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E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antigüidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. Os que realizam essa "façanha", por sua vez, são mandados para um lugar especial: O Acampamento Meio-Sangue, um campo de treinamento, o lugar mais seguro para uma criança semi-deusa, .
Ou pelo menos era, até Cronos começar a planejar sua volta.
O Titã está recrutando novos montros, colocando o mundo em perigo. A profecia está prestes à se cumprir, e Cronos tem um trunfo - ou finge ter - em seu poder : A Caixa de Pandora, feita por Hefesto, e que contém todos os males do mundo.

Escolhas serão feitas, partidos serão tomados. E, o mais importante: a profecia será realizada. 

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 Leah Clearwater - Ares'

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Nyx
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Número de Mensagens : 154
Data de inscrição : 17/06/2009

MensagemAssunto: Leah Clearwater - Ares'   Sab Set 12, 2009 4:36 pm

Citação :
Dados do Player:

Nome do player: Rafaela "Leah" (longa história)
Comunicadores/E-mail: mancy.leah@hotmail.com / rafa.chambinhoow@hotmail.com / shady-chan@hotmail.com
Idade: 15 anos (eeeeeeeeee!!!)
Personagens : Mancy Montgomery (ainda será devidamente postado sobre ela, mas já avisando) - Meio-sangue
Filiação: Ares
Artista Utilizado: Ashley Greene

FICHA DO PACIENTE/ALUNO
(prefiro ser chamada de fugitiva)

Instituto Preparatório Saint Pauline

GERAL:

- Paciente: Leah Halle Deschound Clearwater
- Data de Nascimento: 15/05/1993 - Signo: Touro
- Local de Nascimento: Seaside, Califórnia
- Pai: (o pai biológico é desconhecido) Igor Halle Deschound
- Mãe: ( a mãe biológica, Sue Clearwater Deschound, faleceu) Kahlerita Halle Deschound
- Sangue: O -
- Alergias: Ácaros, poeira, fumaça, detergente e a frutos do mar (menos peixe)
- Médico(a) ? London Halle Deschound
- Em caso de emergência avisar: Igor Halle Deschound (padrasto)
- E-mail: igorh.deschound@eqquuscenter.com
- Cidade: Seaside, Califórnia - País: Estados Unidos


FÍSICO

- Altura: 1 metro e 57 centímetros
- Peso: 47 quilogramas
- Cabelo: Castanho claro
- Olhos: Castanho claros

- Depoimentos dos professores -

“ Leah é, sem sombra de dúvidas, a melhor aluna de educação física, mesmo sua altura sendo desproporcional ela mostra uma capacidade física incrível e uma energia inesgotável.”
professor de Educação Física, Joshua Marshaw

“ É o nosso trunfo no judô, mesmo sendo pequena, possui uma grande destreza e uma força descomunal!”
professora de judô, Kaila Maya

“ Você nem consegue ver ela te acertando com o florete!”
professor de esgrima, Ibsen Aundrey

“ Ela é bonitinha, o cabelo castanho claro chega até um pouco abaixo da metade das costas, caindo em leves ondulações. O rosto é emoldurado pelo cabelo e é delicado como o de uma menininha, os olhos castanho claros possuem um brilho sagaz impossível de ignorar, o que atrai a atenção para os seus longos cílios negros. Mesmo tendo vindo da Califórnia, sua pele é clara como o leite, com um corpo pequeno e bem definido. Pena a sua personalidade ser tão... peculiar e o seu cuidado com a estética tão ralo, ela poderia se tornar uma garota de glamour depois de lapidada, é um desperdício para a moda.”
professor de moda, Caius Mandrake



PSICOLÓGICO

- Depoimentos dos professores e amigos -


“Leah é uma garota muito inteligente, mas temos que ter extremo cuidado com ela, pois é muito fácil irritá-la. Suas notas são péssimas em qualquer outra matéria que não seja Grego Antigo e qualquer atividade envolvendo força: alega ter dificuldade na leitura e se distrai facilmente.”
Diretora do Instituto Preparatório Saint Pauline, drª Áyda J.J.

“Ela é uma garota muito boa, educada e sensível, mas, mesmo sendo amigável e engraçada, ela possui apenas dois amigos, a paciente Alexa Darwin e o paciente Thomas Ellyo. Mas Leah não é feita apenas de qualidades: é uma garota extremamente teimosa e com um gênio explosivo, não gosta de receber ordens dos outros, odeia ser contestada e não admite estar errada, prefere usar a sua inteligência com desculpas e mentiras, o que é um grande desperdício. Possui dislexia e um bem acentuado déficit de atenção, o que não a ajuda com as notas baixas. Outro problema é Thomas Ellyo: por ser um pouco desajeitado ele normalmente se torna alvo de chacota dos outros colegas, o que deixa Leah furiosa, causando muita violência desnecessária, já que ela não mede esforços para defender seus poucos amigos e não se snete nem um pouco receosa de "descer o braço" em alguém, segundo ela.”
Laureen Jenkinsita, psicóloga

“ Ela é minha melhor amiga, a considero como uma irmã. Mesmo tendo uma personalidade instável, Leah é leal e companheira: única!”
Alexa Darwin, melhor amiga

“ Leah é uma grande companheira e uma menina muito boa, pena ela ser mais forte que eu, odeio ouvir os comentários sarcásticos dela sobre a minha capacidade de auto defesa!”
Thomas Ellyo, melhor amigo



BIOGRAFIA DA PACIENTE (fugitiva!!!)

Leah nasceu em Seaside, Califórnia. Sua mãe, Sue Clearwater Deschound, a criou sozinha até a garota completar dois anos, foi quando conheceu o empresário viúvo Igor Halle Deschound. Se casaram um ano após o início do romance e viveram uma vida sem dificuldades até o dia 19 de outubro de 1998, quando sua mãe morreu em um acidente de carro, quando a família voltava de uma viagem a Forks, Washington.
Igor criou Leah sozinho e foi como um pai para a menina, já que ninguém conhecia o pai biológico. Os dois viveram sozinhos por três anos, quando Igor Halle conheceu Kahlerita Halle e se casou com a mulher de descendência alemã, divorciada e com três filhos: Zac, Josh e Kayle. A família permaneceu três anos juntas, quando, aos onze anos, Leah foi mandada para o Instituto Preparatório Saint Pauline, localizado em Manitou Springs, Colorado.
Passou um ano sob os cuidados de profissionais qualificados e teve várias vezes que se manter suspensa em seu dormitório por mal comportamento e brigas desnecessárias, que em suas palavras eram para defender seus amigos e supostos 'valentões'. Manteve uma relação de amizade com Alexa Darwin e Thomas Ellyo e, após a destruição (por conta de uma explosão) da área de lazer, o trio foi expulso do Instituto.


----------x----------


Veja bem, eu sou filha de Ares, o todo poderoso deus da Guerra, ou seja: eu sou uma meio sangue. Nós, filhos de deuses com mortais, somos constantemente perseguidos por monstros, já que exalamos um cheiro muito, hum.... apetitoso para os monstros, o que ferra com toda a nossa vida, certo? Então, essa explosão que eles falaram aí em cima, não fui eu! Pela primeira vez eu não fiz nada de errado e eu gostaria muito de excluir esse mal entendido da minha vida, mas como isso é impossível a única alternativa que me resta é: Explicar.
Ta certo, eu sou péssima em ser verdadeira nas minhas explicações, entenda, eu sou ótima para explicar coisas quando são mentiras, mas falar a verdade? Não é comigo, definitivamente. Mas é isso eu vou explicar direitinho. A Saint Pauline não aceita animais, de jeito nenhum! Mesmo eles tendo estábulos com cavalos por causa da aula de hipismo e equitação, mas só esses também, além disso, muitos alunos tem fobia a animais (estranho, não?), como a Alexa que tem, ou melhor: tinha, um pavor a cães e gatos. Pois bem, era de dia e eu e a Alexa estávamos sentadas em um banquinho quando dois cachorros enormes, com a pelagem marrom avermelhada curta, os olhos pequeninos ardendo em um vermelho febril e os dentes e língua eram negros como piche apareceram.
Até eu fiquei com medo daquelas coisas enormes e peludas, então, podia imaginar a reação da minha amiga. Me levantei rapidamente e a puxei com força, a primeira coisa que fiz foi correr e quando, finalmente, consegui uma brecha, me escondi, no momento em que os dois animais passavam em disparada por nós, tinha certeza que era questão de minutos até eles nos encontrarem, mas eu realmente precisava de tempo para organizar as idéias. Eu não sou medrosa, apenas tinha que pensar em algo, porque, atacar dois cachorros de 1,30 m é impossível sozinha e com as mãos nuas.... eu precisava de uma arma, mas aonde? Corri os olhos pelo lugar até encontrar uma pá que utilizavam para arrumar os jardins. Me levantei revigorada, sentia meu corpo trabalhando e a adrenalina percorrendo o meu corpo, um sorriso homicida apareceu surgiu em meus lábios, enquanto me dirigia para a passagem principal, aonde os dois mini-bezerros se encontravam.
O primeiro animal se jogou contra mim, mas foi desviado por um forte golpe giratório com o utensílio de jardinagem, meus lábios se arreganharam mais, eu queria ver o sangue deles correndo pelo metal frio da pá. Cerrei os olhos e me posicionei em uma posição confortável, enquanto o primeiro animal se recuperava da pancada o segundo se jogava contra mim, apenas para ir de encontro ao vazio, já que havia me desviado antes do seu ataque, dando-lhe uma forte pancada pelas costas. Agora, quando me lembro desse momento, me parece tão Jack Chan, que nem eu mesma acredito. Estava totalmente fora de mim, o ódio e o instinto de luta me cegavam e me guiavam, eu era puro instinto! Meu eu interno, a garota atrapalhada e explosiva, percebeu a saída desesperada da Alexa e quase entrou em parafusos ao se ver "traída" pela amiga, deti os cães por vários minutos e mesmo a luta não fazendo sentido e minhas energias estarem começando a me deixar na mão, eu lutei, lutei por mim e pela minha mãe...Não em pergunte o porque, apenas achei que ela merecia!
O tempo passou rasteiro e quando eu já cogitava a idéia de morrer tentando matar aqueles dois “duros de matar” (Hum, Bruce Will é realmente muuuuito gostoso!!) um saquinho amarrado em uma corda chamou-nos a atenção ao cair no chão, espalhado na corda desprendia um cheiro forte. Reconheci aquilo no mesmo instante: Álcool. Não precisava olhar para traz para saber o autor daquele feito, esperei um breve momento e quando ouvi o chiado, me lancei em direção a porta de vidro, que se quebrou com o forte impacto da explosão, demorei um minuto ao perceber que estava em cima dos meus dois melhores amigos. Sorri aliviada ao ver Alexa ofegante, após a louca corrida em busca do Thomas e como um bom garoto que era, fez a lição de química de maneira estupenda e maravilhosa, estava me lixando para os problemas quando o diretor e uma tsunami de alunos e professores apareciam. Resultado? Expulsão imediata (Com certeza o ex-diretor ainda se lamenta por isso.... eu sei, tenho certeza!). Para descrever a cena seguinte, acho melhor reproduzir o diálogo, já que não sei como descrever isso.
Estávamos os três no meu quarto, as bagagens da Alexa e do Thomas já estavam prontas, a porta estava trancada quando o ataquei.

- PORRA THOMAS!!!! QUE MERDA FOI AQUELA? – Vi ele se encolher na direção da Alexa, que o encarou com o se melhor olhar “olá-eu-vou-roubar-a-sua-vida-sacas?”.
- Bem..... eu, ãahn..... eu acho que... que devo algumas respostas para vocês meninas....
- Oh! Jura? Como descobriu isso garoto? – Lembrando dessa cena, até eu me assusto com a raiva, o desprezo, o sarcasmo e com a pontada de dor (pela traição) que pintava as minhas palavras, frias e nuas.
- Leah, se acalme.... ele vai nos contar! – murmurou Alexa, que o olhava com indignação.
- Sim, sim! Mas acho melhor mostrar enquanto conto tudo... – nesse momento, ele retirou as calças, revelando um trazeiro peludo e duas patas de burro, murmurei para Alexa um “beleza, agora ele é meio-homem, meio-jumento”, provocando risinhos por parte dela e um balido indignado do Thomas. – Nossa, como você é engraçada. Esquecendo isso, vocês lembram das suas aulas sobre a Grécia? Pois bem, se eu lhes contasse que o Ocidente é ativo e em intervalos de tempo se muda de um lugar para o outro? O que vocês diriam que os deuses ainda são vivos e ainda possuem a péssima mania de se relacionarem com mortais, tendo filhos semi-deuses ou meio-sangues? Vocês me chamariam de louco, mas acho que após verem que eu sou um SÁTIRO (e não um jumento como a Leah sugeriu...) e presenciarem a aparição e o ataque de dois cães infernais, vão acreditar nas minha palavras. Vocês duas são semi-deusas, filhas de mortais com algum deus ou deusa do Olimpo.

Olhei para Alexa com um quê de dúvida em minha expressão, ela apenas abriu a boca, embasbacada demais para poder falar alguma coisa, mas o pior de tu é que eu acreditava e eu podia ver nos olhos da minha amiga que ela também aceitara as palavras de boa vontade. Baixei meus olhos e me concentrei em um pedaço do tapete vermelho que estava manchado, franzia as sobrancelhas, o que significava que meu nariz estava torcido para um lado.

- Aqueles dois cães apareceram por causa das duas possuírem sangue semi-divino, se as duas estivessem separadas e não se conhecessem, poderia ter sido diferente. – ele deu um sorrisinho e olhou um pouco encabulado para Alexa.- Eu fui mandado aqui para levá-las até o Acampamento Meio Sangue, que é um lugar seguro para pessoas que nem vocês, sou encarregado pelo transporte seguro das duas e tenho certeza que ambas irão concordar em me seguir, pois perceberam que estão correndo perigo e vocês sabem que eu farei qualquer coisa para salvar as duas, nem que custe a minha própria vida...

Bem, a discussão passou rápido e Thomas não teve tanto trabalho quanto imaginava. Escolhemos ir embora de noite e não hesitamos em deixar toda aquela vida para traz, meu sangue fervia com a longa viagem que teríamos pela frente... aventura era como nós chamávamos. Havia mandado uma SMS para meu padrasto, relatando o que acontecerá e o avisando da minha súbita partida, ao contrário do que eu imaginava, ele não surtou, apenas concordou e me disse o quanto me amava:


Pardalzinho (nossa, que apelido horrível...), cuide-se bem, finalmente estará segura. Venha nos visitar quando possível, certo? Te amo de mais garota.
Beijos, papai.


Mas nossa viagem não foi feliz, éramos duas semi-deusas com um único sátiro, mesmo nossos pais não sendo ou mães não sendo tão poderosos (poxa, papai bem que podia ser Poseidon ou Hades.... Zeus me parecia tão, sei lá, metido!) nosso sangue cheirava como um lindo almoço de monstros. Bem, não gosto de lembrar disso, mas é meu dever contar a verdade: já estávamos em uma estrada adjacente no caminho para o Camp, quando acabamos atraindo uma hydra de tamanho médio, não estávamos indefesos, pois havíamos furtado (trabalho da Alexa) umas facas de caça em uma cidadezinha de interior. Nosso estado era deplorável, estava machucada, sangrado e com um braço deslocado, Thomas quase perdera um chifre e já não conseguia se apoiar na pata direita e Alexa tinha um feio corte na cabeça. Não lembro o que aconteceu a partir desse momento, já que havia desmaiado de cansaço e só acordará em ma cama quentinha no Camp, soube, pela boca de Thomas que Alexa distraiu o monstro e junto com Thomas me arrastarão em direção da colina aonde se encontrava as fronteiras do Camp, conseguimos, bem... Thomas e eu. Alexa ficará e sucumbira, nos salvando.
Passei dois anos em um estado de dormência após saber desse fato, perdi muitas coisas e a única pessoa que sofria como eu era Thomas, o único que permanecia ao meu lado. Sempre que podia, voltava para casa e ficava com meu pai. As 13 anos, fui determinada como filha de Ares, não sei o que os meus meio-irmãos pensavam de mim, apenas sei que me ignoravam e foi apenas com 14 anos que voltei a ser que era. Não agüentava mais me sentir uma intrusa em minha própria casa, desci, por fim, que passaria o maior tempo possível no Acampamento, ou seja: o ano inteiro. Após essa decisão, voltei para o Camp e me socializei com alguns filhos de Hermes e alguns filhos de Ares e na metade do ano, em julho, Kayle chegou, mudando minha rotina naquele lugar.
Sempre gostei do Kayle, mesmo ele sendo meu irmão de criação (Isso, sem laços de sangue, baby!) e sendo um besta comigo, ele é lindo, educado, engraçado, perfeito... Esquece, isso é outra história: isso já está parecendo um diário! Agora com 15 anos, percebo que toda aquela dor reprimida se atenuou, a partir do momento em que fiz novos amigos e tudo o mais, mas essa é minha história, espero ter sido útil em explicar que: EU-NÃO-TIVE-CULPA-PELA-EXPLOSÃO!!!!
Ok?
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