal não é pra mim, isso é indubitável. Pra isso acontecer Ares teria que arrancar metade do meu cérebro, mas era pouco provável que ele fizesse isso, já que eu havia herdado esse gênio dele. Bem, indo direto ao assunto, eu cheguei pelo domingo, ainda meio bêbada e desgovernada e dei de cara com quem? Querida Camille! Sinceramente, ela e suas amigas idiotas não deveriam ser conhecidas como filhas de Afrodite, e sim de Vagabundites! Se enquadraria bem melhor. O fato é que a bitch foi correndo contar para os superiores que eu havia fugido do acapamento. E tudo isso porquê? Bem, eu confesso que deu uns pegas no namoradinho idiota dela semana passada, mas qual é, ele nem sabia beijar direito! Rostinhos bonitos e sem conteúdo não faziam realmente meu gênero, mas fazer o que, meu ódio por ela me motivou tanto! Não consegui resistir! Bom, só sei que a vagabundite não resistiu em me dedurar também e agora eu estava proibida de participar dos treinos extracurriculares de Luta.

ABSURDO! E sim, ela teria a vingança. E ela viria com um gosto amargo. Talvez eu não resistisse e a fizesse provar do próprio sangue (murros na boca são revigorantes, isso sempre melhora meu humor. E é uma boa opção), mas não pararia por aí. Mas ela estava na aula idiota de dança dela, então eu não poderia fazer nada por enquanto. Lá pelas cinco da tarde eu fiquei livre. Nesse tempo, em ocasiões normais, eu iria treinar com espadas, mas estava proibida. Decidi então andar até a floresta. Era um lugar legal e haviam cogumelos e tal. O sol já não estava forte aquela hora do dia e as copas das grandes arvores impediam-no ainda mais de entrar pela floresta. Cheguei até uma clareira que era frequentemte usada para festas escondidas que eu mesma gostava de fazer e me sentei no chão, carrancuda.

-A vagabundite me paga. E eu vou amar fazer isso. – Falei em voz alta para mim mesma, tirando logo em seguida um frasco de conhaque dourado que eu sempre levava no bolso.
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Suzannah Mitsuwell
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Número de Mensagens : 429
Data de inscrição : 22/04/2009

MensagemAssunto: Re: Revenge, alcohol and conversations. (ABERTO!!)   Seg Ago 17, 2009 2:01 pm

Finalmente eu havia conseguido despistar Robert.

Quer dizer, não era raro eu ver ele por aí, me encarando. Sabe, como se fosse uma espécie de guarda-costas ou algo assim. E eu realmente não gostava disso. Será que tipo, dava para me deixar em paz? As aulas particulares de arco e flecha já eram o suficiente.

O domingo tinha amanhecido totalmente ensolarado...o que não era novidade alguma. Havia algum tipo de proteção no acampamento, algo que não deixa as nuvens chegarem perto. Sem brincadeira. Desde que cheguei, não vi uma única gota de chuva cair no vale. Muito menos algodão doce - ai, delícia - no céu.

Eu teria que perguntar a alguém sobre aquilo. Alguém que não fosse ele.

Eu havia passado o dia no modo piloto automático. Evitando Robert Crawford - e suas inúmeras peguetes que tinham um ciúme irracional de mim, lançando olhares fuzilantes em minha direção, como se eu tivesse feito algo para elas agirem assim. Affe -, memorizando os patronos de cada chalé e seus números, fazendo amizade com Hermes, xingando os preços absurdamente altos que Connor cobrava por casacos de moleton e luvas de couro e, principalmente, tentando arranjar um jeito de conseguir dinheiro. Rápido.

Era fim de tarde quando meus pés me guiaram até a orla da floresta. Eu já havia passado por lá algumas vezes, mas ainda não tinha, sabe como é, explorado. A adaga de bronze celestial que Robert havia achado para mim estava dentro da bota vermelha que Silena tinha me emprestado - a mais baixa e mais confortável possível. Ela queria que eu usasse um salto fino, mas neguei com veemência. Eca. Eu a tinha deixado fazer um rabo-de-cavalo 'chique', nas palavras dela, em meu cabelo, mas só porque estava muito calor. E eu não tinha prendedores de cabelo.

Já havia entrado mais um pouco dentro da mata quando ouvi uma voz que eu desconhecia.

- ...me paga. E eu vou amar fazer isso.

Era uma menina, e isso eu tinha certeza. Andei em direção ao som e encontrei uma garota um pouco mais velha que eu, os cabelos pretos e longos e os olhos com muito delineador preto. Nas mãos, uma garrafa de algo que, definitivamente, não era permitido ali. Álcool. Não que eu realmente estivesse impressionada. Eu morava com um contrabandista, alow? Mas mesmo assim. A única - e última - vez que eu havia bebido algo com teor alcoólico foi quando eu e Jared tínhamos quatorze anos e resolvemos pagar de 'bons'. Bebemos uma garrafa inteira de gim da adega do pai dele. A ressaca que eu tive não dia seguinte fez o episódio não valer a pena.

Eu estava pronta para dar a volta - ela tinha a maior cara de encrenqueira, e eu não estava com saco para apresentações ou qualquer coisa do tipo - quando pisei em cima de um galho seco. O som foi ouvido pela moça, que se virou e achou uma Suze com cara de quem queria cair em um buraco no chão.

Não que fosse qualquer surpresa. Eu me sentia assim pelo menos duas vezes ao dia, ali.
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Lucy Sile
Ninfa
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Número de Mensagens : 31
Data de inscrição : 18/06/2009

MensagemAssunto: Re: Revenge, alcohol and conversations. (ABERTO!!)   Sex Out 09, 2009 10:05 am

Rá! Otária! Acha que eu iria deixar passar isso?! Pois bem, não deixei mesmo não! Não sabe do que eu estou falando, caros leitores? Estou falando de uma malandrinha que queria ingerir álcool! Quem ela pensa que é, hem? Confesso que fiquei com pena no começo, mas depois decidi que dar uns bons cascudos. Meu dia já não era bom. Ainda mais com uma certa piranhazinha que decide beber conhaque! Eu sei que não posso nem dizer nada diante do meu gênio ruim, mas hoje eu decidi descontar em alguém toda a minha fúria que veio se somando durante toda a semana. Eu nem conhecia direito aquela garota, mas ela seria com toda a certeza o meu ponto anti-estressante. Humpf! Quem ri por último, ri melhor, flor.

Como tenho a absoluta certeza de que você não está entendendo toda essa minha fúria, eu irei contar do começo, ou seja, do início da semana. Ok. Na segunda-feira eu estava calma e paciente, esperando a hora certa para - mais uma vez - tentar me infiltrar no acampamento Meio-Sangue. Não consegui. Veio um cara com um papo mole de chalé, que eu não entendi nada, parecia que ele sabia que eu não era Meio-Sangue porcaria nenhuma. Aquele papo doido! Zeus, me livre! Claro que isso mudou o meu humor por completo, né? Voltei para casa virada no cão com os nervos à flor da pele - como sempre ;D Minha mãe nem a Sun não entenderam o motivo, mas para falar a verdade, eu era a única que precisava entender.

Na terça, eu estava já com raiva pelo dia anterior. Desta vez, a Sun veio falar comigo uma coisa que me deixou mais irritada ainda. Acho que ela pensa que sua porcaria de papo manso me convence a alguma coisa. Pois ela está redondamente enganada!
- Er... Lucy?
- Olá, Sun. – Eu disse virada de costas para ela, com um sorriso malicioso estampado no rosto. Ela não via nada mesmo! u.u
- Lucy, isso poderá não te agradar, mas eu e sua mãe decidimos que você será vigiada durante o dia e a noite. - Ela parecia gostar daquilo. Cadela!
- O quê?
- Isso mesmo, Lucy. Temos presenciado algumas fugas suas. Me desculpe, me desculpe mesmo. - Eu fechei os punhos na menção de atacar aquela idiota. Mas decidi zelar pela sua vida pelo menos por alguns meses a mais. Se ela morresse agora não teria mais graça, não é mesmo?

Durante todo o resto da semana, a única coisa que me deixou irritada foi esse negócio de escolta. Meu amigo, o Kimber, ficou sem dormir para me vigiar. Foi um tédio. Uma porcaria. Ele lá, olhando para mim, lutando contra o sono. Confesso que achei engraçado, suas pálpebras inchadas, seus olhos piscando freneticamente, fazendo um barulho estranho, como se os mesmo estivessem secos, sabe? Na verdade ele dormiu durante o dia, a Sun ficava me vigiando, o que foi pior. Por que eu a odeio. Fato! Bem, vou fazer um resuminho geral aqui, a semana foi o "ó".

Eu poderia estar sendo vigiada. Mas não estava morta. Nesse sábado, eu estava decidida a tentar - affeu, mais uma vez - me infiltrar no acampamento Meio-sangue, para saber mais sobre a caixa de Pandora - objeto que veio a me instigar tem um bom tempo. Como o Kimber estava com sono, eu decidi soltar o gogó e cantar uma musiquinha para ele dormir. E olha, eu consegui! Só se escutava os seus roncos - que mais pareciam roncos suínos. Hahahaha! E enquanto ele aproveitava os seus sonhos lindinhos, eu mais uma vez fugi. Fui para a floresta lá do acampamento, onde uma festança rolava solta.

Foi esse o momento em que eu escutei - e vi - a garota que com certeza tiraria meu tédio.

Ela falava que iria amar alguma coisa e pegava um frasco de conhaque. Pilantra!, pensei com raiva de ver aquilo acontecendo. Me aproximei e disse: - Se eu fosse você, teria vergonha de tal ato! Sua pilantrinha. Devia era de bater. Mas como sou uma nin... er... filha de um deus muito poderoso, vou ficar no meu canto. – Minhas mãos coçavam. Eu iria ou não partir para a briga? Veja no próximo capítulo! Bem, entre o sim e o não, acho que fico com o sim. Beijos, flor. Só torço pra que tenha um R.I.P. também. Mwahahaha! Como eu sou mal.
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