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E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antigüidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. Os que realizam essa "façanha", por sua vez, são mandados para um lugar especial: O Acampamento Meio-Sangue, um campo de treinamento, o lugar mais seguro para uma criança semi-deusa, .
Ou pelo menos era, até Cronos começar a planejar sua volta.
O Titã está recrutando novos montros, colocando o mundo em perigo. A profecia está prestes à se cumprir, e Cronos tem um trunfo - ou finge ter - em seu poder : A Caixa de Pandora, feita por Hefesto, e que contém todos os males do mundo.

Escolhas serão feitas, partidos serão tomados. E, o mais importante: a profecia será realizada. 

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 Inscrições - Meio-sangues

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Chaos
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MensagemAssunto: Inscrições - Meio-sangues   Sab Abr 18, 2009 2:50 pm



Antes de postar sua biografia, não se esqueça de ler as regras e as características de cada espécie. Antes de começar a jogar, a sua bio precisa primeiro ser avaliada e aceita pela administração, não se esqueça!

Dados do Player:

Nome do player:
Comunicadores/E-mail:
Idade:
Personagens (cite, inclusive, suas espécies):

Dados do Personagem:

Nome:
Data de Nascimento:
Idade:
Local de Nascimento:
Filiação (pai ou mãe olimpiano):
Características Psicológicas:
Características Físicas:
Artista Utilizado:
Breve introdução a Biografia:

Biografia: (ATENÇÃO: cuidado ao uso do português, e seja coerente e coeso ao escrever a biografia do personagem. Diga de onde veio, como foi sua infância... E não esqueça de comentar como ele ou ela chegou até o Acampamento!)

Código:
[u][size=14][color=indianred][b]Dados do Player:[/b][/color][/size][/u]

[b]Nome do player:[/b]
[b]Comunicadores/E-mail:[/b]
[b]Idade:[/b]
[b]Personagens (cite, inclusive, suas espécies):[/b]

[u][size=14][color=indianred][b]Dados do Personagem:[/b][/color][/size][/u]

[b]Nome:[/b]
[b]Data de Nascimento:[/b]
[b]Idade:[/b]
[b]Local de Nascimento:[/b]
[b]Filiação (pai ou mãe olimpiano):[/b]
[b]Características Psicológicas:[/b]
[b]Características Físicas:[/b]
[b]Artista Utilizado:[/b]
[b]Breve introdução a Biografia:[/b]

[u][b]Biografia:[/b][/u] (ATENÇÃO: cuidado ao uso do português, e seja coerente e coeso ao escrever a biografia do personagem. Diga de onde veio, como foi sua infância... E não esqueça de comentar como ele ou ela chegou até o Acampamento!)


Última edição por Chaos em Sex Maio 01, 2009 11:45 pm, editado 1 vez(es)
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Athilya Abnara
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Data de inscrição : 22/04/2009

MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Ter Abr 28, 2009 8:00 pm

[Dados do player]


Nome: Luisa o/
Idade: 14 [fiz ontem 8)]
E-mail: luisamesquita1995@yahoo.com.br
Comunicadores [MSN, Y!M, etc.]:
whaat.the.hell@hotmail.com [MSN]
eunemtenhoym [Y!M]
Possui outros personagens no board? Se sim, cite-os e às suas respectivas espécies. Yay! Percy Jackson [meio-sangue], Zeus e Athena [deuses]



[Dados do personagem]


Nome: Athilya Halias Abnara
Data de nascimento: 27/01/1993
Origem: Kythnos, Grécia.
Filiação (pai/mãe olimpiano): Por enquanto, indeterminada. Mas durante a trama descobre-se que é filha de Poseidon.
Artista utilizado para a imagem do personagem: Kristen Stewart

Características físicas: morena, de olhos verdes. Pálida e esguia. Desajeitada demais. Tem transtorno de déficit de atenção, mas sua dislexia é um pouco "acentuada", já que ela mora na Grécia e aprende grego.

Características psicológicas: leal, corajosa, brincalhona, sarcástica. Extremamente desastrada, mas com uma incrível auto-estima. É meio fechada com quem não conhece, mas fala demais com amigos e família. Confiante, rebelde e carismática.


Biografia.



Minha visão está embaçada.

De novo. Deus, eu não consigo nem me controlar! Enxugo a lágrima rudemente no canto do meu olho com o punho, enfiando mais um jeans na mochila de náilon superlotada.

Ouço um soluço reprimido atrás de mim e cerro os punhos em dor, ao reconhecê-lo.

Minha mãe.

Ela está tão agoniada quanto eu com essa inesperada partida, eu sei. Pior, posso sentir.

Seja forte, Lya, minha consciência grita, e eu desejei nunca ter nascido.

Ou melhor: desejei que minha mãe nunca conhecesse meu pai, quem quer que ele seja.

Porque eu, de todo o coração, não pedi para ser uma meio-sangue. É perigoso. Amedrontador.

Posso tomar como exemplo a situação que estou vivendo agora. Fugindo de um perigo mortal.

Minha vontade é de gritar de frustração e socar a parede. Olho abertamente para minha mãe, que está escondendo as lágrimas atrás dos cabelos loiros bem tratados, socando com violência alguma comida e mais umas roupas na mochila de Bernard, que está na cozinha, andando de um lado para o outro, seus cascos (er, Bernard é um sátiro) batendo nos azulejos.

Dada está que nem ele, dividida entre lançar olhares preocupados para mim e furar o chão, de tanto andar de um lado para o outro.

Olho pela janela do meu quarto mais uma vez. A Villa toda fica na rocha, mas se você saltar da janela do meu quarto, cairá diretamente no mar.

Que estava particularmente revolto naquela noite.

Inevitavelmente, me lembro do dia que descobri o que sou. Estava nublado, mas eu não quis nem saber, e fui direto para uma praia escondida que só minha família conhecia, onde eu passei inúmeras tardes brincando com meus muitos primos quando era criança, ralando meus joelhos nas pedras.

Imagine minha surpresa quando eu peguei aquele guri loirinho todo desajeitado da minha classe de grego e inglês (que nós tínhamos que falar fluentemente) lá, as mãos nos bolsos do jeans, me encarando.

E, huh, a conversa que se seguiu não foi exatamente digna de crédito.

Afinal de contas, você ia acreditar se alguém chegasse pra você e começasse com uma história de que os deuses eram reais, e que você era filha de um deles?

Eu fiz o que qualquer outra pessoa faria: o chamei de maluco, e depois saí correndo.

Eu estava magoada, porque o que ele me disse, fazia completamente sentido. O fato de eu possuir dislexia, ADHD, e hiperativa, praticamente confirmava o que eu era.

Obviamente, eu neguei a mim mesma. Mas minha mãe contou que Bernard falava a verdade, e eu meio que surtei.

Tá legal, surtei totalmente.

E agora estou eu, tendo que sair às pressas de casa, sendo perseguida por um monstro qualquer (e que parece ser super perigoso) tendo que ir até um tal de Acampamento Meio-Sangue, nos Estados Unidos.

- Athilya... – minha mãe me chama, por sobre a respiração e eu desvio o olhar das gotas de chuva que caem da minha janela.

Eu nem liguei que ela me chamou pelo nome todo – que eu odeio, apesar de amar o significado. Que não é relevante agora.

- Eu não quero ir.

- Mas nós temos que ir! –
Bernard apressa, olhando para fora apreensivo.

Fico com medo que ele comece a comer os azulejos da cozinha, e olho para minha mãe, me arremessando em seus braços, as lágrimas escorrendo livremente por nossos rostos.

- Cuide-se, querida. – ela disse, e me olhou nos olhos. Mamãe era especial; ela podia ver através da Névoa, temendo cada vez mais por mim. – Me diga quando chegar lá, sim? – me faz prometer, me abraçando forte, e eu lembro de quando era criança, e ficava doente, e mamãe ficava sempre lá, cuidando de mim.

Solucei alto, e minha mãe apertou minha cintura um pouco mais forte.

- Você é especial, Ly. – mamãe sussurrou no meu ouvido, e, pela primeira vez, eu tive a sensação que tudo ia dar certo. Que meu pai – quem quer que seja – iria me proteger.

Ou melhor, eu esperava que isso acontecesse.

- Temos mesmo que ir, Athilya – sussurra meu amigo sátiro, e eu olho para ele, dando um sorriso trêmulo e enxugando umas lágrimas com o punho.

- É Lya, bobão. – digo, para logo em seguida sair correndo de casa, com Bernard ao meu lado e um monstro em nosso encalço.
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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qua Abr 29, 2009 8:28 pm

aprovada, duh.
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Silena Beauregard
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qua Abr 29, 2009 9:50 pm

Dados do Player:

Nome do player: Lore
Comunicadores/E-mail: lore_kf94 [tanto MSN quanto Y!M]
Idade: 14
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Bernard Hill(sátiro) e Ártemis(deusa)

Dados do Personagem:

Nome: Silena Beauregard
Data de Nascimento: 28/09/1992
Local de Nascimento: Chicago
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Afrodite
Características Psicológicas:Sendo filha única por parte de pai, foi criada extremamente mimada, herdou tanto do pai, mas principalmente da mãe, características como ser egocêntrica, o que também vem do mimo, extremamente vaidosa, não só usando produtos, afinal, ela tem sua beleza natural, decidida , apesar da vaidade sempre prevalecer, ela é uma pessoa inteligente, aprendeu a pensar em ser líder desde pequena, o que as vezes pode parecer que ela quer ser ditadora, apesar de tudo isso, quando ela deixa de olhar para o próprio umbigo, ela é uma boa pessoa, uma pessoa muito doce no seu jeito de ser, as vezes, só o que ela quer, não sou mimos, mas alguém que realmente a ouça, já que fala demais, e quando olha para o próximo e vê problemas piores que os dela, o que normalmente é, já que até quebrar uma unha é um problema pra ela, ela é capaz de lhe ouvir a até falar algo útil, ou como na maioria das vezes, falar algo besta, ingênuo. É gentil e educada com quem ela acha que merece, mas pode ser extremamente grossa com qualquer um que a irrite. Muito emotiva também, não mexa com sua beleza ou algo do tipo que logo verá grandes lágrimas inundarem seus olhos verdes. Por conta de tudo isso,se tornou dramática também, mas isso não precisa nem falar,seus atos demonstram isso.
Características Físicas: Cabelos loiros, lábios cheios, estatura mediana.
Artista Utilizado: Taylor Swift


Biografia:

Nascer, crescer, reproduzir, viver, morrer.
A vida parece tão monótoma, tão sem brilho vista assim.
Afinal, o que seria da vida se não existissem os deuses?
Meu Deus, fico horrorizada só de pensar.
Já pensou de Narciso não existisse? Que importância teria o espelho se não fosse por ele?
E se mamãe não existisse? O que seria da beleza?
Sim, beleza está nos olhos de quem vê. Mas você realmente veria se não soubesse da sua existência?
Tá, ok, se um raio cai em uma árvore e ninguém ouvir, não significa que não fez barulho.
Mas você entendeu a idéia não? Que bom, eu tenho que ir no espelho, só um minuto,eu já volto.
Alguns minutos depois.
Bom, como eu ia dizendo... O que eu estava dizendo?
Ah sim, uma pequena introdução para o que vem a ser a minha vida.
Não somos pessoas normais, como todo mundo,digo nós, porque não sou somente eu.
Bom, logo de cara se nota que não somos pessoas normais, além de vários fatos estranhos que vivem acontecendo, somos disléxicos, e perdemos a atenção muito rápido, bom, a não ser que seja um estojo de maquia...Foco Silena, foco.
Ahn, bem, estão vendo, isso não é nada comparado a ... ahn, deixa quieto.
Mas, por perder atenção muito fácil, nos concentramos melhor, estranho não? Sim, eu também acho.
Hora de sair do geral, e focar em mim, porque é assim que tem que ser, foco em mim.
Um dia serei uma estrela, todos vão me amar e ...ok, todos já me amam não?
Não quero me gabar, mas papai faz tudo que eu quero...err...fazia, mas isso não vem ao caso agora.
E mamãe?
Mamãe é algo, complicado.
Eu a amo, eu os amo, mas eles nunca me entendem, meu pai principalmente, não tem alma de mulher, um toque feminino, o que, pensando bem, seria de se estranhar se tivesse.
Mas, por que, vocês devem estar se perguntando, mamãe é complicada?
Ela nunca tem tempo para mim, quando eu digo nunca, é nunca.
Sim, ela vive ocupada, afinal, com tantos filhos assim, quem não estaria?
Eu que não terei tantos filhos assim, deuses me livrem, e a pele depois? Sim, mamãe pode, afinal, ela é a Afrodite.
E o que eu sou? Filha da Afrodite, dãã, óbvio, eu sou uma meio-sangue, papai humano e mamãe, ah, vocês já sabem.
Sendo uma meio-sangue, eu tenho que ir para um acampamento, porque nós, meio-sangues, costumamos ser perseguidos por monstros, são horríveis, tem as benevolentes ou fúrias, olha, aquelas ali não cuidaram da pele, são horríveis.
Mas para falar a verdade, eu nunca fui perseguida tanto assim por fúrias, até porque ... bem, eu não sei o porque.
Como eu descobri que teria que ir para o acampamento?
Primeiro, papai falou para mim, segundo, um sátiro apareceu na minha vida, o Bernard, sabe, ele não é dos melhores amigos, mas eu gosto dele, ele é um bom ouvinte, o ruim é que nunca comentava nada, acho que ele não gostava de mi... Impossível, todos gostam de mim, não é verdade?
Sim, é verdade, ai de quem discordar de mim, eu não sou uma ditadora, longe disso, mas, mas... bom, sem “mas”.
Tá, admito, tem horas eu quero ser o centro das atenções, mas, é algo que já faz parte de mim, hábito sabe?
Mas ninguém quase nunca me entende, outra coisa que ninguém nunca entende é o porque não gosto das caçadoras, mas poxa, elas não acreditam no amor, no amor, dá para acreditar nisso?
Não, não dá.
Até eu acredito.
Mas agora eu tenho que ir, outra hora eu posso terminar minha história, agora Sr. James, meu motorista, está levando minhas malas para o carro e papai está com lágrimas nos olhos, tadinho, acho que ele puxou de mim isso, sim, eu sei que o certo é o contrário, mas ei, ele só começou a chorar depois que eu fui para o acampamento, entendem a idéia?
Acampamento meio-sangue, here we go again.
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Clarisse La Rue
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qui Abr 30, 2009 2:18 am

Dados do Player:

Nome do player: Izzie
Comunicadores/E-mail: bellecv@hotmail.com
Idade: 20
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Hermes (deus)

Dados do Personagem:

Nome: Clarisse La Rue
Data de Nascimento: 30/09/1991
Local de Nascimento: Phoenix, Arizona - EUA
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Ares
Características Psicológicas: Teimosa, briguenta e fiel. Tenta fazer o pai se orgulhar, pois pensa que so assim poderá se orgulhar de si mesma.
Características Físicas: Grande, forte, cabelos escuros, pele clara.
Artista Utilizado: Hanna Beth
Breve introdução a Biografia: Ser uma meio-sangue pode até parecer legal à primeira vista e tal. Especialmente filha de Ares, o deus da guerra e das armas, mas nem tanto. As pessoas sempre te idiotizam. E o pior de tudo, às vezes você nem é tão parecida com seu pai quanto pensam. Ou quanto gostaria de ser.

Biografia:

Como eu fui parar no Acampamento?

Eu me lembro quando descobri que era "diferente". Tinha seis anos e estava na escolinha. Um garoto mais velho, deveria ter uns oito anos, começou a ameaçar a mim e um coleguinha meu, àquela altura o único que eu considerava meu amigo. Eu peguei o graveto mais próximo e, nas minhas mãos, ele virou um dardo bem perigoso. O valentão ficou uma semana sem ir à aula, recuperando a mucosa nasal. Eu fui expulsa de uma escola pela primeira vez. Mas depois daquele dia, nunca mais deixei alguém me intimidar. Não, eu virei a intimidadora. Melhor bater que apanhar. Nem mesmo havia completado 10 anos e nenhuma escola na região de Phoenix queria me aceitar. Nem as particulares.

Foi quando minha mãe decidiu que eu "deveria ir". Ela não parecia muito feliz em ter que decidir isso, mas também parecia quase aliviada. Não deve ser fácil ter que lidar com todas as pessoas que estavam decididas que eu era a pior criatura na terra. Isso porque elas nunca lidaram com as Harpias da limpeza, então eu suponho que tenha sido fácil achar que eu sou ruim... Bem, voltando, além de disléxica, hiperativa e possuir transtorno de déficit de atenção, eu estava sempre machucando as pessoas. E de formas inusitadas. Além do galho dardo eu havia feito uma tesoura espada, uma vassoura lança e uma máquina de cola quente bazuca... Os danos físicos e materiais eram demais para minha mãe, ela era solteira e tudo mais. E bem, nunca ia achar ninguém com uma filha como eu. Então ela resolveu "chamar a família do meu pai". Ou quase isso.

Quando eu nasci, quase dezessete anos atrás, minha mãe tinha dezessete anos. E era uma daquelas garotas certinhas, bonitinhas e bla bla bla de uma escola católica de Phoenix. Foi quando ela conheceu aquele homem de olhos de fogo e as coisas desandaram. Eu sempre achava que ela falava isso como modo de falar, isso até eu ver meu pai pela primeira vez... Mas enfim, voltando ao assunto. Ares veio, se divertiu tornando a vida doméstica da minha mãe um inferno, a fez fugir de casa e então desapareceu. E aí eu nasci. Minha mãe nunca falou muito dele, mas também nunca demonstrou muito ressentimento. Quando ela falava dele, dizia que ele era um homem forte, marcante e que ela jamais o iria esquecer. Quase com algum... Carinho. Hoje eu a entendo, ele é o tipo de cara que você quer impressionar. Bem, nem todos nós, alguns, uns idiotas prepotentes, tipo o Percy Jackson, acham que não precisam disso. Irônico, considerando que o Percy simplesmente decidiu que quer lutar numa guerra e está indo contra o deus da guerra. Mas, droga, isso não vem ao caso. Foco, Clarisse. Enfim, quando minha mãe decidiu que ia usar o que meu pai havia falado, eu fiquei absolutamente em êxtase. Principalmente porque ela dizia que eu tinha muito dele. E eu queria saber mais sobre alguém que tinha o dom de brigar como eu.

Foi a primeira vez que eu vi um monstro também, nessa época, uma hidra, doida pra me devorar. Um sátiro apareceu pra me ajudar e foi quando fiquei sabendo que era ele que minha mãe havia chamado. Ele iria me levar pra esse lugar chamado Acampamento Meio-Sangue, na colina Meio-Sangue, em Long Island. Eu não fazia idéia de onde ficava Long Island, mas a idéia de um acampamento me parecia legal. Àquela altura ele já havia me explicado sobre os deuses gregos e sua mania de fazer filhos com mortais e felizmente eu tinha só nove anos. É o tipo de coisa muito mais fácil de se aceitar quando se é criança. E a perspectiva de me tornar uma heroína? Uau, o que mais uma garota briguenta como eu poderia querer?

Filha de Ares

O acampamento tem sido minha casa desde então. Lá eu descobri vários meio-irmãos e irmãs, e finalmente eu fazia o que mais gostava. Lutar. Espadas, lanças, dardos, arcos, catapultas... É só falar o nome, eu adorava, ainda adoro na verdade. Ninguém teve muita dificuldade em me identificar como o que eu era, uma legítima filha ilegítima de Ares. Aliás, quando se é filha de Ares, as pessoas adoram te julgar.

Os filhos de Athena acham que todos nós somos burros, porque gostamos de lutar, mas se esquecem que pra lutar bem não adianta só as estratégias suuuuper inteligentes deles. Inteligência também vale quando se está tentando sobreviver num campo de batalha, e nenhum filho de Athena se lembra desse pequeno detalhe. Usa a força bruta, é um burro. Os de Afrodite acham que nós somos burros porque não ligamos pra aparência, ou porque nosso jeito grosseiro nunca nos permitirá nos apaixonar. Besteira. Eles esquecem que por milênios nosso pai é o amante favorito da mãe deles. Idiotas. Os filhos de Hermes nos acham desajeitados, pois nunca vamos ser capazes de roubar com a sutileza deles. Os de Demeter acham que nós só queremos destruição e por isso somos, adivinhe só, burros. Os de Apolo acham que nunca vamos ser capazes de diferenciar um dó de um ré e os de Hefestos que não somos habilidosos. Os de Dionísio dizem que não sabemos nos divertir. Então nós fazemos a única coisa que qualquer um pode esperar de nós e a única coisa em que realmente nos respeitam. Nós brigamos.

Mas isso não quer dizer que sejamos todos assim, ou que nenhum de nós. Alguns de meus irmãos até são, mas não é por isso que eu não vou respitá-los. Mas eu aprendi muito mais que isso no acampamento. Eu aprendi que eu posso sobreviver ao labiritindo de Dédalo com minha própria astúcia e força. Aprendi que ás vezes, mesmo que eu não goste disso, eu posso ter a amizade de pessoas que eu comecei desprezando, como Annabeth e (que ninguém saiba disso) Percy. Aprendi que eventualmente alguém vai te trair e não vai ser quem você queria poder querer matar. Aprendi que não há nada pior que ver alguém com quem você se importa se esvaindo aos poucos sem que você possa fazer nada e que não há nada melhor do que ver essa pessoa voltando pra você. Aprendi que os deuses, mesmo sendo melhores que os Titãs só se importam com os humanos à medida em que podem fazer algo por eles, e que eu jamais vou impressionar Ares. Mesmo que eu queira que ele ache que eu sou a melhor de seus filhos. Simplesmente não vale à pena todo o abuso emocional.

Isso não quer dizer que eu tenha deixado de ser a briguenta. Ainda sou uma filha de Ares, e mesmo que tenha desistido de impressioná-lo, não dá pra fugir de quem eu sou. Não vou sair por aí espalhando o amor e a beleza como os de Afrodite, ou admitir que Percy e Annabeth são meus amigos com tanta facilidade. Ou que eu sou caidinha pelo Chris Rodriguez, e ele por mim. Quer dizer, você pode imaginar o Silena Beauregard faria se soubesse disso? Ela ia se intrometer e eu estou muito feliz com como as coisas estão. Quer dizer, tirando a parte em que eu simplesment trouxe um ex-seguidor do Luke de volta pra dentro do acampamento e nem todo mundo ficou feliz com isso, mas depois de tudo que ele foi obrigado a passar... Eu quero acreditar que ele vai querer se vingar do Luke. Porque eu sei que eu quero. E quando um filho de Ares decide entrar em uma guerra... Só mesmo Ares pra pará-lo.
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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qui Abr 30, 2009 6:53 pm

Bios aceitas, amores! Bom divertimento! *-*
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Chloe Kaligaris
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qui Abr 30, 2009 8:15 pm

Dados do Player:

Nome do player: Janaina (pode chamar de Jana ou Jan)
Comunicadores/E-mail:cassandramcfallen@yahoo.com.br
Idade:25 (velhaaaaaaaaaa)
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): nenhum por enquanto

Dados do Personagem:

Nome: Chloé Kaligaris
Data de Nascimento:27/08
Local de Nascimento:Atenas - Grécia
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Athena
Características Psicológicas: Uma garota dedicada a tudo o que faz, um pouco perfeccionista, leal aos seus princípios, amigos e família. Odeia ver alguém agindo com injustiça e costuma tomar a dor dos mais fracos.

Características Físicas: Morena, estatura mediana, olhos castanhos e cabelos naturalmente loiros, mas que foram tingidos de castanho escuro.

Artista Utilizado:Leighton Meester

Breve introdução a Biografia:Nascida na grécia, se mudou para os EUA quando ainda era bebê. nunca conheceu a mãe e foi criada pelo pai e por uma família surpreendentemente grande.

Biografia: Chloé nasceu na capital da Grécia, Atenas, que um dia já foi considerada o centro cultural do mundo antigo. Nunca soube bem a história dos pais já que Kosta Kaligaris nunca contou-lhe nada. Não faz idéia de quem possa ser sua mãe. Quando esra apenas um bebê a família toda se mudou para os EUA para tentar fazer fortuna e deixzar de lado a vida humilde.

Mudaram-se para Nova York em busca de vida melhor. O começo foi duro, chegaram a passar fome, mas depois as coisas foram se ajeitando. A família começou a trabalhar no ramo de comida, até que conseguiram abrir o seu próprio restaurante. O lugar começou a fazer sucesso e então eles finalmente conseguiram o que queriam. Mas isso é a história da família de Chloe. Nesse tempo todo a menininha cresceu vendo como a vida era. Via as coisas pelas quais o pai tinha que passar para conseguir sustentá-la. Todos faziam a sua parte, mas o americanos, bem não todos, mas uma parte, pareciam só querer que os estrangeiros fossem embora. Ela chegou algumas vezes a ser ridicularizada na escola, pelo sotaque que perdeu aos poucos. O pai adorava sua terra natal, apesar de não ter sido bem sucedido alí e sentia muita falta de lá. Chloe sentia orgulho de suas origens. Apesar de nunca ter pisado na terra dos deuses.

Mesmo sendo uma menina fácil de se lidar, sempre teve muitas dificuldades na escola, incluindo déficit de atenção, dificuldade com números e sempre se negava a ler em público. Chegou certa vez a bater em um garoto. Depois da aula após uma leitura de Moby Dick. O menino foi parar no hospital com o nariz quebrado e ela foi expulsa pela primeira vez da escola. Acabou se tornando uma rebelde no ambiente escolar. Com o passar do tempo começou a mata aulas e chegou a reprovar uma vez, no primeiro ano do ensino médio. Os professores sempre a percebiam inteligente, mas sabiam que lhe faltava atenção. O pai foi encorajado a procurar especialista que depois de várias sessões detectaram-lhe a dislexia e a hiperatividade, que normalmente eram descobertas na tenra idade.

Mas essa não era a única coisa que tornava Chloé especial. Algumas vezes ela teve problemas com certos tipos de criaturas. Não uma ou duas vezes, mas umas várias. Criaturas que depois ela descobriu serem hidras. Aparecendo em seu caminho e parecendo trazer a destruição. Por vezes achou que estava louca ou obcecada demais com a história grega, mas no final aceito que coisas assim aconteciam com ela.

Uma apaixonada por mitologia grega e romana, é quase uma expert no assunto. Seu sonho é um dia voltar para a grécia e conhecer o lugar que povoa os sonhos de seu pai.

As coisas iam bem... Pelo menos até certo dia, em que conheceu um outro jovem um pouco estranho, até mais do que ela própria. Depois de algum tempo ele começou a lhe falar sobre um acampamento para jovens talentosos, por assim dizer, e lhe explicou que ela era uma dessas jovens. Acrescentando também que para pessoas como ela o mundo estava se tornando perigoso. Ela achou graça num primeiro momento, mas depois de muita conversa ela acabou pedindo ao pai que lhe permitisse participar desse acampamento, durante as férias. E lá estava ela rumo a esse tão misterioso lugar.


Última edição por Chloe Kaligaris em Sex Maio 01, 2009 11:36 am, editado 1 vez(es)
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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sex Maio 01, 2009 1:13 am

JAAAN!! *-*
tudo certo, mas, mesmo que a Chloe não saiba ainda quem é o pai dela, bem, ela tem alguém, não? So, precisamos do nome dessa deusa =D

De resto, tudo ok o/
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Nicholas Harper
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sex Maio 01, 2009 3:16 am

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Local de Nascimento: Dallas, Texas.
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Apolo
Características Psicológicas: Meio distraído, mas muito certo de si. Gosta de cantar, atuar e de artes em geral, mas sua verdadeira paixão no ramo das artes é escrever. Ou dirigir filmes. Além de arco e flecha e esportes em geral, claro. A única coisa que realmente o irrita é a irmã gêmea, Helen, que só porque é dois minutos mais velha acha que pode agir como tal.
Características Físicas: É alto e esguio, porém forte, cabelos claros e pele bronzeada.
Artista Utilizado: Zac Efron
Breve introdução a Biografia: Minha mãe nunca escondeu nada de mim. Sobre minhas origens, mas sabe, eu só queria ser um diretor de cinema famoso em Hollywood E escritor de vários bestsellers.



Biografia:

Obviamente tudo começou com o Sol. Não exatamente o Astro-Rei, sabe? Quer dizer, não se pode ser filho de uma estrela. Mas minha mãe sempre soube que havia mais no Sol que apenas o que a ciência diz. E ela o adorava, e morando no Texas era bom que adorasse mesmo. E o Sol, onde entra nisso? Se não estamos falando da estrela Sol, não parece óbvio do que estamos falando, mas estamos falando de Apolo. Apolo é o deus grego da luz e das artes e eventualmente, do Sol, depois de "pegar" função de Helios, o verdadeiro deus do Sol, que foi aposentado. Apolo gostava da atenção que aquela moça dava a ele, virtualmente todos os dias, então, um dia, ele resolveu aparecer para ela. Foi um romance rápido, afinal, ele tinha que ir para o oeste todos os dias e não gostava de ficar parado, mas foi o bastante para que eu nascesse, eu e aquela garota que eu tenho que chamar de irmã.

Agora, deixe-me falar uma coisa sobre meu nome. Nicholas. Vem do grego Nikolaos, e quer dizer vitória do povo. Dele derivaram-se vários nomes como Nicolai, Nicolaus... E inclusive, é o nome do santo que virou o Papai Noel, que corre em uma carruagem pelo céu, guiada por renas, distribuindo presentes no natal. Mais ou menos como Ártemis, minha tia e Apolo fazem todos os dias, ela de noite e ele de dia. Claro que Apolo prefere usar um carro esportivo, mas ele poderia usar renas se quisesse, Ártemis já é mais convencional e até pelo fato de ser ela quem corre os céus à noite é dessa idéia que surgiu o meio de transporte do velhinho mais famoso do mundo. Mas não, ele não existe. Então, veja bem, logo pelo meu nome minha mãe já estava tentando mostrar o quanto meu pai, o sol e carros esportivos indo para o oeste, fazendo o que qualquer pessoa normal consideraria impossível significavam pra ela. Não é exatamente um racíocinio claro, mas quando você pega a idéia... Fica um pouco, mas só um pouco mais claro. De qualquer maneira eu gosto do nome e da idéia por trás dele.

Sabe, pode parecer muito inútil, esses detalhes, mas todo personagem precisa de um significado por trás do seu nome, ou você acha que Harry Potter seria tão legal se se chamasse Henry Potter? Eu acho que não, hein? E quando se é um semi-deus, você não é muito mais que um personagem. Um herói, alguns gostam de nos chamar, e muitos de nós gostam de estar dentro destas expectativas. Eu? Eu, às vezes, queria que minha mãe adorasse surfistas. O professores de inglês. Assim, provavelmente, se eu realmente tivesse que ficar órfão de mãe aos 11 anos de idade eu teria um pai presente e não teria sido porque um ciclope doido estava nos perseguindo, a mim e à minha irmã, por "federmos" como um meio-sangue. Teria sido algo muito menos traumático, um acidente de carro talvez.

Depois da morte da minha mãe, eu e Helen ficamos um tempo sozinhoz pelas ruas de Dallas, até um sátiro do Acampamento Meio-Sangue nos achar. Não era como se nós tivéssemos outra alternativa, não é mesmo? Minha mãe nunca escondeu de nós o que nós éramos, quem nós éramos, e sempre me disse que, não importasse o que acontecesse, eu deveria me orgulhar disso. E não é porque eu tenho o pai mais legal do Olimpo (que aliás, hoje em dia deveria se chamar Empire State né?).

A vida como morador no acampamento era legal, eu aprendia várias coisas que não conseguia deixar de achar legal, arco e flecha, por exemplo? É a melhor coisa que há. E claro, eu descobri toda uma família com os outros filhos de Apolo (acontece que ele tem vários, aparentemente toda essa coisa de ficar indo pro oeste faz com que ele conheça várias garotas como a minha mãe, e que garota resiste a meu pai, convenhamos? Tem que ser uma caçadora de Ártemis, mesmo) e meus irmãos são bem legais, quando você se acostuma com o fato que sempre vai aparecer um novo, claro. Sabe, quando estou com todos eles no acampamento, treinando algum esporte, penso que talvez até a Helen seria mais aturável se eu a tivesse conhecido lá e ela não tivesse a mania de me tratar como um bebê, só porque eu sou dois minutos mais novo. Mas não importa muito no final das contas, nós somos irmãos, ainda mais que os outros da cabana... E só tenho que viver com isso há 17 anos.

Mas as coisas não têm sido tão tranquilas. O treinamento tem se intensificado cada vez mais no acampamento e os sinais são claros. Não é preciso ser o oráculos de Delphos ou filho do senhor do oráculo pra saber disso. Estamos em guerra, mesmo que nenhum mortal saiba.


Última edição por Nicholas Harper em Sab Maio 02, 2009 3:36 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Maio 02, 2009 12:24 am

Aceita, Jana! Bom divertimento!

Izzie, você falou que ia fazer umas alterações, né? A bio tá toda certinha [e super bem escrita], e quando você fizer as alterações, eu aceito, ok? '-'
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Maio 02, 2009 3:37 am

Editei tia :D
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Maio 02, 2009 11:24 am

Aceita :D Bom jogo o/
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Maio 02, 2009 12:40 pm

Dados do Player:

Nome do player: Lore
Comunicadores/E-mail: lore_kf94 [tanto MSN quanto Y!M]
Idade: 14
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Silena Beauregard(meio-sangue), Bernard Hill(sátiro) e Ártemis(deusa)

Dados do Personagem:

Nome:Helen Harper
Data de Nascimento:27/11/1991 (dois minutos antes que o Nick, só para deixar registrado mesmo sabe?)
Local de Nascimento:Dallas, Texas.
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Apolo
Características Psicológicas: Simpática, mas sabe ser bem irônica quando quer, não podemos dizer que ela é animada ou depressiva, emo total, não, ela tem seus momentos, mas digamos que na maior parte do tempo ela está pra cima, mesmo que seja para te irritar, aliás, isso é algo que ela adora fazer com o irmão, mas ele sabe que ela o ama, apesar de tudo. Esquecida também, mas não ao extremo, mas mesmo assim, essa característica sempre a ajuda, apesar de disléxica, é bem inteligente, é sempre leal a quem chama de amigo, mas não são todos que tem esse privilégio, é corajosa também, afinal, herdou do pai o gosto por certos tipos de esportes, seu preferido é o arco-e-flecha.
Características Físicas: vide avatar.
Artista Utilizado:Emma Roberts
Breve introdução a Biografia:
Com grandes poderes, grandes fardos chegam. Não sei se era isso que queria, não sei se é isso que quero, mas é o que sou, é e algo que, apesar de tudo, eu honrarei, mesmo que isso traga grandes conseqüências.

Biografia:

É estranho como, papai sendo gêmeo, eu também sou, até porque eu pensava que só poderiam ser gêmeos os netos dele, mas, exceções sempre acontecem não?
Assim como Apolo e Ártemis são gêmeos, eu e meu irmão também o somos, e sim, se você apostou suas fichas pensando que Apolo é o meu pai, acertou completamente, é uma longa história de dezessete anos atrás que ainda assim, não durou nem um mês, como meu irmão sempre diz, Apolo sempre tinha que ir para o oeste.
Mamãe nunca escondeu de nós quem nós eramos, ou quem era nosso pai, acontece que como diria o avô do Homem-Aranha (eu vejo muitos filmes sabe?), com grandes poderes, nascem grandes responsabilidades.
E, mesmo que quando eu tenha descoberto quem era meu pai ou quem eu era eu tenha ficado super eufórica, eu preferia não ter esse fardo, pois com ele, vieram conseqüências tão grandes e ainda assim, tão pequenas para os deuses.
Eu nunca vou me esquecer de quando minha mãe morreu e meu pai nem sequer apareceu para dar um 'oi', ou para saber como estávamos.
Valeu papai, você está super em alta comigo!
Bom, minha mãe não morreu por um simples enfarto no coração, era nova demais para isso, ou por um acidente ou por..., convenhamos, acho que foi um acidente, ou foi homicídio?
Graças a sermos semi-deuses, fúrias e monstros começaram a nos perseguir, nós tínhamos apenas onze anos de idade, foi a idade que nós começamos a “feder”, e foi a idade que um ciclope matou minha mãe.
Ela era a melhor do mundo, ela sempre nos incentivava, ela sempre estava conosco...É, estava, é só falar dela que logo um caroço começa a brotar em minha garganta, foi a pior fase da minha, pelo menos até agora, mas eu duvido muito que supere seja lá o que possa acontecer.
Eu e Nick, ah sim, o nome do meu irmão é Nicholas e tem a maior história em torno do nome dele, e do meu? Bom, era o nome de vovó.
Eu e Nick ficamos a mercê do destino, duas crianças sozinhas em Dallas, nada muito novo devo dizer, mas para nós dois era a pior coisa do mundo, quer dizer, pelo menos para mim era, eu não sei se ele gostou da fase onde mais curtiu sua liberdade, quem sabe ele faça um documentário sobre como foi sua vida nas ruas e como sente vontade de voltar para lá... Ok, deixa eu continuar.
O por que do documentário? O sonho dele é ser diretor de cinema e/ou escrever vários best-sellers pelo mundo afora, tá, ele até que escreve bem, mas, isso, nem de longe, é o que quero para mim, apesar de adorar as artes, o meu negócio é a música.
Não, vocês pensam que só porque eu adoro arco-e-flechas eu vou me tornar uma seguidora da minha tia? Eu não, azar o dela se optou por isso,mesmo que seja algo até legal, mas, não é para mim,meu pai é Apolo.
Um dia, eu ainda farei sucesso, um dia vocês ouviram falar muito dos Harpers.
Ah sim, depois daquela fase, um sátiro nos achou e fomos para o Acampamento meio-sangue, um local para onde vão pessoas como nós.
É legal sabe?
Nós nos aprimoramos em várias coisas, conhecemos nossos outros irmãos, sim, surpreendentemente, sim, estou sendo irônica, temos outros meios-irmãos, mas até que é legal, pelo menos não tenho somente o Nick para chamar de cuti-cuti, se bem que com ele sempre é mais legal.
Mas, ultimamente sabemos que talvez, demore um pouco para brilharmos no que queremos, tempos difíceis estão por vim, e com toda certeza, Harpers brilharão nessa guerra, afinal, somos filhos de Apolo, tá, eu sei que ele não é o deus da guerra, mas não podemos nos esquecer que, arcos-e-flechas matam, vozes enfeitiçam.
E nós sabemos disso.
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Maio 02, 2009 6:00 pm

Aceita! =DDD

Bom jogo o/
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Suzannah Mitsuwell
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Maio 09, 2009 10:35 pm

Dados do Player:

Karol
mad.key@hotmail.com
13
Hades e Afrodite[deuses], Annabeth Chase[meio-sangue] e Roxanne Wyght[ninfa]

Dados do Personagem:

.avatar: Selena Gomez

Nova York, Universidade de Columbia, 13 de janeiro de 1992

Corredores leste-sul.
12:36

Uma jovem caminhava apressada pelos corredores da universidade nova-iorquina, o sol tímido do meio-dia de inverno lançando raios de luz para suas longas madeixa negras e encaracoladas, dando alguma cor à pele branca. O nervosismo era evidente nas belas feições da moça, que procurava chegar à tempo em sua sala. Se não fosse mais rápida, perderia o início da tão importante aula. Sentia olhares caindo sobre ela, e puxou o capuz do casaco mais para cima. Olhou para trás um instante.

A distração foi o bastante para a garota tropeçar em algo – ou alguém – e derrubar os livros e a bolsa no piso frio de mármore. O homem à sua frente tinha uma expressão irritada na face, que a morena não viu, mas quando seus olhos encontraram os da jovem, o rosto exibiu uma espécie de deslumbramento. Ele nunca havia visto mulher mais bonita em toda sua vida. Os olhos escuros com longos cílios, os lábios cheios perfeitamente simétricos, o nariz perfeito e anguloso, a pele clara como a neve que se acumulava lá fora.

- Ah, me desculpe – falou o homem, enquanto recolhia os livros sobre arte do chão – Sou... – precisava pensar em uma nome que fosse fácil, que não esquecesse – Harry. Harry Jones – disse estendendo a mão morena. Ela o examinou, intrigada. Nunca o havia visto antes, e aparentava ter trinta e poucos anos, os cabelos escuros curtos e a barba por fazer. Atraente até. O que estava fazendo em uma faculdade? Não sabia. Não parecia ser um professor. Talvez um aluno novo...

- Nicolle Mitsuwell – falou com uma voz tímida, e olhou novamente para o relógio. Ainda teria que percorrer um quarto do campus, e os segundos passavam velozes.
– Mmm...me desculpe, mas eu preciso ir. Estou atrasada – desculpou-se.
- Ah, entendo – sorriu Harry e devolveu os livros, deixando um cartãozinho com um telefone dentro de um deles.
- Até! – gritou a morena, que já havia se afastado alguns metros, acenando com a mão livre.
- Até – ele murmurou, levantando a palma de leve.

Nova York, Universidade de Columbia, 4 de fevereiro de 1992

Apartamento de Nicolle Mitsuwell e Delilah Stewart.
04:21

Sabia que era errado. Sabia que havia quebrado o pacto, o tão importante pacto, entre ele, Poseidon e Hades. Mas ela fora tentadora, luxuriante, sublime. A mulher que o havia levado à outro estado de prazer, de uma beleza inexplicável. Era o segundo deslize que cometia em menos de dois anos. Não podia se permitir mais um erro. Levantou da cama, vestiu-se. Saiu.

09:54

Abriu os olhos devagar. A claridade atravessava as finas cortinas brancas e iluminava o quarto. Virou-se para abraçar Harry, mas tudo que encontrou foram os travesseiros. Levantou-se em um repente e olhou em volta. Ele havia sumido, assim como suas roupas. Atirou os lençóis longe e colocou a primeira coisa que viu na frente. Precisava procurá-lo. Aquele havia sido o melhor período de sua vida e o cara simplesmente some? Não, não estava certo.

Procurou por todo o campus. Perguntou a funcionários, professores, colega de quarto. Ninguém o tinha visto sair. Por fim, se sentiu desesperada. Havia perdido o único homem que tinha amado por razões não esclarecidas. Sentou em um dos bancos e derramou as lágrimas que tinha reprimido durante o dia inteiro. O amor que sentia por Harry impediu-a de desejar sua morte. Não conseguia.

Nova York, Universidade de Columbia, 8 de março de 1992

Apartamento de Nicolle Mitsuwell e Delilah Stewart.
16:32

- Não é possível! – gritou a morena do banheiro, saindo em seguida com um teste de gravidez na mão e o sinal positivo no mostrador.
- Ah, é sim. Totalmente possível. Querida, já faz duas semanas que você não menstrua. Queria o quê?
- Ah...desregulação hormonal?

Delilah fez uma cara de descrente.
- Nicolle, faça-me o santo favor. Você está grávida sim. Seus seios estão maiores, você está indo ao banheiro o dobro de vezes e agora esse teste. Sabe pelo menos quem é o pai?
- Harry Jones.
- Quem?
- Lilah, eu não quero falar sobre isso ok? Digamos apenas que eu tive um rolo com ele enquanto você estava em Washigton.
- E porque eu nunca o vi por aqui?
- Porque ele desapareceu no dia seguinte à que nós...sabe.
- Entendi. Já considerou abortar?
- NUNCA! –
sentiu-se ofendida e protegeu a barriga com as mãos – Nem que me pagassem.

Nova York, Aeroporto Internacional John F. Kennedy, 7 de setembro de 1992

Terminal 5
08:16

- Você tem certeza? – perguntou a ruiva, abraçando a amiga.
- Tenho. Quero ter essa criança em San Diego. Ela vai nascer onde eu nasci.
- Mas Nicolle...
- Eu já me decidi Lilah..
- Então, acho que isso é um adeus... –
falou a jovem, com um fio de voz.

As lágrimas escorreram, quentes, pelos rostos das duas amigas.

Susanville, Boeing 304 sobrevoando a cidade, 7 setembro de 1992.

Cabine 3
15:02

Ela acariciava a grande barriga, oculta sobre a blusa, enquanto olhava pela janela. O sol forte já aquecia seu corpo, sobre as nuvens. Pensava em um nome. Se fosse menina, seria Elizabeth, o nome de sua mãe. Se fosse menino, Harry...por razões óbvias.Um sorriso apareceu no rosto bonito da morena. Estava chegando em casa.

Ele observava o que se passava dentro do avião. Sacrificaria muitas vidas, era verdade. Mas era preciso, para a segurança do Olimpo. Não deixaria o bebê nascer, não se permitiria. Thalia já seria um contratempo que ele precisaria cuidar. Não queria mais um problema. Parou as turbinas do avião.

O motor falhou. As pessoas gritaram. O Boeing desceu em uma espiral. Tudo ficou escuro.

Susanville, floresta ao leste, 7 de setembro de 1992

Boeing 304, cabine 3 parcialmente destruída.
16:48

Sentiu cheiro de queimado entrando por suas narinas. Olhou em volta e viu corpos mutilados e cinzas por toda a parte. Sentiu gosto de sangue e sua cabeça latejava. Ouvia murmúrios distantes, e alguma sirene. Apagou.

Susanville, Hospital Municipal, 7 de setembro de 1992

Sala de parto
18:07

Quando acordou novamente, estava em uma cama, cercada de pessoas que usavam jalecos, máscaras e instrumentos cirúrgicos. Seu olhos demoraram um pouco para se acostumar com a luz clara. Tudo era branco, e naquele momento, soube que estava em um hospital. Mas por quê? O que havia acontecido?

Ouviu um choro de criança. Os médicos, vendo que estava acordada, lhe falaram, triunfantes.
- Sra. Mitsuwell...é uma menina.
Ela riu, uma mescla de felicidade, surpresa e emoção. Pegou-a no colo. Parecia tão frágil, pequenina. Era uma criança prematura, sem dúvida. Mas uma linda menininha.
- Onde eu estou?
- No hospital de Susanville.
- Ela se chamará Suzannah. Suzannah Mitsuwell.

A pequenina abriu os olhos e estendeu os braçinhos finos para a mãe. As lágrimas de alegria eram abundantes por seu rosto.

Então, um monitor começou a apitar freneticamente. Sua filha foi tirada de seus braços contra a sua vontade. Sentiu uma dor de cabeça intensa. Uma fraqueza eminente se apoderou de seu corpo, e se sentiu apagando.

O barulho cessou. Tudo acabou.

Susanville, Orfanato Municipal, 9 de setembro de 1992

Sala da diretora.
11:34

Uma mulher austera, de cabelos grisalhos, lia pela enésima vez a mesma matéria.



Suspirou. Pelo menos aquela criança iria ter um lar, não seria mais uma das que ficariam esquecidas no orfanato até atingirem a maioridade.

Susanville, Orfanato Municipal, 15 de outubro de 1992

Sala da Diretora
18:32

- Então senhores, desejam ver a menina? – perguntou a diretora.
- Claro, claro! – falou a mulher, animadíssima. Ela e o marido haviam tentado ter filhos por muito tempo, e por fim descobriram que os dois eram estéreis. Esperavam a oportunidade de adoção há muito tempo, e ela tinha chegado.

Seguiram a senhora até uma sala com uma placa grande em que se lia “Maternal”. Vários berços estavam dispostos em fileira, mas somente um tinha uma ocupante. Ouviam risadinhas, mas, quando chegaram até lá, viram a criança brincando com uma aranha enorme, apertando-a nas mãozinhas gorduchas. Ficaram horrorizados.

- Pensando bem...decidimos que não vamos querer a menina. Retiramos nosso pedido – falou o homem, puxando a esposa para fora dali.

Georgia suspirou. Era o terceiro casal que recusava a menina.

Susanville, Franklin Roosevelt Academy, 06 de maio de 1999

Sala da Psicóloga
12:58

- Suzannah, querida, você não pode ficar falando que viu um dragão com sete cabeças de cobra para seus coleginhas. Sabemos que você se sente deslocada, mas não faça isso só para chamar a atenção das pessoas.
- Mas sra. Danvers, eu realmente vi aquilo. E estava me perseguindo.

A psicóloga suspirou.
- Já conversamos sobre isso querida. Você precisa controlar essa sua vontade de querer aparecer.
A menininha fechou a cara. Ninguém acreditava que tinha visto um monstro. Um dia ia jogar na cara de todos que aquilo era verdade.

Arbuckle, Orfanato Municipal, 03 de julho de 2000

2º andar, quarto 202
21:34

A garotinha olhou em volta e largou a única mala em cima da cama. Porcaria de pessoas que não enxergam a verdade e que ficam expulsando crianças que sabem isso da escola. Odiava ter que sair do lugar onde nasceu mas a sra. Farrell havia dito que era para seu próprio bem, já que a única escola que o orfanato de Susanville podia pagar para ela, lá, era a Franklin Roosevelt Academy.

Suspirou, contente em poder respirar ar puro. A diretora dali tinha um dos piores cheiros que já havia sentido, mas era amável. Tinha abraçado-a e afagado seu cabelo antes de lhe dar a chave do quarto. Uma garota entrou ali e a viu, no meio do quarto, sem saber o que fazer.

- Hm, olá...você deve ser a Suzannnah. Sou Carmem - falou a loirinha, estendendo a mão.
- Ah...olá Carmem...sou eu sim, mas me chame só de Suze, por favor.

As duas seriam grandes amigas.

Arbuckle, Orfanato Municipal, 04 de dezembro de 2000

Sala da Diretora
17:42

- Suzannah, por favor, escreva "Pessoal"
A menina obedeçeu, empunhando a caneta.
Peçoau
- Jogador
Gajodor
- Livro
Vilro

A fonoaudióloga suspirou. Já suspeitava que a menina apresentasse dislexia. Os professores reclamavam que a aluna se recusava a ler textos em voz alta, demorava mais que o normal para copiar textos no quadro, e, além, não parava quieta em classe e se distraía facilmente. Chamou a sra. Kerr e o cheiro de berinjela, cigarro e whisky invadiu as narinas da garota sentada à mesa.

- Suzannah pode ser diagnosticada com dislexia. Talvez também tenha hiperatividade mas a senhora teria de consultar um psiquiatra para ter certeza.

A sra. Kerr levou as mãos à boca.

Avalon, William Shakespeare High School, 27 de fevereiro de 2009.

Laboratório de Química
09:32

- Suze, coloque o bicarbonato!
- Ãhm?


Era a segunda vez que Jared a chamava para a Terra. Seu parceiro de química e único amigo e paixão secreta da morena naquela escola infernal já ficava impaciente. Ela pensava porque Hugh Damon, o rapaz que andava engraçado e que morava no quarto ao lado do seu no orfanato, a seguia para tudo quanto era lugar. Aquilo começara desde que o garoto havia entrado na escola, quatro anos atrás. Surpreendentemente, Suzannnah conseguira ficar todo esse tempo em Avalon. Seu recorde, apesar de ter freqüentes suspensões ali.

Que estava prestes a ser quebrado.

Colocou um pouco mais do que o necessário, e a sra. Jonhson - a professora de química, que sempre usava óculos escuros - a repreendeu de forma dura. Porque aquele homem tinha que ser tão idiota? Uma fúria incontrolável tomou conta de si, e, de repente, a labareda que esquentava a fórmula química aumentou e fez a mistura explodir, levando o laboratório junto.

- MITSUWELL! - gritou a sra. Jonhson

- Sim senhora - respondeu a garota, ainda irritada, enquanto a acompanhava para fora da sala. Observou Hugh se esgueirando para espiar a conversa.

- Estou tendo problemas com você.
Suze tinha vontade de esmurrá-la, mas conteu seus impulsos e fez o que era inteligente.
- Sim.
- Achou que não descobriríamos? Estava errada. Muito errada, Mitsuwell.

Então, os cabelos cresceram repentinamente, e a pele se tornou branca e quase transparente. Os cabelos se trançaram e viraram serpente, que arqueavam e sibilavam, lançando a língua bifurcada para a frente.
"Mas que diabos..." pensava a garota.

O terror a petrificou, e quando a sra. Jonhson se preparava para tirar os óculos escuros, Hugh irrompeu pelo corredor.
- NAO OLHE DIRETAMENTE PARA OS OLHOS DELA!

E então caiu a ficha. Aquela era uma das Górgonas. E queria matá-la. Hugh atirou algo parecido com um cilindro em sua direção. Era dourado e brilhante. Tentou pegá-lo, mas este passou por entre suas mãos e, pelos seus cálculos, havia parado atrás da Górgona, a qual Suzannah evitava olhar. Hugh cobria os olhos com as mãos e lhe entregou um espelho.

Usando-o para se guiar, Suze se esquivou da Górgona e conseguiu pegar o cilindro dourado, e, em súbita descarga de adrenalina, golpeou-a na costas. Ela virou um monte de areia.

Sentia-se esgotada, e, acima de tudo, confusa. Não podia estar sonhando, era real demais. Voltou a sala, com Hugh em seus calcanhares.

- E aí, o Hayley te deu suspensão? - perguntou Jared
- Quem? - Suzannah indagou confusa. Quem era Hayley?
- Nosso professor de física, duh. Suze, você está bem? Digo, tirando esse monte de cinza na sua roupa.
- Sim -
mentiu. Não estava bem. Nada bem. E não tinha nada a ver com a explosão - Mas acho que vou ser expulsa.

Avalon, Orfanato Municipal , 27 de fevereiro de 2009.

Sala do Diretor
22:11

- Chamou senhor?
- Sim Suzannah. Recebi a carta de que você foi expulsa da WSHS.
- Ah...terei de me mudar?
- Receio que sim. Era a única escola pública da cidade.
- Entendo.
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Suzannah Mitsuwell
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Maio 09, 2009 10:42 pm

.continuação

Avalon, Orfanato Municipal , 28 de fevereiro de 2009.

3º andar, quarto 308
00:12

Ainda não havia conseguido dormir. Virava de um lado para outro na cama. Milhares de pensamentos zuniam em seu cérebro, e os dois mais repercutidos eram sobre o que havia acontecido naquela manhã e sobre Jared. Sentiria falta dele, muita falta. Havia sido o único amigo de verdade que tinha achado depois de Carmen. As lágrimas escorreram abundantes pelo seu rosto. Pensou no cheiro maravilhoso da colônia masculina do garoto, e como havia desejado ser mais que uma amiga. Nada mais seria possível. Se mudaria novamente, e seria assim até se formar.

De repente, a luz foi acesa e Suze viu um vulto em seu quarto e barulho de cascos. Se preparava para gritar quando uma mão tapou-lhe a boca e ela se deparou com os cabelos escuros e espetados de Hugh Damon. Tentou tirar a mão do garoto de sua boca, mas não conseguiu.

- Eu só solto se você prometer não gritar e ouvir o que eu tenho a dizer.

Suspirou e concordou com a cabeça. Ele tirou a mão devagar da boca da garota, e esta cumpriu com a promessa, apenas sussurrando.

- O que pensa que está fazendo aqui? Eu estou... - e então reparou que as pernas do rapaz haviam ficado peludas e seu pés, virado cascos de cavalo. Suas sombrancelhas se arquearam.

Demorou algum tempo até ele convencê-la de que ela era uma meio-sangue, e que os cães infernais estavam em seu encalço por causa disso. A parte mais difícil foi fazê-la deixar Avalon e, principalmente, Jared, sem se despedir. Hugh aceitou que a garota escrevesse uma carta de explicação ao amigo, desde que não incluísse o fato de ser meio-sangue e que fosse rápida.

Avalon, 28 de fevereiro de 2009

Jared,

Bem, eu fui expulsa. Recebi a carta hoje à noite, e vou ser transferida para Los Angeles. Acho que nunca mais nos veremos, dando o fato de que você quer estudar em Harvard, e eu vou ficar enfurnada aqui na Califórnia pelo resto da minha vida. Quero que saiba que esses foram os melhores quatro anos da minha vida, e que eu nunca, nunca vou te esquecer. Estou indo para uma vida nova, deixando coisas para trás. Antes de ir, eu queria deixar isso para você.

Suze.


Não teve coragem para se declarar. Dobrou o bilhete, com marcas de lágrimas e o colocou dentro de um envelope. Jogou algumas poucas roupas e objetos para higiene pessoal dentro da mochila, além de um Scrapbook que havia ganhado de Jared como presente de dezesseis anos. Olhou para o quarto pela última vez e desceu pela janela, com Hugh ao seu encalço.

Estava lutando por sua vida, com seu mundo virado de cabeça para baixo. Precisava ser forte. Apressou o passo.

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Uma garota de longos cabelos escuros e encaracolados, olhos em igual cor e um ar abatido liga um gravador.

"Autobiografia falada, por Suzannah Mitsuwell

- Suzannah. Su-zan-nah. Suzaaaaaannah.
“Suzana: Hebraico. Pura como um lírio.”
HAHAHAHAHAHAHA
Ta né. Pura como um lírio. Aham. Vamos pular isso antes que eu comece a gargalhar alto demais. A aeromoça pode vir me cutucar.
Mitsuwell. Ok, admito. Nunca gostei muito do meu sobrenome. Lembra-me... mistura. O significado disso aí? Não me pergunte, eu realmente não sei. Não que eu não quisesse. Minha mãe morreu quando eu nasci, vítima de um acidente de avião, e eu acabei nascendo prematura. Depois de ficar um mês na UTI, fui largada no Orfanato Municipal. Aos sete anos, fui expulsa da única escola pública de Susanville, e tive que me mudar para Arckbucle, onde fiquei até meus dez anos, e acabei sendo chutada de lá também, por dar um soco em uma menina que me irritou(isso foi culpa exclusivamente minha, admito). Carmem bem que tentou me segurar, mas não deu muito certo. Stanford me acolheu e fiquei dois anos lá, até que ateei fogo - sem querer, juro - na peruca do professor de artes depois que ele chamou meu desenho de feio. E fui mandada para Avalon, onde fiquei até os 16 anos. O melhor período da minha vida, onde conheci Jared. E foi lá que eu descobri ser uma meio-sangue, filha de um pai Olimpiano, por intermédio de Hugh, depois de ele me ajudar a matar uma das Górgonas.

Minha personalidade? Acho que Jared foi o que melhor me descreveu até hoje. Ainda tenho a gravação aqui.

'Hã, falar de você? Ok, ok.

A Suze é uma pessoinha muito especial para mim. Hiperativa - e fica pior, se é que isso é possível, quando come doce – disléxica - mas isso não importa -, teimosa, chata quando quer, vingativa, mas se você a conhece direito, um doce de pessoa, que te apoia quando você precisa, que te consola se você leva um fora, que fala o que pensa, na maioria das vezes. Tem uma língua muito solta que vive falando besteiras, mas também solta coisas muito interessantes. Acho que ela continuaria falando pelos cotovelos mesmo que tivesse os braços amputados ou qualquer coisa assim, se é que me entende. AMO-TE BEESHA!'


Nesse exato momento, estou em um avião, viajando para Long Island, para um tal de acampamento não-sei-das-quantas, e com Cérbero - é, aquele mesmo, o cão de três cabeças, corpo de leão e rabo de serpente, que guarda os domínios de Hades - em meu encalço, louquinho pra me estraçalhar. Descobri que sou filha de um dos Olimpianos, mas qual deles não me falaram. E que tudo que vinha acontecendo de estranho na minha vida é culpa disso.

Ser meio-sangue não é legal. É ruim. Faz-te pular de cidade em cidade, abandonar seu melhor amigo, fugir de monstros. Com tanto homem no mundo minha mão tiiinha porque tinha de se apaixonar por um deus.

A vida não é justa. "


A morena desligou o gravador rapidamente, pois um dos comissários de bordo vinha ver se tudo estava ok. Virou para o lado, fingindo dormir.

Nunca mais sua vida seria a mesma. Nunca mais.


Última edição por Suzannah Mitsuwell em Sex Maio 15, 2009 2:47 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Seg Maio 11, 2009 1:19 pm

Aceitas! Divirtam-se \o/*
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Percy Jackson
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Seg Maio 11, 2009 9:59 pm

Dados do Player:

Nome do player: Luisa o/
Comunicadores/E-mail:
whaat.the.hell@hotmail.com [MSN]
eunemtenhoym [Y!M]
Idade: 14
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Percy Jackson, Athilya Abnara [meio-sangues], Zeus e Athena [deuses].

Dados do Personagem:

Nome: Perseu "Percy" Jackson
Data de Nascimento: 27/08/1993
Local de Nascimento: New Jersey
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Poseidon.
Características Psicológicas: teimoso, briguento, impaciente. Fala dormindo. Extremamente leal, sendo seu ponto fraco exatamente esse: ele faria qualquer coisa para salvar um amigo. Muito cabeça dura. Irônico e sarcástico, tem um excelente humor, e sempre vê as coisas por esse prisma. É taciturno e rebelde, não aceitando ordens com facilidade. Quando entra numa briga, fica até ganhar ou conseguir um meio seguro de fugir – o que vier primeiro. Mas não é covarde, muito pelo contrário. Prepotente e presunçoso, não tem medo de desafiar os deuses – por mais que isso custe a sua vida.
Características Físicas: moreno, com cabelos bagunçados e olhos verdes como o mar.
Artista Utilizado: Logan Lerman
Breve introdução a Biografia:

“Olhe, eu não queria ser um meio-sangue.

Se você está lendo isto porque acha que pode ser um, meu conselho é o seguinte: pare de ler isso agora mesmo. Acredite em qualquer mentira que sua mãe ou seu pai lhe contou sobre seu nascimento, e tente levar uma vida normal.

Ser meio-sangue é perigoso. É assustador. Na maioria das vezes, acaba com a gente de um jeito penoso e detestável.

Se você é uma criança normal, que está lendo isto porque acha que é ficção, ótimo. Continue lendo. Eu o invejo por ser capaz de acreditar que nada disso aconteceu.

Mas, se você se reconhecer nestas páginas – se sentir alguma coisa emocionante lá dentro -, pare de ler imediatamente. Você pode ser um de nós. E, uma vez que fica sabendo disso, é apenas uma questão de tempo antes que eles também sintam isso, e venham atrás de você.

Não diga que eu não avisei.”


Biografia:

COISAS QUE APRENDI SENDO UM MEIO-SANGUE.

- Eu realmente tenho que fazer isso, Annabeth? – um moreno de olhos verdes pergunta para uma menina loira com olhar impaciente.

- Isso vai te ajudar em ver os lados bons das coisas, Seaweed Brain – a loirinha respondeu, girando os olhos nas órbitas.

- Eu acho que já sou otimista o bastante. Quero dizer, eu acredito que vamos ganhar essa maldita guerra, não acredito? – o menino perguntou, sarcástico.

Os olhos da menina faiscaram de irritação.

- Você faz isso agora, Jackson, ou... – Annabeth sorriu maniacamente, e Percy se virou para o papel, o título com letras gigantes se misturando em sua cabeça até ficar mais ou menos assim:

O EUQ RPINADE NDSEO MU OEIM-GSANEU

1) Primeiro de tudo: o – apesar de não ter nada de errado com ele, pra um mortal – título é um exemplo. Se você for um meio-sangue, provavelmente não conseguirá lê-lo – nem isso aqui, mas Annabeth me obrigou a fazer essa lista estúpida mesmo.

- AAAAAAAI! – Percy esfregou a nuca com força, e mirou a amiga, que olhava irritada para ele.

2) As filhas de Athena não são exatamente boazinhas. Depois de te obrigarem a fazer uma lista estúpida, elas pegam a lista, fazem um canudo com ela e dão com muita força na sua cabeça.

- Perseu Jackson! – ele ouviu Annabeth protestar, e deu um sorriso de canto, riscando o número 2 da lista.

Mas ele não gostava quando seus amigos o chamavam pelo nome todo – Perseu Jackson geralmente significava problema, como quando aquelas empousas sinistras o atacaram e à Rachel Elizabeth Dare na Goode, um ano atrás.

Entretanto, ele não mencionaria Rachel na frente de Annabeth, que nunca iria admitir, mas morria de ciúme da ruivinha desde que ela os conduzira através do Labirinto.

O que Percy achava realmente muito estranho, porque ele e Annabeth passaram por muitas mais coisas juntos – e apesar de Percy gostar de Rachel como amiga, ele tinha uma queda por Annabeth.

Não que ele soubesse disso.

2) Ter déficit de atenção não é de todo ruim – realmente ajuda em uma batalha, principalmente quando você tem a sua frente o cara que costumava de ensinar como usar uma espada, mas ficou “do mal” e se juntou a Cronos. Mais ainda quando a espada dele, Blackbiter, é metade de bronze celestial e metade de aço, o que me leva a...

3) Somos duplamente vulneráveis. Podemos tanto ser mortos por um tiro quanto por uma flecha com ponta de bronze celestial. Mas isso meio que tem seu lado bomo moreno riscou as duas palavras com força, e Annabeth rolou os olhos, cruzando os braços – desenvolver seus reflexos, o que deixa você mais atento quando o já mencionado vira-casaca te ataca no já mencionado – ou não? – barco dele.

Yeah, o Princess Andromeda e a luta de Percy e Luke lá foi algo, no mínimo, memorável. Ele sabia que o navio estava em algum lugar no oceano – qual? Er... o... Pacífico [?] – e que ele ia destruí-lo.

Ele tinha que destruir o maldito navio. Só assim eles, o exército dos deuses – que podiam ao menos ajudar um pouquinho, huh? – teriam alguma chance. E, mesmo assim, as chances nem eram muitas.

4) Você pode ficar um pouco frustrado – porque eu sei que fiquei – ao chegar aqui e não ser imediatamente determinado. Quando eu digo “determinado”, quero dizer que seu pai/mãe manda um sinal te reclamando como filho(a). Os deuses são realmente ocupados, e nem sempre tem tempo de olhar para os milhares muitos filhos que tem.

- Satisfeita, Annabeth? – Percy resmungou, impaciente. Ele não estava nem um pouco a fim de ficar o dia inteiro no chalé, escrevendo aquela lista que não iria ajudá-lo em nada. Ele tinha que treinar mais, para derrotar o maldito exército de Luke, ou seja, fazer algo útil.

- Acho que não, Percy. Você aprendeu tão pouco nesses anos como meio-sangue? – a loirinha exigiu, e começou a enumerar. –[/i] Primeiro, teve a Fú... Benevolente. Depois, nós tivemos que recuperar o raio-mestre de Zeus, e quase fomos mortos. Você pulou daquela ponte, e caiu no rio, saindo miraculosamente seco e ileso. E depois nós fomos até LA, o Mundo Inferior, e...[/i] – Percy tampou a boca de Annabeth com as mãos. Pouco depois, ele ficou muito vermelho e afastou a mão da garota.

- Eu entendi, Annabeth – respondeu, se virando novamente para o papel, ainda muito vermelho.

5) Não fale os nomes das criaturas mitológicas – elas podem aparecer ao seu lado se você pensar nelas demais. Falo por experiência própria.

6) Se você for um filho de Poseidon, Zeus ou Hades, meu parabéns! Você é uma violação de um pacto que os Três Grandes fizeram, sobre o Rio Styx, após a Segunda Guerra, de que não teriam mais filhos. Nico e sua irmã são exceções. Eles meio que nasceram antes do tal pacto e foram “libertados” de um hotel estranho em Las Vegas onde o tempo não passa. E eu e Thalia também somos transgressões – e ambos pagamos preços bem caros por isso. Quero dizer, ser uma criança de um dos Três Grandes é difícil, graças a profecia, que diz quando o primeiro de nós completar 17 – o que, acredite, é realmente difícil – terá o poder de destruir ou salvar o Olimpo.

7) Não exatamente confie nos seus professores. Eles podem ser monstros malignos, como, por exemplo, uma Fúria. Por Poseidon, eu ainda sonho com a Sra. Dodds – que costumava me ensinar matemática na Academia Yancy, quando eu tinha 12 anos, e era uma tal Fúria – se transformando na sua forma original e tentando me matar. Não foi uma visão bonita.


8-) Não confie em Ares. Eu sei que posso apanhar totalmente de Clarisse La Rue se ela ler isso, mas é a mais pura verdade. O Deus da Guerra não é o mais confiável dos deuses. Ele faz de tudo para você lutar com ele, manipulando seus sentimentos e fazendo você sentir muita, mas muita raiva mesmo. E, caso você o vença numa luta e não seja extremamente educado com ele – vamos encarar, ele não merece – Ares amaldiçoa você e meio que sua espada pesa um pouco mais do que deveria em batalhas.

- Não deixe Clarisse ver isso, Wise Girl – Percy disse, por sobre a respiração, e Annabeth jogou a cabeça para trás, gargalhando sonoramente.

O moreno corou, voltando-se para a lista, e tentando ler os itens já escritos, tentando entender a garota ao seu lado. Annabeth era mutável. Seu humor variava rápido demais, e às vezes ele não conseguia acompanhá-la, ficando com uma cara de tonto, olhando a loirinha surtar ou tornar-se gentil, tipo assim, do nada.

O que alguns anos de convivência não fazem, huh?

- Está com medo de Clarisse, Percy? – An perguntou, forçando-se a respirar, e Jackson a encarou com um olhar mortal. A loira assustou-se um pouco, mas manteve a expressão divertida, sentando-se ao lado do moreno, e empurrou de leve, ombro a ombro. – Hey, estou só brincando, Seaweed Brain.

- Eu sei.
– Percy rosnou, irritado, e tentando ignorar Annabeth tão perto dele. Quero dizer, eles tinham uma coisa, depois de Annabeth tê-lo beijado no Monte Santa Helena, e deixado-o perplexo.

Ninguém estava esperando aquele beijo, nem ele. Mas tinha que matar aqueles telekhines-guys, e não podia correr atrás dela, puxá-la pela cintura e beijá-la de novo, como queria ter feito.

9) Cheque sua mochila de vez em quando. Nunca se sabe quando um raio-mestre de Zeus vai surgir dentro dela, porque alguém tinha feito a mochila como uma espécie de bainha para ele.

10) Tome cuidado com o Mar de Monstros. Entenda: é o Triângulo das Bermudas. Coisas ruins de verdade acontecem ali, como Scylla e Charybdis, ambas querendo de devorar. E também é lá que Circe vive, transformando todos os homens em porcos. Acredite, não é legal ser transformado em porco por Circe.

- Foi realmente ruim lá, não? – Annabeth, comentou, lembrando-se de quando os dois estavam lá, a procura de Grover, junto com Clarisse e Tyson, o irmão-ciclope mais novo de Percy.

O moreno acenou com a cabeça, também lembrando. Seus olhos brilharam um pouco, e ele pegou a caneta, inclinando-se sobre o papel.

11) Pontos fracos. Todo herói tem um, sabe. O de Annabeth, por exemplo, é o orgulho. Ela faria qualquer coisa para provar que está certa. O meu, é minha lealdade para as pessoas que eu me importo. Eu não acho que esse meu ponto fraco é ruim, uma vez que eu só faço de tudo o que puder para ajudar meus amigos. Mesmo que isso envolva destruir o Olimpo. Minha mãe está certa, Percy. É um ponto fraco fatal.

- Agora você vai se meter nas minhas listas, Chase? – resmungou Percy, irritado, e Anna sorriu.

- Só reforçando o que Athena disse, Percy. Apesar de achar que isso é sua maior qualidade, isso também pode desencadear sua ruína. E... eu não quero que você morra, Percy. Eu... não quero te perder, como... aconteceu com Luke. – Annabeth inclinou-se sobre a mesa, e Percy abraçou-a pelos ombros. Ele odiava ver a amiga chorar, principalmente quando era sobre aquele canalha, traidor, hediondo, de Luke Castellan.

Deu pra perceber que Percy não era o fã número um dele, certo?

E, que se dane, se fosse para eles ficarem se abraçando tão fofamente como estavam naquele momento, o assunto Luke pode surgir quando quiser. [Para constar: quem pensa isso é a narradora, não o Percy.]

E, enquanto estava ali, só ele e Annabeth, tudo pareceu estar certo. Sua amiga estava triste, certo, mas ele estaria sempre ao lado dela para consolá-la e apoiá-la, e ele sabia que ela estaria lá por ele também. Eram só um garoto com uma garota, sem nenhuma palhaçada de profecia. Só... dois amigos que mais pareciam namorados juntos, conversando.

Annabeth enxugou uma lágrima e olhou para a camisa laranja-berrante de Percy, envergonhada.

- Desculpe ter te molhado todo, Seaweed Brain.

- Não é como se eu conseguisse ficar muito tempo seco, mesmo
– ele admitiu, dando de ombros, e Anna sorriu, feliz. Se despediu do moreno, falando que tinha que praticar arco-e-flecha em pouco tempo, e que deveria ir até seu chalé se trocar.

Relutantemente, Percy deixou-a ir, prometendo que falaria com ela mais tarde.


Última edição por Percy Jackson em Ter Maio 12, 2009 1:06 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Seg Maio 11, 2009 10:02 pm

&&. continuação


12) Sabe aquele guri meio estranho, que anda como se tivesse as duas pernas quebradas, parece mais velho do que todo mundo, e é meio excluído? Ele provavelmente é um sátiro, que veio te escoltar até o Acampamento. Meu melhor amigo é um sátiro, e eles são realmente legais. Então, a lição meio é que você tem que ser legal com seu sátiro. Eu acho.

13) Bem, eu não acho uma boa ideia você mexer com as Caçadoras de Ártemis – eu viajei com elas quando tinha 13 anos, e, bem, não foi uma experiência lecal. Elas renegaram os homens, então são rudes com todos os seres com um cromossomo Y. Mas eu gostei de ter uma missão com duas delas: Zoë Nightshade (filha de Atlas, que foi morta pelo pai) e Bianca di Angelo, que morreu no deserto, enquanto tentava parar um robô de Hefesto. Elas foram muito corajosas, e me orgulho de tê-las conhecido.

14) Não tente ressuscitar os mortos. Uma alma por uma alma não é lá uma troca muito justa, já que você terá que matar alguém que enganou a morte para pegar a alma da pessoa que você quer de volta. Nico tentou trazer Bianca de volta uma vez, seguindo as orientações do Rei Minos, para que matasse Dédalo. Não deu certo, e Bianca pediu para que Nico parasse de tentar trazê-la de volta – ela estava no lugar o qual pertencia. Nico acatou o pedido da irmã, e ela está nos Asfódelos até hoje. Para você ver: os mortos podem estar conformados com o seu destino, mesmo estando, huh, mortos.

15) Olhe, não leve as profecias do Oráculo muito ao pé da letra. Às vezes você quebra a cara bonito quando você tinha certeza que tal verso significava tal coisa, e aí acontece de ser algo completamente diferente. Eu falo isso por experiência própria – e você pode perguntar a Annabeth também, já que ela também já passou por isso.

16) O mais importante de tudo: o seu destino é você que faz. Não deixe uma profecia estúpida te parar, só porque ela diz que é muito provável a sua morte. Tuuuudo isso de Parcas – que, segundo uma amiga minha me informou, são tremendamente cruéis –, Oráculo, e o que mais tiver para saber o futuro – não acho que são muitos além desse, mas, que seja – são controlados por escolhas. Suas escolhas. Se você decidir não entrar no maldito Labirinto, isso não vai acontecer. Se você não quer ser a criança da profecia – como Thalia não quis – você pode desistir. Toda a sua vida depende de você.

“Não acho que essa lista ficou tão ruim assim, no final. Espero que tenha ajudado, ou vá ajudar você em algum momento, mas eu meio que espero que essa lista seja inútil – aí você não estará a beira da morte, numa missão considerada impossível. Se estiver, lembre-se: se a sua lâmina é mais curta, você tem de chegar mais perto do adversário. Foi assim que eu derrotei Ares – e com uma ajudazinha da maré, mas quem está contando?

Se você, algum dia, chegar numa ilha chamada Ogygia, diga um ‘oi’ para Calypso por mim – e, se puder e quiser, fique por lá. Posso dizer que essa ilha e Calypso serão o meu maior “E se...?”. Ela sabe que eu gostaria de ter ficado lá, mas eu simplesmente não podia ficar em Ogygia com a guerra começando aqui fora.

Ah, sim. Quanto Thalia, Nico, Tyson, Grover e Annabeth – preserve seus amigos. Sabe aquela história de “mantenha seus amigos próximos e seus inimigos mais próximos ainda”? Balela. Permaneça fiel a seus amigos e sua causa. Não desista facilmente. Lute até seu último suspiro. Eu sei que irei, com essa enorme guerra vindo.


Espero ter ajudado,

Percy Jackson.


P.S.: ah, sim. Antes que eu me esqueça: simplesmente não vá no Lótus Hotel e Cassino, em Las Vegas. Isso se você quiser, você sabe, ficar no mundo real. Lá o tempo passa rápido demais, e você fica cada vez mais atraído pelos jogos. Também não tente segurar o céu, como Atlas faz. Isso é trabalho dele. E, cara, dói demais. Deixe a maldição do titã com ele mesmo, já que foi essa sua punição. Além do mais, quase morrer com o peso do céu te esmagando não é exatamente a forma que eu pretendo morrer.”


Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Seg Maio 11, 2009 10:15 pm

bio aceita ;D

ARRASA PERCY *sederrete*
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Julian Torres
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MensagemAssunto: Registro   Qua Maio 13, 2009 9:18 pm

Dados do Player:

Nome do player: Greg Hammond
Comunicadores/E-mail: b3rgh@hotmail.com
Idade:21
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): nenhum por enquanto

Dados do Personagem:

Nome: Julian Torres
Data de Nascimento: 27/11/1992
Idade: 16
Local de Nascimento: Madri, Espanha
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Hefesto
Características Psicológicas: bastante tímido, parecendo rude à primeira vista, porém, quando passa a confiar em uma pessoa está disposto a tudo para ajudá-la
Características Físicas: Moreno, cabelos grandes e cacheados, estatura mediana, um pouco magro demais.
Artista Utilizado: Mario Barrett
Breve introdução a Biografia:
Julian andava todos os dias com os mesmos trapos, ganhava uns trocados vendendo coisas que reciclava do ferro velho. Viveu num orfanato durante a maior parte de sua vida, depois ficou perambulando pela Europa até ser convocado para o Acampamento Meio-Sangue. Aprendeu um pouco de inglês, e consegue falar fluentemente espanhol, porém o fato é que não consegue ler quase nada em nenhuma das duas línguas por causa da dislexia. É um cara introvertido, mas no fundo é bem humorado e assim que descobre quem é seu pai, começa a admirá-lo.

Bio do Personagem:

Sou órfão desde que me entendo por gente, o serviço social me colocou em diversos orfanatos e tudo que eu soube do meu passado até os 15 anos foi que minha mãe morreu no parto. No meu aniversário de 15 anos muita coisa mudou...
Naquele dia, houve correria desde o nascer do Sol e até agora eu ainda vivo as consequencias daquele dia. Logo que raiou o dia eu estranhamente acordei agitado, pressentindo que alguma coisa estava tentando me achar. Será que é o meu pai? Foi o pensamento mais esperançoso e idiota que eu tive naquela manhã.
Saí do meu quarto e andei de pijama pelos corredores do Instituto para Órfãos Sta. Lucia sem a mínima idéia do que me esperava perto do saguão de entrada do prédio. Eu fiquei olhando curiosamente para as senhoras que entravam no orfanato. À primeira vista parecia que elas tinham acabado de sair de um enterro, com suas roupas pretas e véus cobrindo seus rostos.
- É ele? – uma perguntou para a outra assim que me viram.
- Sim, é esse mesmo! – bem, algo no modo como ela falou isso me fez sentir calafrios e nem pensei duas vezes antes de sair correndo em direção à garagem e para longe delas.
Como eu previa, elas vieram atrás de mim, voando que nem loucas (peraí, voando?). Olhei uma segunda vez e confirmei: elas realmente tinham asas!
A porta de acesso à garagem estava fechada com um grande cadeado e fiquei apavorado de verdade. Apertei o objeto de metal com as duas mãos e senti uma conexão estranha.
- Abre? – falei desconfiado para o cadeado e ele destrancou-se facilmente.
Louco, era a única descrição que poderia dar a mim mesmo naquela situação. Mas foi um fator bem conveniente para mim, pois tranquei a porta pelo lado de fora e as senhoras monstruosas foram bloqueadas por algum tempo, dando tempo para que eu fugisse.
Isso foi há quase um ano e meio atrás, hoje elas ainda estão no meu encalço e parece que um outro cara com um jeito estranho de andar também está me perseguindo. Mas eles precisam se esforçar mais um pouco para me pegar, fiquei viajando todo esse tempo pela Europa e consigo falar bem o inglês mesmo que não consiga ler quase nenhuma palavra. Outra coisa que aprimorei durante esse tempo foi a arte de moldar coisas de metal. É meu hobby agora.
Mais uma vez, as três senhoras aparecem no meu campo de visão. Acabei de fazer uma cópia perfeita de mim mesmo em metal e deixei a escultura sentada no banco da praça com o meu casaco de estimação e meu boné preferido. Elas chegam de mansinho, mas eu já estou do outro lado da rua escapando antes que elas descubram a farsa. Dou uma última olhada na praça e viro a esquina.
- Finalmente! – dois rapazes de barbicha e boina me seguram pelos braços e o da esquerda parece particularmente aliviado – Você é bem arisco, não é mesmo? – tento me soltar mas é um esforço em vão.
- Vamos garotão, sabemos que você é diferente. Já ouviu falar dos deuses gregos?
- Quem é que escuta falar de deuses gregos hoje em dia?
– retruquei com raiva.
- Bom, e se eu disser que seu pai é um Deus? – uau, essa me deixou bem quieto. Falar do meu pai já era estranho, mas falar que ele era um Deus já era demais – Escute o que nós temos a dizer...
Não sei porque, mas eu realmente escutei o cara me explicar as diversas dúvidas que eu tinha desde quando as três velhas apareceram na minha frente. Eu não tinha nenhum lugar para ir mesmo, então aceitei o convite que eles fizeram para eu ir morar num acampamento nos Estados Unidos. Um tal de Acampamento Meio-Sangue.

Hefesto.

Era esse o nome do meu pai, o Deus do fogo e da metalurgia. Se eu fosse batizado Hefesto Jr com certeza seria motivo de piada em qualquer lugar, agradeço o fato da minha mãe não querer me chamar assim (sim, é realmente um alívio!). A herança que eu tenho do meu pai é a habilidade para moldar objetos de metal. Quando chego perto de uma fornalha, parece que uma luz acende na minha cabeça e os pensamentos começam a ficar mais claros. Além disso, posso entender qualquer coisa que tenha peças de metal e, dependendo da minha vontade, consertá-la e botá-la para funcionar.
Ah, o nome dele pode ser feioso, mas meu pai é o cara!


Última edição por Julian Torres em Sab Maio 16, 2009 9:30 am, editado 2 vez(es)
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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Qua Maio 13, 2009 9:34 pm

bem seguinte amórl...

O nome do seu perso é Julian Torres, certo?
Então no seu login você tem que colocar Julian Torres, okay? ^^
Vou mudar pra ti, daí quando você for entrar, coloca o nome do perso e a senha, bem simples.

Quanto a bio, adorei seu jeito de escrever *-*
Mããs, tem um probleminha, essa foi a breve introdução a bio ou a bio inteira? Porque se foi a introdução, falta a bio e se foi a bio falta a introdução XDD
Ah e tenta detalhar mais um pouco, sobre esse "dom" dele com os metais e tals, também sobre a dislexia dos Meio-Sangues

De resto tá tudo certinho, perfeito *_*

PS: te add no MSN (Aylaaque)
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Maio 16, 2009 1:07 am

Dados do Player:

Nome do player: Luiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiisa *cantarola agudamente*
Comunicadores/E-mail:
whaat.the.hell@hotmail.com [MSN]
eunemtenhoym [Y!M]
Idade: 14 (:
Personagens (cite, inclusive, suas espécies): Cooof. Percy Jackson, Athilya Abnara, [meio-sangues] Zeus e Athena [precisa falar? :O]

Dados do Personagem:

Nome: Robert Thomas Crawford.
Data de Nascimento: 15/05/1992
Idade: 16
Local de Nascimento: Carmel, Califórnia o/ [não resisti,oi]
Filiação (pai ou mãe olimpiano): Apolo [BRAAAAAAAAAAAAAAAAD *-*]
Características Psicológicas: egocêntrico, falante, cara-de-pau, expansivo. Orgulhoso. Esforçado, e não desiste com facilidade das coisas. Teimoso. Como todos os seus irmãos e irmãs, tem um certo talento para arco-e-flecha e artes. Conquistador nato, tem uma lábia famosa no acampamento. Sempre é honesto com uma garota, deixando claro se quer compromisso ou não. Apesar disso, é ciumento e um pouco possessivo. Adora o mar, e sempre que pode, cata sua prancha de surfe e se joga nas ondas. Especialista em cinema e televisão.
Características Físicas: loiro, com olhos claros. Altura mediana e pele levemente alva.
Artista Utilizado: Alex Pettyfer
Breve introdução a Biografia:
Ser criado por um homem que você acredita ser seu pai e descobrir, depois de ser atacado por uma esfinge, que ele não é seu pai biológico pode mudar sua vida. De repente, você ganha toda uma família nova, e um mundo todo a ser descoberto. E aprende que, como Cronos está para ressurgir, você tem que lutar e muito.

Biografia:

Deus do Sol.

Quando eu falo isso, você imediatamente se lembra de Apolo, o cara da mitologia, que dirigia a carruagem do sol, certo?

Digamos que a mitologia mudou com o decorrer dos anos. Meu pai – é, Apolo é meu pai, volto nisso depois – agora dirige um super-carro, com estofamento de couro.

Minha mãe conheceu meu pai na despedida de solteira dela – yuck, eu sei. Eles se conheceram, mamãe estava bêbada, e nove meses depois, eu nasci. Minha mãe sabia que o filho não era do homem que eu sempre chamei de pai, e Richard me criou como se fosse filho dele, mesmo sabendo que eu fora gerado uma semana antes do nascimento, por um homem que não era ele.

Eu descobri que não era filho de Richard quando começamos a estudar genética na escola – não que eu entendesse alguma coisa ou prestasse atenção na aula. Desde pequeno, fora diagnosticado como disléxico e com déficit de atenção.

E você com certeza não quer ver como fico depois de comer grandes quantidades de açúcar.

Voltando. Nós estávamos estudando genética, e pelo pouco que pude entender, ter covinhas no rosto é genético.

E, well, nenhum dos meus pais tinham. E eu tinha.

Quando questionei minha mãe sobre isso, ela entrou em pânico. Até hoje não entendi porque, já que Richard sabia totalmente. Ela não tinha que ficar com medo de contar para mim.

Tá, ela podia ter me contado antes, mas com 12 anos, eu meio que consegui entender com mais facilidade o que eram casos extra-conjugais – não que eu fosse resultado de um, você sabe. Acho que já deixei isso claro, mas é meio difícil de saber com toda essas “deficiências” de semi-deuses.

Foi com doze anos também que eu descobri que meu pai não era humano.

Nas poucas conversas em que Elaine – minha mãe – mencionou Apolo, ela não sabia que ele era um deus. Culpa da Névoa, que oculta a verdade dos mortais. Como eu sou só metade mortal, eu posso ver mais ou menos através dela.

E vi aquela esfinge. Não me entenda mal, eu tinha lido sobre a Esfinge. Mas era só uma, com letra maiúscula. Depois me disseram que eram mais de uma. Enfim. Eu mal podia acreditar em meus olhos quando vi o ser metade leão metade mulher, arreganhando sua boca assustadora em minha direção.

Eu surtei. Estava convencido que estava maluco, ou sofrendo de esquizofrenia/alucinações/aquelas-doenças-estranhas-que-volta-e-meia-aparecem-em-House.

Para completar o meu estado mentalmente afetado, David Bones, aquele guri que andava torto, vivia com um boné encardido na cabeça, e parecia meio perturbado, pareceu querer virar meu melhor amigo.

Uma semana depois, descobri que ele era um sátiro. Ele me contou o que eu era, e que tudo que eu tinha aprendido em História Antiga – das poucas aulas em que eu não dormi, digo. A Sra. Mallory tinha uma voz que dava um sono do caramba – era real. Sabe, eu não tinha escolha senão acreditar nele.

Depois, nós fugimos, com uma esfinge histérica, gritando enigmas para que nós dois resolvêssemos. Nós basicamente a atacávamos como pudéssemos. E nós não tínhamos um leque muito grande de opções, sabe como é.

Finalmente conseguimos fazê-la virar um monte de chamas, depois que Dave conseguiu uma aljava cheia de flechas e um arco para mim. Não foi nem um pouco fácil, acredite. Porém, foi estranho. Aconteceu uma daquelas coisas estranhas, em que meu cérebro adormece e eu só percebo que algo acontece um tempo depois. Foi exatamente isso que aconteceu, e quando eu dei por mim, estava ofegante, minhas mãos feridas por tanto puxar o arco.

A partir disso, foi fácil chegar ao Acampamento Meio-Sangue. Lá eu fiz muitos amigos. Durante minha temporada no Chalé 11, aprendi truques realmente úteis, como por exemplo, andar sem fazer barulho.

E como conquistar uma garota.

Depois te Apolo ter me determinado, ganhei uma grande família – irmãos e irmãs que sei que minha mãe nunca me daria. De repente, não era só eu jogando volei sozinho, como acontecia lá em casa. O chalé de Apolo não é exatamente vazio, como o de nossa tia, então que uma partida de insira o nome do esporte aqui com mais de seis pessoas pode ser realmente legal.

Como um filho de Apolo e como um campista, é nosso dever proteger o mundo de uma futura Terceira Guerra Mundial, entre deuses e titãs. Annabeth Chase, Percy Jackson, Grover Underwood... Eles não trouxeram notícias que deixaram todos em êxtase.

Foi muito pior do que isso.

Que se dane. Eu lutarei, e levarei quantos do exército de Castellan forem possíveis.
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Maio 16, 2009 1:39 am

aprovads Lu.

Julian, então cara, tudo ok com a sua bio. Mas os únicos que não podem se queimar no mundo mitológico em geral são os ciclopes. Não adianta, se o seu personagem enfiar o dedo em metal quente, ele vai ter uma queimadura. E a propósito, meio-sangues só conseguem conversar com coisas vivas.

enfim, arrumando isso a gente aprova legal ;D só não podemos colocar um cara com superpoderes aqui.
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   Sab Maio 16, 2009 11:10 am

Aprovado, Greg! Bom jogo aegats*
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MensagemAssunto: Re: Inscrições - Meio-sangues   

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