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E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antigüidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. Os que realizam essa "façanha", por sua vez, são mandados para um lugar especial: O Acampamento Meio-Sangue, um campo de treinamento, o lugar mais seguro para uma criança semi-deusa, .
Ou pelo menos era, até Cronos começar a planejar sua volta.
O Titã está recrutando novos montros, colocando o mundo em perigo. A profecia está prestes à se cumprir, e Cronos tem um trunfo - ou finge ter - em seu poder : A Caixa de Pandora, feita por Hefesto, e que contém todos os males do mundo.

Escolhas serão feitas, partidos serão tomados. E, o mais importante: a profecia será realizada. 

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 Amber Swann - Deméter's

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AutorMensagem
Gaia
Administrador
Administrador
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Número de Mensagens : 89
Data de inscrição : 17/06/2009

MensagemAssunto: Amber Swann - Deméter's   Qua Jun 24, 2009 4:45 pm

Dados do Player:

Nome do player: Fire
Comunicadores/E-mail:
fairy02_fire@hotmail.com
Idade: 17 anos
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): ---


Dados do Personagem:

Nome: Amber Swann
Data de Nascimento: 25/08/1991
Idade: 17 anos
Local de Nascimento: New York
Filiação (pai ou mãe olimpiano):
Deméter
Características Psicológicas:
Age como mãe da irmã gêmea
mais nova, principalmente depois que os pais morreram. Muito calma, amiga,
paciênte e educada, tenta nunca distratar ninguém mesmo que não goste muito da
pessoa. É bastante responsável e muitas vezes é considerada a “mãe” do grupo.
Seu comportamento vai mudar um pouco quando for pro acampamento, como por
exemplo: perder um pouco a paciência de vez em quando e agindo por impulso
ainda mais do que de costume.



Características Físicas: Vide Avatar
Artista Utilizado:
Hilary Duff



Biografia:


Foi um verão difícil, aquele... tínhamos apenas 16 anos
quando eles se foram. Meus pais planejaram uma viagem pelo mar, em um navio
maravilhoso e luxuoso que pudemos até conhecer. Era de uma classe jamais vista
e ficamos todos encantados, mas nós duas, eu e minha irmã, não podíamos ir
nesse, dizia mamãe. Era uma viajem só deles. Que se ainda quiséssemos ir,
iríamos outro dia, mas não nesse. Com um abraço forte dos dois e juras de amor,
eles partiram e nós voltamos pra casa, junto com uma tia nossa que ficaria de
olho na gente até a volta. Mas essa volta nunca aconteceu. Dias depois a única
coisa que nos foi informada sobre o acidente, fora que um acidente aconteceu no
mar, e papai e mamãe não voltariam mais. Arrumamos nossas coisas – tudo que
queríamos podíamos levar, até o que era deles, e assim o fizemos, pegamos tudo
o que achamos necessário – e nos mudamos pra casa dessa tia, com seu marido. Choramos
por algum tempo, embora eu tenha chorado escondida a maioria dele; minha irmã
era mais nova e sempre senti uma forte sensação de que devia protegê-la. Logo,
isso se acentuou depois que ficamos sozinhas, e eu agia quase como mãe dela.






Junto com nossa chegada, ganhamos uma nova empregada na
casa. Sim, morávamos agora em uma mansão linda, um pouco grande pra duas
pessoas – digo duas por antes morarem só nossos tios, e agora só nós duas, já
que pouco aparecem em casa – mas era bem... legal. Nossos novos responsáveis
não eram maus ou nos ignoravam, eles simplesmente não apareciam muito em casa. Digo, quando
estavam em casa não estavam de fato em casa, entende? Um dormindo e outro no
escritório, um na sala telefonando sem parar e o outro dormindo, enfim,
tínhamos a casa só pra nós. Eles também não se importavam muito com o que
fazíamos, desde que estivéssemos bem vivas, pra ser mais
exata
, mas no resto, como notas de escola, hora pra chegar ou se
dormíamos em casa ou não, não era importante. Okay, só dormíamos em outro lugar
quando esse outro lugar era casa de Josh, então não posso afirmar que não
importaria se dormíssemos em outro lugar, mas concluo que sim. Recebíamos uma
boa mesada e aos 16 anos cuidávamos de nós mesmas – eu cuidava de nós mesmas -,
comprando a comida que íamos comer durante o mês, comprando roupas novas, material
escolar, etc. E sobre a empregada, meu deus, esqueci... Bom, Tonya era o mais
perto de um carinho tínhamos; ela perguntava sobre as notas às vezes, parava
pra conversar com a gente, perguntava sobre as novas amizades e nos ajudava a
estudar para prova às vezes. No começo era bem protetora ou algo assim, mas
depois de entrarmos na nova escola, passou a ficar menos conosco, só cuidando
de longe. Poderia dizer que isso tinha haver Josh, mas na época não tinha
certeza, então era só uma outra conclusão, pois se eu e minha irmã nos
sentíamos seguras com ele, Tonya também sentia.




O primeiro dia de aula é sempre um pouco complicado.
Poucas pessoas se aproximaram de nós naquela semana – e nas próximas – só mesmo
Josh Calling o fez. Ele era um garoto de cabelos dourados e uns olhos tão
claros que me faziam ficar querendo só olhar pra eles por horas. Logicamente,
eu não podia fazer isso e não faria, pois não é muito legal ficar encarando os
outros, mas algo me dizia que Josh não era outro... ele era o Josh, e isso
explicava tudo – embora não explicasse nada. No primeiro dia não lembro de
tê-lo visto, mas não posso dizer que ele não estava lá, já que não prestei
atenção. Minha atenção estava virada pra todos aqueles pares de olhos curiosos,
intrigados e invejados nos olhando sem parar. Ficamos sozinhas nesse primeiro
dia, ninguém se aproximou – não que eu ligue, já que me sinto suficientemente
completa só com minha irmã. O chato foi ficar sendo encarada... quase que eu
fui perguntar qual a razão pra tanta inveja, mas não seria um bom começo pra se
fazer amigos. No segundo dia, eu o vi olhando pra mim, mas o jeito com que ele
olhava era diferente dos outros todos que eu já conhecia ,
era doce, compreensivo, amigo, seguro. Ele passou um bilhetinho aonde só tinha
um “Oi”, bem pequeno pro tamanho do papel, e me fez fazer cara de “ouwn” quando
li. Minha irmã escreveu outro aonde só continha outro “Oi”, e ele deu o sorriso
mais lindo do mundo quando leu. Trocamos nomes, e quando o sinal tocou ele se
aproximou para começarmos nossa enorme conversa sobre tudo. Andávamos nós 3
sempre juntos depois daquele dia, nos tornando melhores amigos.



Nas ultimas semanas daquele mês, volta e meia alguma
menina nova vinha pra “roda de amigos” que acabava se formando entre nós 3 na
hora do intervalo. Eu sentia cada vez mais que, embora boazinhas, todas eram
meio... como posso dizer... ”Humanas Demais”? Sim, não tinham os mesmos assuntos
interessantes que compartilhávamos com Josh. Porem, ele dizia que elas eram
boas pessoas e devíamos dar uma chance, e tudo mais – sempre me enrolando e
deixando-as por perto por pelo menos uma vez por dia. Quando esse dia tinha
duas visitas desses amigos, eu pedia licença e começava a ler o livro que
tínhamos ganhado dele. Um livro estranho, mas bastante interessante sobre
história, aonde só continha a parte que estudava os Deuses do Olimpo. Esse
livro tinha mais alguma coisa diferente dos outros, só que eu não conseguia
identificar o que era, estava muito focada em ler e aprender mais e mais. Me
fiz essa pergunta diversas vezes até descobri o que nele era diferente de todos
os outros. Depois de mais uma tarde com esses amigos de escola, estava
folheando as páginas do livro enquanto pensava sobre o livro prender muito a
minha concentração e o quanto eu queria ler mais... quando eu reparei: ler! Eu
consigo ler! Sim, eu não conseguia fazer isso muito bem, um professor meu
detectou dislexia em mim e minha irmã, dizendo que poderia ter herdado dos meus
pais e enfim. Mas esse eu podia ler... como eu podia ler? Minha irmã também
podia, pois nunca tinha reclamado e demonstrado dificuldades. Fiquei curiosa e
comecei a passar os dedos nas palavras na intenção de identificar o tal motivo,
um amigo do meu lado disse curioso
Hey, você sabe ler em Grego?!
– Okay, foi um choque. Depois disso foi tudo
muito rápido; Josh chamou atenção de todos para alguma coisa que eu não me
lembro o que era, o sinal tocou e não tive tempo pra falar com ele sobre isso
naquele dia.




x.x.x



Algum tempo depois de viver ao lado de Josh, comecei a
enxergá-lo de uma forma diferente. Eu não sei bem quando passei a vê-lo dessa
forma, só sei que quando me dei por conta, ele era o único garoto que eu
queria. Nada da parte dele mudou; ele não sabia ou não parecia sentir o mesmo,
e como não custa tentar, parti para a primeira opção: “Se ele não sabe,
mostrarei a ele”. Conseguia horas sozinha com ele para conversar, estudar, até
ver um filme, e não só dava indiretas como também provocava. Novas
brincadeiras, assuntos mais pessoais, ações que normalmente não eram muito
comuns para amigos, etc. E nada, até que os alunos da nossa escola resolveram
fazer uma festa a fantasia no último dia de aula. Ficamos dias conversando
sobre nossas fantasias e minha irmã e eu escolhemos a mesma, só a cor que
diferenciava, e mesmo assim muito pouco já que eu fui de lilás e ela de roxo. Mas
o tema de “bruxa-princesinha” era o mesmo. Josh acabou se atrasando e acabamos
chegando na frente dele (quando normalmente, ele nos escoltaria até lá). Todos
estavam de alguma forma mascarados e não reconheceríamos ninguém se não viessem
falar conosco, ou fossemos falar com eles. Estávamos em um canto do salão,
cercada de umas 3 amigas, esperando Josh que viria de guerreiro ou algo assim,
quando reparei que um... homem mascarado, todo de preto e sem mostrar nenhuma
parte do corpo, exceto os olhos negros, me encarava de um jeito um tanto
diferente. Fiquei curiosa e olhava de volta algumas vezes, mas não tive vontade
nenhuma de ir até lá. Quando minhas amigas repararam, ficaram brincando de
implicar comigo dizendo que eu já tinha despertado corações ou coisas do tipo,
enquanto eu só morria de curiosidade pra saber quem ele era. Não podia ser Josh,
já que este viria de guerreiro. Mas então... quem seria? Pouco tempo depois ele
apareceu sorridente na porta do salão, acenando para onde estávamos, mas sua
expressão mudou enquanto se aproximava, como se estivesse sentindo algo
estranho no ar. Perguntou-nos se estava tudo bem e uma das meninas respondeu – Sim, mas parece que pra aquele menino não
– apontou pro homem sem rosto. – Parece
que Amber está despertando corações
– riu e as outras brincaram. Entre
tanto, Josh não pareceu gostar e olhou pra ele com uma cara um tanto feroz. Me
senti tão feliz naquele momento, pensando que ele estivesse com ciúmes
e que após isso nos beijaríamos e viveríamos felizes para sempre.
Quando mais tarde viria a saber que o homem mascarado não era um apaixonado por
mim, e que o meu príncipe encantado não estava com ciúmes, e sim, me protegendo
de um monstro.
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Gaia
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MensagemAssunto: Re: Amber Swann - Deméter's   Qua Jun 24, 2009 4:46 pm

A festa acabou cedo pra nós 3, com nosso guerreiro
dizendo que não estava muito bem e gostaria de ir embora. Como já tínhamos
aproveitado bastante a festa e não tínhamos mais nada pra fazer, concordamos e Josh
nos levou pra casa. Ele entrou e ficamos conversando no quarto de Jackie por
algumas horas, até que ele finalmente pediu o que eu senti que queria pedir
desde que saímos da festa: – Posso ficar?



Todos tomaram banho, nos arrumamos e, voltamos a
conversar. Mas ele ainda parecia querer falar alguma coisa. Só que dessa vez eu
fui mais rápida...




– Diga logo o que quer, Josh. – Disse
assim que o silêncio tomou conta do lugar por alguns segundos. Ele pareceu
surpreso de início, mas logo depois relaxou.



– Ahn... é que... eu queria chamar vocês duas pra um acampamento
de verão.
– Pensou um pouco em como continuar
e por fim... – Eu vou, e não queria
ficar sozinho.
– Agora foi minha vez de pensar. Um acampamento de verão?
Será que seria bom? Ele explicou o resto como sendo um acampamento normal,
contou que éramos divididos em 12 casas, mas que com certeza eu e minha irmã
ficaríamos juntas. Que as 12 casas tinham nomes de Deuses do Olimpo – sendo aí
que nos interessamos mais – e podíamos praticar o esporte que quiséssemos.
Também disse que era bem mágico e lindo, e que sem dúvidas iríamos amar. Olhei
pra minha irmã que também sorria e concordamos mutuamente.




Nossos tios chegaram assim que estávamos saindo e tivemos
que parar pra explicar. Eles pareciam surpresos demais e quando explicamos,
ficaram um pouco preocupados, mas Josh explicou tudo de novo e de uma forma
melhor, assim como Tonya, e tivemos permissão deles – como se fosse justo que
eles impedissem, logo que nunca ligaram muito para nós – tendo só que responder
se estávamos com dinheiro suficiente, se tínhamos comprado tudo que
precisaríamos e coisas básicas. Tonya nos levou até lá, acredita? Mal sabia que
ela sabia dirigir. Conversamos sobre coisas diversas durante a ida, enquanto eu
e minha irmã observávamos encantadas algumas paisagens jamais vistas. Paramos
perto de uma colina e Josh apontou um pinheiro enorme dizendo que o acampamento
ficava do outro lado. Minha irmã perguntou algo mais sobre o pinheiro e ele
prometeu contar a história dele pra nós – me fazendo comentar mentalmente: nossa, acampamento legal. Até um pinheiro
tem história.




Estacionamos e tínhamos Tonya de um lado e Josh do outro
– pelo menos até o alto da colina, quando Tonya se despediu de nós e disse que
ficaria por ali –, nos guiando até uma casa linda que tinha como vista todo o
perímetro do acampamento. Reparei nos monumentos gregos erguidos em todos os
lugares e me encantei; tudo que eu tinha lido e visto no livro, estava alí!
Quase perguntei se tínhamos entrado na Grécia e não tinha reparado. Crianças,
adolescentes da nossa idade e alguns um pouco mais velhos, corriam pelo
acampamento e brincavam de diferentes coisas. Todos com uma camisa horrível laranja com as escritas “Meio – Sangue”. A poucos metros da
casa, Josh se postou a nossa frente quase ao mesmo tempo em que um centauro se
encaminhava na nossa direção. Eu não sei quanto a minha irmã, mas eu estava
petrificada. Josh disse pra ficarmos calmas, que estava tudo bem e que ele era
um guardião ou algo assim, não me lembro bem o que ouvi naquela hora.


– Ahn... Josh? Existe algo que esqueceu de nos contar?



Ps: As gêmeas usam desde pequena uma pulseira com um
pingente em formato e desenho da planta do trigo – Deméter. Alem de um D
escondido no mesmo.
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